Campeonato Baiano de 1905

Realizado pela LIGA BAHIANA DE SPORTS TERRESTRES

CLUBES PARTICIPANTES

Sport Club Bahiano (Salvador)
Clube Internacional de Cricket (Salvador)
Clube de Natação e Regatas São Salvador (Salvador)
Club de Cricket Victoria (Salvador)

O PRIMEIRO JOGO

Em 9 de abril de 1905, no Campo da Pólvora, teve início o 1º Campeonato Baiano de Futebol com o jogo entre o Vitória e Internacional. Um grande público se fez presente, animado por uma banda de música. O jogo começou às 16h30 e terminou com a vitória do Internacional por 3 a 1, com dois gols de Stewart e um de Hayne, descontando para o Victoria, Juvenal Tarquínio, em partida arbitrada pelo Sr. Aníbal Petersen.

O Victoria atuou com Luiz Tarquínio, Pedro Ferreira e Rodrigo Sampaio; Oscar Luz, Alberto Catarino e Arnaldo Moreira; Oscar Alves, Juvenal Tarquínio, Álvaro Tarquínio, Pedro Barbosa e W. Chest.

O Internacional jogou com G. Orr, C. C. Scharp e C. North; D. Mc Nair, A. E. Gleig e R. Mc Nair; V. Vero, J. C. Covey, A. Hayne, F. Stewart e J. Mc Nair.

DATA RESULTADOS (1° e 2° TURNO)

09/04 – Internacional 3 x 1 Victoria, no Campo da Pólvora, à 16h30
Gols: Stewart (2) e Hayne, para o Internacional; e Juvenal Tarquínio, para o Victoria.
Árbitro: Sr. Aníbal Petersen.

16/04 – Internacional 2 x 0 São Salvador
Gols: Scharp e Stewart

30/04 – Victoria 4 x 0 Bahiano

07/05 – São Salvador 3 x 0 Bahiano

21/05 – São Salvador 4 x 2 Vitória

11/06 – Internacional 3 x 1 Bahiano

17/07 – Vitória 0 x 1 São Salvador

23/07 – Bahiano 0 x 3 Internacional

30/07 – Bahiano 0 x 2 São Salvador

20/08 – Bahiano 0 x 3 Victoria

27/08 – São Salvador 1 x 2 Internacional

10/09 – Victoria 0 x 1 Internacional

CLASSIFICAÇÃO FINAL

1° – Internacional 12 pontos ganhos (campeão)
2° – São Salvador 08
3° – Victória 04
4° – Bahiano 00

Observações:
Club de Cricket Victoria atualmente se chama Esporte Clube Vitória.
O Clube Internacional de Cricket tornou-se o primeiro campeão baiano invicto.

Veja também:

Campeões do Campeonato Baiano

Tabelão Histórico

Fonte: http://historiadofutebolbaiano.zip.net; e Arquivo www.campeoesdofutebol.com.br. Página adicionada em 17 Junho 2008.

Campeonato Baiano de 1908

História do Campeonato

Vitória campeão baiano de 1908
Fonte: Revista do Brasil (BA), de 24 de dezembro de 1908.

Em 1908 o certame foi um verdadeiro fracasso. Apenas três clubes tomaram parte no Campeonato. O Bahiano, o mais velho dos clubes da Bahia, dissolveu-se em virtude de não poder equilibrar a despesa com a receita, abandonando assim a Liga.

Esta reuniu-se extraordinariamente para tratar do assunto, nomeando uma comissão composta por Carlos Costa Pinto, Esthor Pinho e Artemio Valente, para apresentar um acordo ao seu filiado. Porém, essa comissão nada conseguiu, em virtude de já ter sido dissolvido o Bahiano quando foi pela mesma procurado.

Reuniu-se novamente a Liga e ciente do ocorrido pela Comissão, resolve considerar desfiliado o velho clube. O Sr. Agenor Gordilho, porém, acha que o Bahiano deve ser eliminado. Forte discussões são travadas. Posta em votação, a proposta de Gordilho é derrotada.

No decorrer da discussão há um mal entendido com o Presidente Dr. José A. Costa Pinto que renuncia. Atendendo, porém, a pedidos, continua a frente da Liga.

Equipes Participantes

Vitória: Milzen, Álvaro Tarquinio e Mario Pereira; A. C. Martins, Adriano Porto e Noé Nunes; Armando Gordilho, Oscar Alves, Fernando Alves, C. Muller e R. Mc. Nair. Reservas: Oscar Luz, A. Galeão e Alfredo Seixas.

Santos Dumont: Sales Gomes, Seg. Paraíso e Oscar Torres; Cyro Bitencourt, A. E. Gleig e J. Webster; Jaime Grave, Jonas Campos, Afonso Moreira, F. Vasconcelos e E. Leite. Reservas: O. Paraíso, J. Lago e A. Brito.

São Salvador: J. Nova Monteiro Jr., Artur Morais e W. Campos; A. C. Santos, D. Duder e Ed. Schlepfer; Zazá, Petersen, Zuza, D. Mc. Nair e V. Campos.

DATA RESULTADOS (1° e 2° TURNO)

03/05 – Vitória 1 x 0 São Salvador

14/06 – Santos Dumont 1 x 2 Vitória

20/06 – São Salvador 0 x 4 Santos Dumont

12/07 – Vitória 1 x 0 São Salvador

26/07 – Santos Dumont 0 x 2 Vitória

09/08 – São Salvador 0 x 1 Santos Dumont

CLASSIFICAÇÃO FINAL

1° – Vitória, 08 pontos ganhos (Campeão);
2° – Santos Dumont, 04;
3° – São Salvador, 00

Observação:
Todos os jogos realizados no Campo do Rio Vermelho.

Veja também:

Campeões do Campeonato Baiano

Tabelão Histórico

Fontes: Revista do Brasil (BA), de 24 de dezembro de 1908; historiadofutebolbaiano.zip.net (Textos que foram publicados no Jornal A Tarde em 26/03/2006, na seção MegaFone do suplemento A Tarde Esporte Clube). Página adicionada em 12 Outubro 2012.

Sociedade Esportiva União Cacoalense

Ficha do clube

União CacoalenseSOCIEDADE ESPORTIVA UNIÃO CACOALENSE
Fundado em 01 de janeiro de 1982
Endereço: Avenida São Paulo, 2861 – Centro
CEP 78975-000, Cacoal/RO
Estádio Municipal Aglair Tonelli
Site oficial: indisponível

Fundada em 1° de janeiro de 1982, a Sociedade Esportiva União Cacoalense participou em diversas edições do Campeonato Rondoniense de futebol profissional, tendo conquistado o auge no estadual a partir do ano de 2000 quando chegou entre os quatro primeiros, sendo derrotado na semi-final pela equipe do Guajará.

Em 2001 a União Cacoalense chegou pelo primeira vez numa final de campeonato. Seu adversário era a equipe do Ji-Paraná, até então 7 vezes campeão Rondoniense e uma vasta experiências em campeonatos de nível nacional. O primeiro jogo foi no Estádio do Vera Cruz, em Ji-Paraná, quando as duas equipes empataram. No jogo de volta a torcida lotou o Aglair Tonelli, porém o jogo terminou com um novo empate. Nos penaltis o Ji-Paraná acabou levando o título.

Em 2002 mais uma final. Desta vez o adversário era a equipe do CFA, de Porto Velho, uma equipe estreante no estadual mas com uma estrutura de dar inveja a grandes times do Brasil. O primeiro jogo aconteceu no Estádio Aglair Tonelli de Cacoal. O resultado foi um empate. Na decisão em Porto Velho, no Estádio Aluísio Ferreira, o CFA venceu de virada por 2 a 1 e deixou o União Cacoalense com um novo Vice-campeonato.

Em 2003 lá estava o União Cacoalense em mais uma final. Novamente contra o CFA. Primeiro jogo em Porto Velho, 1 a 1. O CFA dependia de um empate na segunda partida para sagrar-se campeão. Novamente a torcida do União Cacoalense não decepcionou e bateu o recorde de Público de todos os tempos no Estado. Motivado com isso o União foi logo abrindo 2 gols de vantagem. Tudo parecia decidido quando o CFA marca seu primeiro gol e logo em seguida empata a partida. O estádio calou-se. Parecia que um novo vice estava por vir. Mas Anderson, meia que na ocasião de zagueiro, fez o terceiro gol do União e deu o título à Equipe.

2004 foi um ano especial para o União Cacoalense. Principalmente pela sua primeira participação na Copa do Brasil. Foi contra o Guarani de Campinas, que escapou da derrota para o União Cacoalense, com um gol de empate aos 47 min. do segundo tempo, na primeira partida, no Estádio Aglair Tonelli. No jogo de volta, 0x0 em Campinas. O União foi eliminado de acordo com o regulamento, mas saiu invicto contra o campeão brasileiro de 1978.

No campeonato Estadual o União conquistou o Bi, desta vez vencendo o Ji-Paraná, garantindo, mais uma vez, a participação na Copa do Brasil de 2005.

Rebaixamento

Depois de anos de grandes campanhas, o clube é rebaixado em 2008. Na segunda divisão de 2009, fica na lanterna da competição, com dois pontos. Se despediu da disputa da Segunda Divisão do Campeonato Rondoniense 2009 com empate em 2 a 2 com o Cruzeiro, no estádio Aglair Tonelli Nogueira, pela última rodada da primeira fase da Segundinha, permanecendo na segunda divisão em 2010.

Estádio Aglair Tonelli

Estádio Aglair Tonelli

Nome Oficial: Estádio Municipal Aglair Tonelli Nogueira
Capacidade: 5.000 (em 2010)

Endereço: Rua dos Esportes, s/n – Bairro do Incra – Cacoal (RO)

Recorde de Público: 11.000 (União Cacoalense 3 x 2 CFA – 15/06/2003, final do Rondoniense)

Dimensões do Gramado: 110m x 75m

Proprietário: Prefeitura Municipal de Cacoal

ESCUDOS

Primeiro escudo da União Cacoalense Segundo escudo da União Cacoalense Terceiro escudo da União Cacoalense 4º escudo da União Cacoalense

Na sequência: O primeiro escudo, criado em 1982; O segundo escudo, utilizado até 1999; Distintivo utilizado a partir de 2000. A estrela já fazia parte do escudo do clube, mas a partir de 2003 ela passou a ter sentido, com a conquista do primeiro título estadual; e o terceiro, com o Bi-Campeonato Estadual conquistado em 2004 uma segunda estrela foi adicionada no escudo.

TÍTULOS

União Cacoalense - Campeão Rondoniense 2004
Equipe da União Cacoalense – Campeão Rondoniense 2004

02 Campeonato Rondoniense

Campeonato Rondoniense 2003
Final disputada contra CFA
Primeiro Jogo: 1 a 1
Segundo Jogo: 3 a 2

Campeonato Rondoniense 2004
Final disputada contra o Ji-Paraná
Primeiro Jogo: 2 a 2
Segundo Jogo: 2 a 1

02 Campeonato Rondoniense da Série B (Segunda Divisão)

Rondoniense da Segunda Divisão 2013
O Departamento Técnico da FFER (Federação de Futebol do Estado de Rondônia) confirmou, em 14 de novembro de 2013, a extinção temporária da Segunda Divisão do Campeonato Rondoniense. No site da Federação consta apenas o campeão, aquele que seria o único participante inscrito, a União Cacoalense.

Rondoniense da Segunda Divisão 2025
Final disputada contra o Rondoniense Social Clube
Primeiro Jogo: 2 a 0
Segundo Jogo: 4 a 0

01 Campeonato Rondoniense Sub-20 (Juniores)

Rondoniense Sub-20: 2025
Final disputada contra o Sport Genus
Primeiro Jogo: 1 a 2
Segundo Jogo: 2 a 0

Veja mais: Clubes do Brasil

Fontes: www.ffer.com.br, www.skyscrapercity.com (foto do Estádio), www.uniaocacoalense.com.br (desativado). Página adicionada em 19 de maio de 2010.

Tocantinópolis Esporte Clube

Origens e História do TEC

Ficha do clube

Tocantinópolis ECTocantinópolis Esporte Clube
Fundado em 01 de janeiro de 1989
Endereço: Rua TO-126 KM 01. Cep:77900-000 – Bairro Alto Bonito, Tocantinopolis – TO
Site: www.tocantinopolisec.com.br; www.tocantinopolisesporteclube.com.br; www.tocantinopolisesporteclube.com (inativos)

Origens do clube

A história do surgimento do Tocantinópolis Esporte Clube remonta a antiga seleção de futebol tocantinopolina, que durante duas décadas proporcionou muitas alegrias a população local disputando partidas amistosas e os torneios regionais de futebol amador que eram realizados no extremo norte de Goiás, atual estado do Tocantins.

Contudo antes da seleção municipal surgir no cenário esportivo regional, os times que desempenhavam, em princípio, o papel de representante do futebol tocantinopolino de maneira extraoficial (e na maioria das vezes heroica) dentro e fora da cidade era, o Náutico e o Anhanguera, times amadores que tiveram seu auge entre as décadas de 1960 e 1970.

Na ocasião, os referidos times possuíam os melhores jogadores do município, craques como: Raimundo de Breque, José Bonifácio, João Chaves, Dudu, Jessé Barros, Barreirinha, Raimundo Baribe, Cardosinho, Genésio, Zé Maria, Salazar, Aurino, Antonio Apinajé, Mereré, Pedro da Baiana, Negrão do Nena, Fernando do Mané Chico, Professor Ângelo, Wilson Coelho, Clodoaldo, Solon, Antonio Baribe, Rui, Beto, entre outros que talvez pela ausência de arquivos do esporte local foram esquecidos com o tempo.

A precariedade da estrutura física (campos de terra batida), a falta de apoio do poder público local ao lado da extrema distância geográfica do sul de Goiás (e da própria capital goiana), fazia com que as cidades do norte goiano, hoje estado do Tocantins se unissem em torno de um campeonato de futebol amador denominado de TIN (Torneio Integração do Norte), que foi criado no final da década de 1970, em razão da impossibilidade de participar das competições organizadas pela Federação Goiana de Futebol.

Durante a década de 1970 surgiu o Estrela, time que tinha o nome alusivo a rua da Estrela, logradouro onde o mesmo nasceu. Suas cores eram o vermelho e o branco. Coube ao referido clube em 1979 ser o primeiro representante do futebol tocantinopolino a disputar o TIN. Em certas ocasiões quando o time atuava fora do município era carinhosamente chamado de “Estrela da Boa Vista”.

Os “guerreiros” do Estrela não tinham apoio algum do poder público e para dificultar ainda mais aquela caótica situação, num determinado jogo contra o Araguaína no campo da Tobasa, o uniforme do time só possuía onze camisas, portanto somente, as camisas dos jogadores titulares. Quando era realizada uma substituição, o atleta substituído retirava a camisa e colocava-a ao contrário a fim de que o atleta suplente não usasse a mesma numeração, apenas a mesma camisa. Por incrível que pareça a organização do torneio aceitava esse tipo de artifício.

Diante daquela Situação lamentável passava o único representante do futebol de Tocantinópolis no TIN, os senhores Henandes (Dakátya Hotel) e José Borges (Contador), decidiram apoiar a equipe no que fosse necessário, como aquisição de material esportivo, transporte, alimentação, tudo isso, ora com recursos do próprio bolso ora com recursos dos “heroicos” atletas, através da tradicional “vaquinha”.

Em princípio as viagens eram realizadas num caminhão aberto (“pau-de-arara”) e depois passaram a ser feitas numa perua Kombi que comportava em média cerca de 22 pessoas simultaneamente entre jogadores e comissão técnica.

Em dezembro de 1979, houve uma significativa melhora para o futebol local com a inauguração do Estádio Lauro Assunção (sem arquibancadas), que reuniu na partida inaugural as seleções de Araguaína e de Tocantinópolis.

O jogo foi bastante movimentado e reuniu importantes autoridades políticas do Estado de Goiás e do município de Tocantinópolis. O felizardo a marcar o primeiro gol no estádio foi o atacante araguainense Adir, porém com muita bravura a seleção tocantinopolina virou com os gols de Guinha, Emiliano e Ademir. E terminou vencendo pelo placar de 3×1.

No início da década de 1980, apesar da cidade contar com o Estádio Lauro Assunção, a condição do esporte local continuava remota, pois as viagens continuavam sendo sofridas para os atletas e para a comissão técnica em virtude da ausência de apoio.

O poder público municipal não se sabe se por descaso ou por falta de condição financeira, destinava a seleção tocantinopolina, apenas um desprezível caminhão caçamba, que deveria comportar toda a delegação, e que por sua vez, era parcialmente cheio de areia e coberto por uma lona para dar mais “conforto” aos heroicos atletas.

No referido período, os jogadores eram selecionados a partir dos jogos do campeonato municipal amador, aqueles atletas que se destacavam em sua respectiva posição durante a mencionada competição eram convocados para fazer pare do plantel da seleção local.

O estremo norte de Goiás era esquecido tanto em termos sociais quanto em termos de futebol, pois os principais clubes goianos, isto é, Goiás, Vila Nova, Atlético Goianiense e Goiânia, demoravam vários anos para pisarem nos deploráveis gramados da região, mas quando marcavam presença através dos jogos amistosos levavam verdadeiras multidões aos acanhados estádios nortenses.

História do TEC

As antigas seleções municipais do norte de Goiás só vieram a evoluir, isto é, obtiveram sua consolidação e consequentemente transformaram-se em clubes, simultaneamente após a implantação do Estado do Tocantins que ocorreu no ano de 1989.

Desta forma, gradativamente as respectivas seleções transformaram-se em clubes como foi o caso das seleções: gurupiense (Gurupi Esporte Clube), colinense (Kaburé Esporte Clube), araguainense (Transtrevo Esporte Clube e Araguaína Esporte Clube, atualmente, Araguaína Futebol e Regatas), miracemense (Miracema esporte Clube e Tocantins Esporte Clube), Paraisense (Intercap), alvoradense (Alvorada Esporte Clube), e da própria seleção tocantinopolina que deu origem ao Tocantinópolis Esporte Clube – TEC.

Mascote do Tocantinópolis ECDesde então a seleção tocantinopolina deixou de existir e em seu lugar foi fundado o Tocantinópolis Esporte Clube, no dia 1° de Janeiro de 1989, tendo como cores oficiais o “verde” e o “branco” em alusão a bandeira do município e o escudo no formato arredondado com a sigla TEC em destaque, o nome do time por extenso e o ano de fundação. O clube passou a ter como mascote o papagaio, um animal que possui uma referencia natural a cor verde do Tocantinópolis.

A partir de então, ocorreu uma “simbiose” perfeita entre a antiga seleção local e o Tocantinópolis Esporte Clube, pois com a referida transição o fanatismo dos torcedores foi ampliado substancialmente e a paixão e o orgulho do povo tocantinopolino se tornou deveras incomensurável.

No primeiro semestre do ano de seu nascimento, o TEC participou do Campeonato regional Amador (que reunia seleções municipais e times da região) e para a surpresa e felicidade de todos, conquistou o primeiro título de sua história recém-iniciada.

No segundo semestre do referido ano, o Verdão disputou a primeira Copa Tocantins de Futebol Amador(competição equivalente ao campeonato estadual na época), sem fazer grandes investimentos e apenas com os jogadores “prata da casa” que eram remanescentes da antiga seleção tocantinopolina. E, ao término do certame o TEC ocupou uma honrosa posição intermediária na tabela.

Em princípio, o Campeonato Estadual Tocantinense de Futebol Amador não tinha a mínima estrutura nem dentro nem fora de campo, pois os estádios não tinham arquibancadas, os gramados eram os piores possíveis e a cobertura da imprensa ficava muito a desejar, como ocorre ainda hoje em boa parte das cidades do interior tocantinense, em virtude da ausência de investimentos do poder público e da mídia esportiva local.

Contudo, coube ao poder público tocantinopolino na gestão do então prefeito José Bonifácil Gomes de Souza, um amante do futebol, ora com recursos do próprio município ora com recursos dos governos estadual e federal, criar uma ampla estrutura esportiva na cidade de Tocantinópolis, tornando-a referencia a nível regional especialmente no futebol.

Principais realizações do senhor José Bonifácio:
1- A construção da arquibancada, da cobertura e da iluminação do estádio Lauro Assunção;
2- A destinação de 30 salários mínimos mensais do poder público ao TEC;
3- A aquisição de um ônibus para o TEC;
4- A construção do centro de treinamento, do alojamento e da sede social do clube;
5- A construção do estádio Ribeirão (o gigante do interior do Tocantins) entre outras obras.

A conquista do primeiro Título estadual

No ano de 1990 é importante ressaltar alguns aspectos importantes dentro do futebol tocantinense, como: as principais praças esportivas já contavam com arquibancadas, alguns clubes de maneira ainda muito tímida contratavam jogadores de outros estados e a imprensa dava seus primeiros passos no cenário esportivo.

No segundo semestre do no de 1990, a diretoria alviverde em parceria com o poder publico local e tendo a frente o abnegado dirigente Salim Rodrigues Milhomem, teve uma excelente sacada em termos de estruturação para o Verdão, pois contratou um numeroso plantel de jogadores de clubes do futebol goiano e de cidades circunvizinhas para mesclar com os pratas da casa, visando disputar o estadual amador do referido ano.

Desta maneira, implicitamente, naquela atitude de vanguarda Salim juntamente com os demais diretores do TEC lançavam a primeira semente para a futura profissionalização do futebol tocantinense, uma vez que a referida atitude alviverde obrigava as demais equipes do Estado a seguir o mesmo exemplo, ou seja, abrir os cofres e contratar mais jogadores a fim de poder ao menos competir em pé de igualdade com Verdão do Norte.

O futebol era amador, todavia a diretoria do Tocantinópolis demonstrando extrema organização encarava o certame como se o mesmo fosse profissional e em função dos elevados investimentos em contratações de jogadores, o TEC fez uma campanha impecável dentro e fora de seus domínios e chegou a final de forma invicta contra a equipe do Alvorada.

A desorganização da Copa Tocantins em determinados momentos mostrou-se muito evidente, em função do elevado numero de times e a quantidade exacerbada de jogos, o que culminava com a insuficiência de recursos financeiros das equipes, pois as mesmas tinham que arcar com: transporte, alimentação, hotel e o salario de determinados atletas. Aspectos conjunturais que os times tocantinenses não estavam acostumados a lidar.

A dificuldade financeira da maioria dos clubes obrigou os dirigentes a paralisar a competição por algumas semanas, com o objetivo de fazer os times “respirarem financeiramente” e retornarem com força total para a fase eliminatória (“mata-mata”) do certame.

Após a paralisação, a Copa Tocantins teve seu prosseguimento normal, contudo, apesar de todo esforço da comissão organizadora do campeonato as duas partidas decisivas só forma ocorrer apenas no ano seguinte, ou seja, em 1991, envolvendo os times do Tocantinópolis e do Alvorada.

O primeiro jogo decisivo aconteceu nos domínios do Verdão do Norte no estádio Lauro Assunção, mas não saiu do placar de 0x0, em virtude de ambas as equipes possuírem defesas bastante solidas e bem postadas, em determinados momentos, o jogo ficou extremamente feio e sem nenhuma empolgação. O empate, sem sombra de duvidas, foi um resultado extremamente justo pelo o que ambas as equipes produziram dentro de campo.

No jogo de volta, isto é, na grande final do campeonato o poder publico fretou sete ônibus para levar os torcedores até o município de Alvorada, isto sem contar os veículos de particulares, o que fez a torcida alvoradense dividir as acanhadas arquibancadas do estádio Elias Natan meio a meio com os fanáticos torcedores alviverdes.

Em Alvorada, novamente a partida foi amarrada, já que nenhuma equipe queria arriscar demais, temendo perder o titulo para o adversário. O placar não poderia ser outro, 0x0, o que levou a decisão para os pênaltis.

Depois de varias cobranças de pênaltis de ambos os lados, a equipe do Verdão do Norte por ter sido mais eficiente e por contar com o goleiro Célio que defendeu duas cobranças, sagrou-se campeão estadual para delírio da massa alviverde. E ainda de quebra venceu de forma invicta, feito que até hoje não foi alcançado por nenhum clube tocantinense.

Em 1991, a diretoria do TEC dividiu o clube em duas agremiações: a equipe A (que era mesclada com jogadores locais e de outros clubes para disputar o estadual) e a equipe B (composta apenas com jogadores prata da casa para disputar o Campeonato Regional Amador). O TEC “A” entre os quatro melhores times do Estado e o TEC “B” sagrou-se campeão regional, conquistando o ultimo titulo amador da historia do Verdão do Norte, novamente de forma invicta.

Títulos conquistados

Categoria Principal
06 Campeonato Tocantinense: 1993, 2002, 2015, 2021, 2022, 2023 (Invicto)
01 Campeonato Estadual Amador (Copa Tocantins): 1990 (Invicto)
01 Copa Tocantins: 2004
01 Torneio Prefeito Luiz Carlos Noleto (Imperatriz/MA): 1996
02 Campeonato Regional Amador: 1989, 1991 (Invicto)

Categorias Menores
04 Campeonato Estadual de Juniores: 1994 (Invicto), 2005 (sub 20), 2006 (sub 20), 2011
01 Campeonato Interestadual Sub 15: 2005

Hino

Tocantinópolis
queremos te promover
Esse verdão é time forte
sabe ganhar e perder
(Bis)

Sabe de tudo
na hora H
o que ele sabe
pode provar
(Bis)

Time de jovens
leva a bandeira na mão
e a mancha verde contribuindo
incentivando o timão
(Bis)

Veja mais: Clubes do Brasil

Colaboraram: Carlos Santos; e Marcelo Victor, de Tocantinópolis.
Fonte: para as origens e história, Livro do Tocantinópolis Esporte Clube. Hino e títulos atualizados tem como fonte Federação Tocantinense de Futebol e www.tocantinopolisesporteclube.com (acesso em maio/2010). Página adicionada em 05 Maio 2010.

Torneio de Inauguração do Pacaembu 1940

Taça Cidade de São Paulo – 1940

Torneio de cunho amistoso para a inauguração do Estádio do Pacaembu, em São Paulo – o maior do Brasil na época. Palestra e Coritiba tiveram a honra de protagonizar o primeiro jogo da história do estádio, que ganhou a denominação de Estádio Paulo Machado de Carvalho em 1961.

A inauguração oficial ocorreu em 27 de abril de 1940 em um evento solene, com direito a tocha olímpica, desfile de delegações, hasteamento da bandeira nacional (trazida do Rio de Janeiro em corrida de revezamento) e a presença do então presidente Getúlio Vargas.

Inauguração do Pacaembu
Inauguração oficial ocorreu em 27 de abril de 1940.

Clubes Participantes
Corinthians (campeão paulista de 1939)
Palestra Italia (vice-campeão paulista de 1939)
Atlético-MG (campeão mineiro de 1939)
Coritiba (campeão paranaense de 1939)

Curiosidade: o árbitro das partidas foi ex-atacante palestrino Heitor Marcelino Domingues, que encerrara a carreira nove anos antes e passara a se dedicar ao apito.

Jogos

28-Abril-1940
Palestra Italia 6 x 2 Coritiba
Corinthians 4 x 2 Atlético-MG

Decisão

05-Maio-1940
Palestra Italia 2 x 1 Corinthians
Horário: 16 horas
Árbitro: Heitor Marcelino Domingues
Gols: Echevarrieta e Luizinho (Palestra); e Begliomini (contra para o Corinthians)
Palestra Italia: Gijo; Carnera e Begliomini; Carlos, Sidney e Del Nero; Luizinho, Sandro (Canhoto), Elyseo, Carioca e Echevarrieta. Técnico: Caetano de Domenico.
Corinthians: Inglês; Jango e Agostinho; Sebastião, Dino e Munhoz (Brandão); Lopes, Servílio, Teleco, Joane e Carlinhos. Técnico: Armando Del Debbio.

O Palestra Itália, atual SE Palmeiras, ficou com o título.

Veja mais:

Torneios Amistosos

Tabelão Histórico

Fonte: www.palmeiras.com.br; e Almanaque do Timão. Página adicionada em 04 Agosto 2025.

Taça Cidade de Porto Alegre (RS) de 1983

Nota da revista Placar: O público não se sensibilizou com o torneio promovido pelo Internacional. Gaúcho gosta é de jogo competitivo e, neste sentido, apenas Inter x Palmeiras agradou. Tecnicamente, porém, o melhor jogo foi o da abertura, Corinthians x América. O Corinthians mostrou a equipe muito bem armada. O América, a de futebol mais vistoso. A de mais garra, a do Inter. Para o Palmeiras, sobrou a glória de ter sido o único vencedor durante os 90 minutos, na decisão pelo terceiro lugar, com o América. Os outros três jogos foram resolvidos na cobrança de pênaltis. Destaques individuais: Zenon, Sócrates, Benítez, Mauro Galvão, Jorginho e Moreno.

CLUBES PARTICIPANTES

América Football Club, do Rio de Janeiro/RJ

Sport Club Corinthians Paulista, de São Paulo/SP

Sport Club Internacional, de Porto Alegre/RS

Sociedade Esportiva Palmeiras, de Sâo Paulo/SP

JOGOS DE 06/MAIO/1983

FASE ELIMINATÓRIO

INTERNACIONAL 1 (4) x (2) 1 PALMEIRAS
Local: Estádio do Beira Rio, em Porto Alegre/RS
Juiz: Paulo Sérgio Pinto
Renda: Cr$ 8.935.500,00 – Público: 12.249
Gols: Silvinho 4 e Carlos Alberto Seixas 13 do 1° tempo.
Internacional: Benítez, Luís Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão e André Luís; Ademir, Renê e Rubén Paz (Borracha); Sílvio (Paulo César), Geraldão e Silvinho. Técnico: Dino Sani.
Palmeiras: João Marcos, Perivaldo, Luís Pereira, Vágner e Márcio; Batista, Carlos Alberto e Cleo; Jorginho, Carlos Alberto Seixas e Carlos Henrique. Técnico: Rubens Minelli.
Obs. O Internacional venceu nos penais por 4 a 2 e fará a final.

CORINTHIANS 2 (4) x (3) 2 AMÉRICA
Local: Estádio do Beira Rio, em Porto Alegre (preliminar de Inter x Palmeiras)
Juiz: Luís Cunha Martins
Gols: Sócrates 10, Gílson 18 e Sócrates 43 do 1° tempo; Luisinho 30 do 2° tempo.
Corinthians: Leão, Alfinete, Mauro, Daniel González e Wladimir; Paulinho, Sócrates (Luís Fernando) e Zenon; Eduardo, Ataliba e Paulo Egídio. Técnico: Zé Maria.
América: Gasperin (Ernâni), Donato, Nei, Geraldo e Aírton; Pires, Gilberto e Moreno; Gilcimar, Luisinho e Gilson. Técnico: Edu
Obs. Nos penais Corinthians 4 a 3, que fará a final com o Internacional.

JOGOS DE 08/MAIO/1983

DISPUTA 3° LUGAR

PALMEIRAS 2 x 1 AMÉRICA
Preliminar de Inter x Corinthians
Juiz: José Nocelin
Gols: Luisinho 16 do 1° tempo; Jorginho 2 e 26 do 2° tempo.
Cartão Amarelo: Carlos Alberto e Batista.
Palmeiras: João Marcos, Perivaldo, Luís Pereira, Nenê e Márcio; Vágner, Carlos Alberto e Cleo; Jorginho, Carlos Alberto Seixas (Alcântara) e Esquerdinha. Técnico: Rubens Minelli.
América: Gasperin (Válter), Donato, Zé Dilson, Everaldo e Aírton; Pires, Gilberto e Moreno (Zé Antônio); Gilcimar (William), Luisinho e Batista. Técnico: Edu.

FINAL

CORINTHIANS 0 (4) x (1) 0 INTERNACIONAL
Local: Estádio Beira Rio, em Porto Alegre
Juiz: Silvio Oliveira
Renda: Cr$ 5.953.500,00 – Público: 8.509
Cartão Amarelo: André Luís
Corinthians: Leão, Alfinete, Mauro, Wágner e Wladimir; Paulinho, Sócrates e Zenon; Eduardo, Ataliba (Vidotti) e Paulo Egídio. Técnico: Zé Maria.
Internacional: Benítez, Luís Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão e André Luís; Ademir, Renê (Borracha) e Ruben Paz; Júlio (Paulo César), Geraldão e Silvinho. Técnico: Dino Sani.
Obs. O Corinthians venceu nos penais por 4 a 1 e ficou com o título.

Veja mais:

Torneios Amistosos

Tabelão Histórico

Fonte: Revista Placar, maio de 1983. Página adicionada em 23 Julho 2011.

Ranking das Federações Estaduais da CBF para 2026

Ranking Oficial das Federações de Futebol Estaduais da CBF, mais o Distrito Federal, para 2026. Divulgado em 23 de dezembro de 2025.

A somatória de pontos de todos os clubes, de cada estado, representa a média de pontuação da federação estadual correspondente.

# UF – Federação Pontos
SP – Federação Paulista de Futebol 93.528
RJ – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro 61.308
MG – Federação Mineira de Futebol 41.451
RS – Federação Gaúcha de Futebol 39.283
PR – Federação Paranaense de Futebol 31.792
CE – Federação Cearense de Futebol 24.954
GO – Federação Goiana de Futebol 24.148
SC – Federação Catarinense de Futebol 23.938
BA – Federação Baiana de Futebol 23.642
10° PE – Federação Pernambucana de Futebol 14.158
11° AL – Federação Alagoana de Futebol 12.240
12° PA – Federação Paraense de Futebol 10.710
13° MT – Federação Mato-Grossense de Futebol 9.346
14° AM – Federação Amazonense de Futebol 6.688
15° RN – Federação Norte-rio-grandense de Futebol 6.131
16° PB – Federação Paraibana de Futebol 5.507
17° MA – Federação Maranhense de Futebol 5.451
18° SE – Federação Sergipana de Futebol 5.082
19° DF – Federação Brasiliense de Futebol 3.633
20° PI – Federação de Futebol do Piauí 3.545
21° ES – Federação Capixaba de Futebol 2.623
22° TO – Federação Tocantinense de Futebol 2.435
23° AC – Federação de Futebol do Estado do Acre 2.306
24° RO – Federação de Futebol do Estado de Rondônia 1.648
25° RR – Federação Roraimense de Futebol 1.598
26° MS – Federação de Futebol do Mato Grosso do Sul 1.450
27° AP – Federação Amapaense de Futebol 1.375

Veja mais: Todos os rankings nacionais e internacionais.

Fonte a CBF.

Ranking Oficial de Clubes da CBF para 2026

RANKING OFICIAL DA CBF, divulgado em 23 de dezembro de 2025.

O Flamengo se manteve na liderança pelo sexto ano seguido. Corinthians assume a 2ª colocação.

O Ranking Nacional de Clubes leva em consideração o desempenho do clube nos últimos cinco anos das quatro primeiras divisões nacionais e da Copa do Brasil.

Total de 235 clubes rankeados:

Pos. Clube-UF Pontos
1 Flamengo-RJ 16.314
2 Corinthians-SP 14.930
3 Palmeiras-SP 13.860
4 Atlético-MG 13.696
5 São Paulo-SP 13.556
6 Fluminense-RJ 13.006
7 Botafogo-RJ 12.834
8 Athletico-PR 12.656
9 Bahia-BA 12.632
10 Vasco da Gama-RJ 11.330
11 Cruzeiro-MG 11.010
12 Grêmio-RS 10.636
13 Fortaleza-CE 10.382
14 Internacional-RS 10.014
15 RB Bragantino-SP 9.802
16 Santos-SP 8.852
17 Juventude-RS 8.426
18 Atlético-GO 7.476
19 America-MG 7.429
20 Vitória-BA 7.205
21 Ceará-CE 7.122
22 Cuiabá-MT 6.746
23 Goiás-GO 6.463
24 Coritiba-PR 6.381
25 Sport-PE 6.340
26 CRB-AL 6.150
27 Criciúma-SC 6.090
28 Mirassol-SP 5.537
29 Vila Nova-GO 4.750
30 Operário-PR 4.525
31 Avaí-SC 4.491
32 Novorizontino-SP 4.436
33 Chapecoense-SC 4.277
34 Botafogo-SP 4.036
35 Paysandu-PA 4.030
36 Brusque-SC 3.807
37 Remo-PA 3.764
38 Ponte Preta-SP 3.743
39 CSA-AL 3.736
40 Amazonas-AM 3.403
41 Ituano-SP 3.380
42 Tombense-MG 3.240
43 Volta Redonda-RJ 3.210
44 Náutico-PE 3.200
45 Guarani-SP 3.186
46 ABC-RN 3.008
47 Sampaio Corrêa-MA 2.908
48 Londrina-PR 2.865
49 Retrô-PE 2.707
50 Ypiranga-RS 2.686
51 Athletic-MG 2.570
52 Botafogo-PB 2.529
53 Confiança-SE 2.363
54 Ferroviária-SP 2.201
55 Aparecidense-GO 2.091
56 Maringá-PR 2.086
57 São Bernardo FC-SP 2.061
58 Caxias-RS 2.051
59 Figueirense-SC 1.983
60 Ferroviário-CE 1.916
61 Floresta-CE 1.838
62 America-RN 1.818
63 São José-RS 1.741
64 Manaus-AM 1.697
65 Altos-PI 1.575
66 Nova Iguaçu-RJ 1.566
67 Águia de Marabá-PA 1.437
68 Brasil-RS 1.434
69 Anápolis-GO 1.404
70 Sousa-PB 1.394
71 Tocantinópolis-TO 1.297
72 FC Cascavel-PR 1.271
73 Brasiliense-DF 1.242
74 ASA-AL 1.239
75 Porto Velho-RO 1.185
76 Pouso Alegre-MG 1.168
77 Ceilândia-DF 1.131
78 Portuguesa-RJ 1.101
79 Inter de Limeira-SP 1.070
80 Humaitá-AC 1.064
80 Trem-AP 1.064
82 Sergipe-SE 1.045
83 Juazeirense-BA 1.016
84 Itabaiana-SE 1.011
85 Maranhão-MA 1.001
86 Santa Cruz-PE 979
87 Tuna Luso-PA 978
88 São Raimundo-RR 965
89 Maracanã-CE 959
90 Cianorte-PR 940
91 Iguatu-CE 926
92 União Rondonópolis-MT 793
93 Operário-MS 783
94 Jacuipense-BA 756
95 Capital-DF 755
96 Real Noroeste-ES 754
97 Fluminense-PI 734
98 São Luiz-RS 707
99 Barra-SC 704
100 Treze-PB 703
101 Atlético-CE 679
102 Operário-MT 667
103 Manauara-AM 665
104 Água Santa-SP 659
105 Marcílio Dias-SC 658
106 Moto Club-MA 615
107 Parnahyba-PI 608
108 Concórdia-SC 607
109 Campinense-PB 599
110 Santa Cruz-RN 584
111 Azuriz-PR 559
112 Rio Branco-ES 536
113 Boavista-RJ 531
113 GAS-RR 531
115 Santo André-SP 510
116 Guarany de Bagé-RS 505
116 União-TO 505
118 Bahia de Feira-BA 501
119 Mixto-MT 494
120 Rio Branco-AC 482
121 Portuguesa-SP 461
122 Iporá-GO 459
123 Atlético-BA 456
123 Costa Rica-MS 456
125 Princesa do Solimões-AM 448
126 Patrocinense-MG 438
127 Lagarto-SE 435
128 CSE-AL 431
129 Real Brasilia-DF 429
130 Petrolina-PE 404
130 Capital-TO 404
132 Barcelona-BA 380
132 Jequié-BA 380
132 Independência-AC 380
135 Hercílio Luz-SC 372
136 Joinville-SC 370
137 Potiguar-RN 366
138 CRAC-GO 361
139 Novo Hamburgo-RS 357
140 Globo-RN 355
141 Central-PE 351
142 Olaria-RJ 350
143 Uberlândia-MG 347
144 Imperatriz-MA 346
145 Goianésia-GO 331
146 Goiatuba-GO 330
147 Rio Branco VN-ES 326
148 Camboriú-SC 324
149 Nova Venécia-ES 320
150 Itabuna-BA 316
151 Luverdense-MT 315
152 Aimoré-RS 314
153 Maricá-RJ 305
153 Paraná-PR 305
155 Audax Rio-RJ 304
155 River-PI 304
157 Caucaia-CE 279
158 Murici-AL 276
159 Quatro de Julho-PI 264
160 Oeste-SP 260
161 Monte Azul-SP 255
161 Itabirito-MG 255
161 Horizonte-CE 255
161 Pacajus-CE 255
161 Goiânia-GO 255
161 Penedense-AL 255
161 Porto Vitória-ES 255
168 Caldense-MG 253
169 Real Ariquemes-RO 238
170 Democrata GV-MG 234
170 Castanhal-A 234
172 Nova Mutum-MT 229
173 Resende-RJ 228
173 Cordino-MA 228
173 Falcon-SE 228
173 Vitória-ES 228
173 São Francisco-AC 228
178 São José-SP 204
178 Democrata SL-MG 204
178 Ipatinga-MG 204
178 Avenida-RS 204
178 Cametá-PA 204
178 Serra-ES 204
184 Villa Nova-MG 200
185 Nacional-AM 195
186 Nacional-PB 180
187 Juventude-MA 178
188 Tuntum-MA 175
189 XV de Piracicaba-SP 153
189 Sãojoseense-PR 153
189 Juventus-SC 153
189 Cruzeiro-AL 153
189 Interporto-TO 153
194 URT-MG 152
194 Icasa-CE 152
194 Grêmio Anápolis-GO 152
194 São Raimundo-AM 152
198 Votuporanguense-SP 125
198 Barcelona-RO 125
198 Dourados-MS 125
198 Oratório-AP 125
202 Pérolas Negras-RJ 102
202 Crato-CE 102
202 Próspera-SC 102
202 Afogados-PE 102
202 Ação-MT 102
202 São Paulo Crystal-PB 102
202 Náutico-RR 102
209 Portuguesa Santista-SP 100
209 Marília-SP 100
209 Glória-RS 100
209 Ji-Paraná-RO 100
209 Independente-AP 100
214 Guatany de Sobral-CE 89
215 Esportivo-RS 83
216 Peñarol-AM 77
217 Madureira-RJ 76
217 Jaraguá-GO 76
217 Gama-DF 76
217 Palmas-TO 76
217 Atlético-AC 76
217 Galvez-AC 76
217 Águia Negra-MS 76
217 Ypiranga-AP 76
225 Salgueiro-PE 75
226 Paragominas-PA 63
227 Picos-pI 60
228 São Bento-SP 51
228 Bangu-RJ 51
228 Boa Esporte-MG 51
228 Rio Branco-PR 51
228 Fast Clube-AM 51
233 Santa Cruz-RS 25
234 Aquidaanense-MS 10
234 Santana-AP 10

Veja mais: Todos os rankings nacionais e internacionais.

Fonte a CBF.

Yokohama F. Marinos (Japão)

Ficha do clube

Yokohama Marinos CO., YOKOHAMA F. MARINOS
Fundado em 1972
Endereço: 5F, Edifício DSM Shin-Yokohama, 2-6-3 Shin- Yokohama, Kohoku-ku, Yokohama-shi, Kanagawa – Japão
Estádio: Nissan (antigo International Stadium Yokohama)
Site oficial: www.f-marinos.com

Os dois escudos utilizados pelo clube.

Abaixo escudos do Nissan Motors FC e Yokohama Marinos antes da fusão entre os dois clubes.

Escudos antigos do Yokohama Marinos

Nomes do Clube

O clube surgiu em 1972 com o nome de Nissan Motor FC, antes de o futebol se profissionalizar na terra do sol nascente, sendo rebatizado para Yokohama, em 1975. Foi um dos fundadores da J-League, em 1992, e o nome do time mudou mais uma vez para Yokohama Marinos. Marinos é a palavra em espanhol para Marinheiros. Em 1999, o Yokohama Marinos incorpora o vizinho e arquirrival Yokohama Flugels, e muda o nome para Yokohama F. Marinos; o F. é em homenagem ao Flugels.

Crescimento e queda

O crescimento – Com o artilheiro argentino Ramón Díaz no comando do ataque, o Marinos finalizou as primeiras temporadas da J-League sempre nos postos mais altos da tabela, até que em 1995 veio o primeiro título. No entanto, a consagração chegou mesmo em 2003, ano no qual o atual treinador da seleção japonesa (em 2012), Takeshi Okada, assumiu as rédeas. O zagueiro Yuji Nakazawa, o meio-campista Daisuke Oku e o então recém-contratado atacante Tatsuhiko Kubo formaram a base do time que ganhou os dois turnos do campeonato. No ano seguinte, a contratação do craque sul-coreano Ahn Jung-Hwan teve sucesso imediato. Após igualdade em jogos de ida e volta, o Marinos repetiu o título nacional ao derrotar nos pênaltis o Urawa Red Diamonds, vencedor do segundo turno.

Okada não escondeu as suas ambições continentais às vésperas da temporada 2005, mas ficou longe de atingir os objetivos. O Marinos foi eliminado da Liga dos Campeões da Ásia ainda na fase de grupos e, no mesmo ano, terminou em um decepcionante nono lugar no Campeonato Japonês. Quando Okada foi demitido, em meados de 2006, o clube padecia na parte de baixo da tabela.

Títulos conquistados

Títulos Internacionais

Recopa Asiática (Copa Vencedores de Copas): 1991/92, 1992/93

Títulos Nacionais

Campeonatos Japonês: 1995, 2003, 2004, 2019, 2022

Copa do Imperador: 1983, 1985, 1988, 1989, 1991, 1992, 2013

JSL Cup: 1988, 1989, 1990

Copa do Japão (J-League): 2001

All Japan Senior Cup: 1976

J-Youth Cup: 2010 (Juniores)

Mascotes

Mascotes oficiais do Yokohama.

O Estádio

Estádio Internacional de Yokohama

O Marinos possui dois estádios: o Nissan, que tem mais de 72 mil lugares e é o maior do Japão, e o Mitsuzawa, com capacidade para 15 mil pessoas. O Nissan, também conhecido como Estádio Internacional de Yokohama, sediou a final da Copa do Mundo da FIFA Coreia/Japão 2002 e várias finais da Copa do Mundo de Clubes da FIFA. O Mitsuzawa é pequeno, mas o seu aspecto acolhedor ganhou a simpatia de muitos torcedores. Em 2007, foi inaugurado na cidade o Marinos Town, centro de treinamento com campos de jogo e a sede do clube.

Veja mais:

Clubes do Mundo

Clubes do Brasil

Fontes: www.f-marinos.com; Google Maps (em 2012), para o estádio. Página adicionada em 05 Agosto 2012.

Third Lanark Athletic Club

Ficha do clube
Third Lanark ACThird Lanark Athletic Club
Fundação: 1872 – Extinção: 1967
Endereço: Campo de Cathkin Park, Glasgow – Escócia

Cores: camisas vermelhas e shorts navy em 1872, evoluindo para as camisas vermelhas e calções brancos mais tradicionais em 1902.

Third Lanark Athletic Club foi um clube de futebol que existiu de 1872 a 1967. Os Third Lanark eram conhecidos como ‘Thirds’, ‘the Warriors’, ‘the Redcoats’ ou ‘the Hi-Hi’ (devido ao canto “Hi, Hi, Hi!” de seus torcedores).

O Third Lanark de 1904 com a Copa de Glasgow

Originalmente um dos grandes clubes do início do futebol escocês, o Third Lanark não foi o primeiro grande clube de futebol escocês a ser declarado falido e dissolvido, mas seu fim foi considerado um choque, já que o clube havia terminado em terceiro lugar na primeira divisão da Escócia, marcando 100 gols na temporada, em 1960-61.

O Third Lanark começou como o time de futebol americano do Third Lanarkshire Rifle Volunteers. Conhecido como 3° LRV. A mudança de nome para Third Lanark AC ocorreu em 1903, quando os laços com os militares foram cortados. O clube foi um membro fundador da Liga Escocesa de Futebol, e ganhou o campeonato da Liga em 1904, bem como ganhou a Copa da Escócia em 1889 e 1905.

O Third (Terceiro, em português) Lanark jogou no Cathkin Park. Este estádio era anteriormente conhecido como Hampden Park (o segundo de três terrenos a ter esse nome), antes do Queen’s Park vendê-lo para o Thirds e se mudar para um novo terreno com o mesmo nome. O Cathkin Park é atualmente propriedade da Câmara Municipal de Glasgow e, em três lados do terreno, grandes áreas do terreiro permanecem intactas.

Foto do ano 2019 – Cathkin Park.

O último dia da temporada 1960-61 viu o Third Lanark atingir um marco histórico. Venceram o Hibernian por 6 a 1 no Cathkin Park para chegar a 100 gols na temporada, e sua vitória garantiu o terceiro lugar na tabela mais competitiva da Primeira Divisão. A máquina de gols ‘escarlate’ de Goodfellow, Hilley, Harley, Gray e McInnes foi excepcional.

Apenas quatro anos depois, a agonia final do clube começou. A temporada 1965-66 encontrou o Thirds começando na Segunda Divisão, tendo sido rebaixado como consequência de sua temporada mais desastrosa de todos os tempos, com apenas três vitórias em 34 partidas na Liga.

Seguiram-se mais duas temporadas de mediocridade e descontentamento. O último jogo em casa do Third Lanark foi contra a Queen of the South e foi disputado no Cathkin Park em 25 de abril de 1967. Terminou empatado em 3 a 3 e foi o penúltimo jogo que o Third Lanark disputou na antiga Segunda Divisão naquela temporada. O último jogo dos Thirds foi uma derrota humilhante no Boghead Park, quando Dumbarton venceu por 5-1 em 28 de abril de 1967. Este jogo acabou com a existência do Thirds como um clube profissional sênior.

Os meses seguintes trouxeram uma Board of Trade investigation (investigação da Junta Comercial), revelando constantes disputas de jogadores e amargas lutas internas pelo poder. Esses eventos finalmente cobraram seu preço e, eventualmente, um liquidador foi nomeado. O clube foi declarado falido, sendo liquidado (extinto) em 1967.

Após a falência do Thirds, alguns de seus torcedores começaram a apoiar Pollok nas Scottish Junior Leagues (Ligas Juniores Escocesas), mas a grande maioria dos 10.000 torcedores do clube que passavam regularmente pelas catracas no início da década de 1960 foram sumindo para o futebol quase que de uma vez.

Jogadores famosos

Jimmy Brownlie 1906–1923
John Ferguson 1912–1916
Neilly Dewar 1927–1934 & 1937–1940
Jimmy Blair 1931–1944, também Manager (Gerente) 1954–1955
Jimmy Denmark 1931–1936
Jimmy Carabine 1934–1945, também Manager (Gerente) 1946–1949
Jimmy Mason 1936–1952
Jack ‘Soldier’ Jones 1937–1946
Harry Mooney 1942–1955
Bobby Mitchell 1943–1949
Ally MacLeod 1949–1956 e 1963
Wattie Dick 1949–1955
John ‘Jocky’ Robertson 1951–1963
Billy Houliston 1953
Dave Hilley 1958–1962
Joe McInnes 1956–1963
John McCormick 1959–1964
Hugh Curran 1962–1963
Drew Busby 1966–1967

Manager (Gerentes) famosos: Bob Shankly, George Young, Bobby Evans, Bobby Shearer.

Títulos:

Liga Escocesa de Futebol:
Campeão: 1903–04

Segunda Divisão Escocesa:
Campeão: 1931–32, 1934–35

Copa da Escócia:
Campeão: 1888–89 (como Third Lanarkshire Rifle Volunteers), 1904–05
Vice-campeão: 1876, 1878 (como Third Lanarkshire Rifle Volunteers), 1906, 1936

Copa da Liga Escocesa:
Vice-campeão: 1959–60

Glasgow Cup:
Campeão: 1903, 1904, 1909, 1963.
Vice-campeão: 1891, 1906, 1907, 1914, 1924, 1938, 1943, 1947, 1948, 1949, 1954, 1958

Glasgow Charity Cup:
Campeão: 1890, 1898, 1901, 1952, 1954 (título dividido), 1956 (título dividido)

Campo (Ground): Cathkin Park

Um novo clube Third Lanark Athletic Club foi fundado (reformado) como um time amador em 1971, e eventualmente joga na Greater Glasgow Amateur League.

Veja também:

+ Clubes do Mundo

+ Clubes do Brasil

Fonte: www.glasgowfa.co.uk/2019/members. Página adicionada em 16 Julho 2023.