Copa do Brasil 2009 – Semifinal e Final

 Semifinal
Data   Placar   Local/UF
27/05
Vasco da Gama/RJ
1 x 1 Corinthians/SP Rio de Janeiro/RJ
27/05
Internacional/RS
3 x 1 Coritiba/PR Porto Alegre/RS
03/06 Corinthians/SP 0 x 0 Vasco da Gama/RJ São Paulo/SP
03/06 Coritiba/PR 1 x 0 Internacional/RS Curitiba/PR
 FINAL
Data   Placar   Local/UF
17/06
Corinthians/SP
2 x 0 Internacional/RS São Paulo/SP
01/07
Internacional/RS
2 x 2 Corinthians/SP Porto Alegre/RS

Campeões do Campeonato Caruaruense (PE)

Ata de Fundação

Aos vinte e oito dias do mêz de Fevereiro do ano de mil novecentos e quarenta e um, no predio sito a Rua Duque de Caxias, numero onze (11) desta cidade, com a presença dos diretores e socios dos clubes de futebol da Cidade de Caruarú, como sejam:

Centro Esportivo Rosarense, representados pelos senhores: Severino Wencesláu de Carvalho, Deusdeth Barbosa, Luiz Gonzaga Cavalcanti e João Dantas de Oliveira;

Pelo Vera Cruz Futebol Clube os senhores: Beda Bastos, Manoel Pereira da Silva (Neco), Heleno Feijó, Ernesto Ferreira de Almeida, Cassimiro Ferreira da Silva e Manoel Miguel;

Pelo Comercio Futebol Clube os senhores, José Barbosa da Silva, João Sabino, Alcindo Vasconcelos e José de Souza;

e pelo São Paulo Futebol Clube, os senhores, Alberico Maciel Campos, Crispiniano Cordeiro, Marcionilo Pedroza e Antonio de Oliveira Chaves,

sob a presidencia do senhor Antonio de Oliveira Chaves, tendo como secretario o senhor José de Souza, discutiram a aprovaram o seguinte: Fundar uma liga de desportos, afim de patrocinar campeonatos anualmente da cidade de todo e qualquer esportes. Dar o nome de “Liga Desportiva Caruaruense”, tendo na sua bandeira as côres verde e branco.

Aclamar para presidente o senhor Antonio de Oliveira Chaves, pelo praso de um ano e ao mesmo tempo declara-lo empossado.

Declarando-se empossado o senhor presidente nomeou em comissão os seguintes auxiliares: para Secretario José de Souza – para Tezoureiro, Luiz Gonzaga Cavalcanti e para Diretor dos Sports – Marcionilo Pedroza.

Em seguida o senhor Presidente, de acordo com o diretor dos esportes, marcou o torneio Inicio do Campeonato de Futebol da Cidade em l94l, para o próximo dia 2 de Março, no Central Parque, mandando que o senhor diretor designasse os juizes e auxiliares, no qual estava obrigado a participar do mesmo, todos os clubes presentes a citada reunião, assim declarava todos estes filiados a Liga em vista de tratar-se dos seus clubes fundadores.

Nada mais havendo a tratar-se o senhor presidente encerrou a sessão, e eu José de Souza, Secretario, lavrei a presente ata de fundação, que vai assinada por mim, pelos representantes dos clubes e demais pessoas presentes. (aa) José de Souza, Antonio de Oliveira Chaves, Luis Gonzaga Cavalcanti, Diamantino Vila Nova, José Bernardo de Oliveira, Alberico Maciel Campos, João Sabino, José Barbosa, George de Albuquerque Pereira, José Lyra Gouveia, Crispiniano Cordeiro, Altino Vasconcellos, José Ferrer e Silva, Paulo Menezes Bené, Marcionilo Pedrosa e Estevão José.

Nota: Na Ata da Assembléia Geral, de 06 de maio de 1982, é citada a doação do Estádio Antonio Inácio de Souza pela Prefeitura Municipal de Caruaru à Liga Desportiva Caruaruense.

Ano Campeão Vice
1941 Comércio Futebol Clube Vera Cruz Futebol Clube
1942 Central Sport Club  –
1943 Central Sport Club  –
1944 Central Sport Club  –
1945 Central Sport Club  –
1946/47 não disponivel  –
1948 Central Sport Club  –
1949/50 não disponivel  –
1951 Central Sport Club  –
1952 Central Sport Club  –
1953 não disponivel  –
1954 Central Sport Club  –
1955/57 não disponivel  –
1958 Central Sport Club  –
1959/64 não disponivel  –
1965 não foi realizado  –
1966 não foi realizado  –
1967 não disponivel  –
1968 Independente Futebol Clube  –
1969 Unidos da Vila Futebol Clube  –
1970  –  –
1971  –  –
1972  –  –
1973 Associação Esportiva Rui Barbosa  –
1974 Associação Atlética Leão Dourado Associação Esportiva Rui Barbosa
1975 Esporte Clube Bahia  –
1976 Esporte Clube Bahia  –
1977 Portuguesa de Desportos Caruaruense Associação Atlética Campos Sales
1978 Independente Futebol Clube Associação Atlética Nova Caruaru
1979 Associação Atlética Nova Caruaru National Futebol Clube
1980 Ircosa Esporte Clube Portuguesa de Desportos Caruaruense
1981 Esporte Clube Bahia Associação Atlética Nova Caruaru
1982 Associação Atlética Nova Caruaru Comercial Esporte Clube
1983 Esporte Clube Bahia Associação Atlética Nova Caruaru
1984 Portuguesa de Desportos Caruaruense  –
1985 Portuguesa de Desportos Caruaruense Comercial Esporte Clube
1986 Ipiranga Futebol Clube Sociedade Desportiva Futebol Clube
1987 Independente Futebol Clube Esporte Clube Bahia
1988 Esporte Clube Bahia Elite Esporte Clube
1989 Ipiranga Futebol Clube Sociedade Esportiva Fluminense
1990 Real Madrid Futebol Clube Sociedade Desportiva Futebol Clube
1991 Esporte Clube Vassoural Esporte Clube Bahia
1992 Futebol Clube do Porto Ipiranga Futebol Clube
1993 Futebol Clube do Porto Esporte Clube Bahia
1994 Esporte Clube Bahia Independente Futebol Clube
1995 Esporte Clube Alto do Moura Esporte Clube Bahia
1996 Bonsucesso Futebol Clube Esporte Clube Bahia
1997 Associação Atlética e Rec. Tres Bandeiras Paissandu Atlético Clube
1998 Esporte Clube Vassoural Associação Atlética e Rec. Tres Bandeiras
1999 Paissandu Atlético Clube 15 de Janeiro Futebol Clube
2000 Arrudão Futebol Clube 15 de Janeiro Futebol Clube
2001 Arrudão Futebol Clube Esporte Clube Bahia
2002 Internacional Futebol Clube Esporte Clube Vassoural
2003 Sociedade Esportiva Pitombeira Clube Atlético do Porto
2004 Esporte Clube Bahia Clube Atlético do Porto
2005 Internacional Futebol Clube Esporte Clube Bahia
2006 Internacional Futebol Clube Real Madrid Futebol Clube
2007 Associação Esportiva Rui Barbosa Associação Atlética Vila Teimosa
2008 Associação Atlética Vila Teimosa Clube Atlético do Porto
2009 Associação Atlética Vila Teimosa Clube de Regatas Nacional
2010 Fluminense Atlético Clube Arco Íris Esporte Clube
2011 Sete de Setembro Futebol Clube Arco Íris Esporte Clube
2012 Sete de Setembro Futebol Clube Associação Esportiva Rui Barbosa
2013 Sete de Setembro Futebol Clube Associação Esportiva Rui Barbosa
2014 (1) sub judice
2015 Vila Nova Clube de Regatas Nacional
(1) A Liga Desportiva Caruaruense decidiu retirar o título do Campeonato Caruaruense de Futebol Amador de 2014 do Arco-íris. Segundo a organização do torneio, o clube escalou um jogador irregular durante a maioria dos jogos (14 partidas), o que não é permitido pelo regulamento da Liga. Com a determinação, o troféu passou a ser da equipe do Nacional, então vice-campeã. O Arco-Íris ainda tentou recorrer da decisão, mas as provas apresentadas não eram válidas. Como estava em desacordo com as normas, o título da LDC 2014 passou a ser do Nacional. Além de perder o título, como punição o Arco-íris foi rebaixado para a segunda divisão.

Posteriormente os advogados do Arco-íris, Eduardo Florêncio e Alexandre César, entraram com um pedido junto ao TJD-PE que serviu para a entidade caruaruense rever a decisão e recolocar o time na elite do futebol local. Está Sub Judice.

Sidney barbosa da SilvaPesquisas de Sidney Barbosa da Silva
Fontes: www.onordeste.com; ldcaruaru.comunidades.net; wwwligadesportivacaruaru.blogspot.com.br; e Arquivo www.campeoesdofutebol.com.br
Página adicionada em 18 de janeiro de 2016 – atualizada em 30/Dezembro/2020.

Campeonato Pernambucano – 1929

Torre campeão pernambucano de 1929
Fonte: Jornal Pequeno, 17 de Fevereiro de 1930

Transcrição da notícia do Jornal Pequeno, de 17.02.1930, sobre o título do campeonato pernambucano de 1929 conquistado, de forma invícta, pelo Torre Sport Clube.

O “Torre Sport Clube” é o campeão pernambucano de 1929.

Não faltam applausos os mais enthusiasticos á valente turma que, de victoria em victoria, invictamente conquistou o honroso titulo.

Cessem as manifestações injustas de espirito faccioso, contenham-se as paixões partidarias, extinga-se o tumulto dos interesses contrariados, para que todos os desportistas pernambucanos, numa unica emoção, saudem com enthusiasmo e com alegria o mais forte, o mais glorioso, o que attingiu soberbamente, a meta desejada.

E fel-o sem experimentar a sensação de uma derrota, o que destaca e o que enaltece a victoria final.

O “Torre Sport Club” faz jus ao estimulo de todos nós que nos consagramos aos desportos.

Conquistou o titulo de campeão de 1929 numa temporada das mais movimentadas destes ultimos annos de vida da L.P.D.T. em que todos os concorrentes apresentaram-se, galhardamente, com os seus quadros respeitaveis, harmonicos, capazes dos maiores feitos. Vencendo e empatando com esses contendores valorosos e chegando na vanguarda no computo dos pontos o clube da camisa rubra revelou uma pujança digna de registo e de louvores.

Saudemos, pois, aos bravos campeões de 1929, com a affusão do nosso melhor enthusiasmo.

Torre Sport Club
O Torre Sport Club ficou com o título.

Pos. / Clubes Participantes / Pontos Ganhos
(Campeonato realizado pela Liga Pernambucana de Desportos Terrestres)

1°. – Torre Sport Club, de Recife – 22 pontos.
2°. – Santa Cruz Futebol Clube, de Recife – 18 pontos.
3°. – Club Náutico Capibaribe, de Recife – 16 pontos.
4°. – America Futebol Clube, de Recife – 14 pontos.
5°. – Sport Club do Recife, de Recife – 12 pontos.
6°. – Sport Club Flamengo, de Recife – 09 pontos.
7°. – Club Sportivo da Encruzilhada, de Recife – 07 pontos.
8°. – Equador Esporte Clube, de Recife – 00 ponto.

05/05/1929- Flamengo 1 x 3 Santa Cruz
05/05/1929- Torre 3 x 0 Equador

12/05/1929- Náutico 3 x 3 Encruzilhada
12/05/1929- Sport 1 x 1 America

19/05/1929- Santa Cruz 6 x 0 Equador
19/05/1929- Torre 6 x 1 Flamengo

26/05/1929- America 2 x 1 Náutico
26/05/1929- Encruzilhada 3 x 2 Sport

02/06/1929- Flamengo 6 x 0 Equador
02/06/1929- Torre 3 x 0 Santa Cruz

16/06/1929- America 0 x 0 Encruzilhada
16/06/1929- Sport 2 x 4 Náutico

23/06/1929- America 6 x 0 Equador
23/06/1929- Flamengo 0 x 3 Sport

30/06/1929- Encruzilhada 2 x 2 Torre
30/06/1929- Santa Cruz 1 x 0 Náutico

07/07/1929- Flamengo 1 x 4 America
07/07/1929- Santa Cruz 1 x 1 Sport

14/07/1929- Encruzilhada 3 x 0 Equador
14/07/1929- Torre 2 x 1 Náutico

21/07/1929- Náutico 4 x 3 Flamengo
21/07/1929- Torre 1 x 1 Sport

28/07/1929- Encruzilhada 0 x 2 Flamengo
28/07/1929- Santa Cruz 1 x 4 America

04/08/1929- Náutico WO x 0 Equador
04/08/1929- Santa Cruz 1 x 0 Encruzilhada

11/08/1929- Sport WO x 0 Equador
11/08/1929- Torre 1 x 0 America

25/08/1929- Náutico 2 x 0 Encruzilhada
25/08/1929- Santa Cruz 2 x 0 Flamengo

01/09/1929- Torre 3 x 3 Sport

08/09/1929- Flamengo 2 x 0 Encruzilhada

15/09/1929- Santa Cruz 1 x 0 America

22/09/1929- America 1 x 2 Sport
22/09/1929- Santa Cruz 3 x 0 Encruzilhada

06/10/1929- Náutico 3 x 0 Santa Cruz
06/10/1929- Torre 2 x 0 Flamengo

15/10/1929- Náutico 4 x 1 America
15/10/1929- Sport 2 x 1 Encruzilhada

22/10/1929- Flamengo 5 x 0 Sport
22/10/1929- Torre 0 x 0 Santa Cruz

29/10/1929- America 2 x 1 Encruzilhada
29/10/1929- Náutico 2 x 2 Flamengo

05/01/1930- Santa Cruz WO x 0 Sport
05/01/1930- Torre WO x 0 Encruzilhada

12/01/1930- America 4 x 2 Flamengo
12/01/1930- Náutico 3 x 1 Sport

19/01/1930- Torre 2 x 2 America (O Torre foi considerado vencedor do jogo pois o America se retirou de campo antes do final da partida – os dois pontos foram dados ao Torre)
26/01/1930- Náutico 0 x 1 Torre

Pesquisas de Sidney Barbosa da Silva
Fontes: Jornal Pequeno, de 17.02.1930; RSSSF – Alguns dos resultados; e Arquivo www.campeoesdofutebol.com.br.
Página adicionada em 04 Agosto 2024.

26/04, DIA DO GOLEIRO

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Assim como o Dia da Sogra, quase ninguém se lembra de comemorar o Dia do Goleiro. Portanto, nada mais justo do que prestar essa homenagem antecipada ao jogador que na maioria das vezes (a não ser quando é o goleiro do nosso time), impede o grito de gol das torcidas mundo afora. Aquele que se impõe como o próprio contra-senso do futebol, capaz das defesas mais improváveis aos frangos mais humilhantes.

Chamado também de arqueiro, guarda-metas ou guarda-redes, herói ou vilão, é personagem singular no campo de jogo. Se antigamente ser goleiro era para quem não sabia jogar na linha, atualmente fala-se em vocação para atuar “debaixo dos paus”, na linguagem dos boleiros.

Há casos de goleiros que não saem da nossa memória. Como não se lembrar dos belgas Preud’homme e Pfaff ou dos italianos Zenga e Dino Zoff? Todos grandes goleiros, assim como o espanhol Zubizarreta e o alemão Schmeichel.

As lembranças de Taffarel pegando pênaltis em 94 e 98 comprovam que já há algum tempo, o Brasil, outrora criticado por não revelar bons goleiros, mudou essa imagem. Basta verificar a quantidade e a qualidade de goleiros brazucas atuando em campos estrangeiros.

Rogério CeniNão é de hoje que o Brasil vem produzindo magníficos goleiros: Castilho, Gylmar dos Santos Neves, Manga, Leão, Raul, Taffarel, Marcos, Rogério Ceni, Júlio César…. Desde Barbosa, nosso goleiro em 1950, até os dias de hoje, o Brasil evoluiu muito na posição, podendo ser considerado hoje um celeiro destes jogadores. O próprio Barbosa, crucificado na derrota para o Uruguai na copa supra-citada, era um excelente goleiro, nas palavras do mestre Armando Nogueira: “Certamente, a criatura mais injustiçada na história do futebol brasileiro. Era um goleiro magistral. Fazia milagres, desviando de mão trocada bolas envenenadas. O gol de Gighia, na final da Copa de 50, caiu-lhe como uma maldição.”

E como não falar de Rinat Dasaev, arqueiro da extinta União Soviética? Embora tenha sofrido com a seleção brasileira na Copa de 82, era um daqueles guarda-metas que ganhava os jogos com suas defesas. Dos que vi atuar, o mais completo. Frio e decisivo, rápido e explosivo, técnico e enorme.

Certos goleiros, mais do que inesquecíveis, marcaram época em sua geração e são e serão lembrados eternamente. Gordon Banks foi o inglês que, na Copa de 70, defendeu a cabeçada indefensável de Pelé; atuou no English Team entre 1963 e 1972, ano em que, devido a uma fatalidade, um acidente automobilístico o fez perder parte da visão de um olho, abreviando sua gloriosa carreira.

Ladislao Mazurkiewicz também disputou a Copa de 70 pelo Uruguai, além das copas de 66 e 74. Até hoje é tido como o melhor goleiro uruguaio de todos os tempos; defendeu o Atlético Mineiro e o Penarol-URU. Às vesperas da copa de 70, era considerado o melhor do mundo. No Brasil x Uruguai da mesma copa, foi protagonista de um lance inesquecível: sofreu um drible desconcertante de Pelé, na entrada da área, que acabou chutando para fora.

A Alemanha, país tradicional na posição de goleiro, revelou ao mundo Seep Mayer. Excelente técnica, defesas arrojadas e um reflexo impressionante, fizeram do “anjo irônico” um dos melhores jogadores da Copa de 74, quando a Alemanha Ocidental, com um time inferior a Holanda, sagrou-se campeã, graças principalmente as várias defesas do “gato”, outro de seus apelidos.

Yashin em açãoImpossível não falar de Lev Yashin. O “Aranha Negra” tinha esse apelido devido ao seu uniforme sempre todo preto; segundo a lenda, Yashin defendeu cerca de 150 pênaltis em toda a carreira, além de não ter sofrido gol em 270 jogos. Para se ter a verdadeira dimensão da importância do arqueiro russo, basta dizer que em 1971, quando se aposentou, a FIFA resolveu homenageá-lo com uma medalha de ouro especial, por sua extraordinária contribuição ao esporte.

Não apenas grandes goleiros, mas também folclóricos, não necessariamente nessa ordem. Como não recordar o mexicano Jorge Campos? Espalhafatoso no campo e na indumentária, gostava de jogar na linha e cobrar penaltis, além de ser baixo para a posição.

René Higuita, goleiro colombiano, ficou mais conhecido pelo seu estilo irresponsável de jogar do que pelas belas defesas, embora tenha dado nome a “defesa do escorpião”, em que se jogava para frente defendendo a bola com os pés. Ganhou manchete mundial na Copa de 90 no jogo contra Camarões, quando tentou driblar Roger Milla e perdeu a bola, ocasionando o gol que eliminou sua seleção.

E o que dizer de José Luis Chilavert? Extrovertido, provocador e artilheiro, o goleiro paraguaio se detacou por marcar 63 gols em sua carreira, sendo 45 de penalti, 15 de falta e 3 com a bola rolando; atuou na seleção de seu país e no clube argentino Velez Sarsfield, onde ganhou vários títulos, entre eles a Libertadores e o Mundial Interclubes.

Cada qual a seu tempo, com seu estilo e a sua maneira, todos marcaram e marcam gerações. Transformaram-se em verdadeiros ícones, ídolos e referências para o torcedor de futebol. Elaborei uma pequena e modesta lista dos 10 maiores goleiros, incluindo apenas os que vi jogar: 10º. Zubizarreta; 9º. Pfaff ; 8º. Van der Sar; 7º. Petr Cech; 6º. Schmeichel; 5º. Julio César; 4º. Buffon; 3º. Taffarel; 2º. Preud’home; 1º. Rinat Dasaev.


Autor: Luiz Fernando Vetere Alves – Graduado em Direito pelo IMB; Pós-Graduando em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte pela FACHA
Blog: Futebronca.blogspot.com   Twitter: Twitter.com/LFVetere.
Email: [email protected].
Página adicionada em 26/Abril/2010.

O Fluminense Football e Yacht Club

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por Laércio Becker, de Curitiba-PR, Email: [email protected]

O atual Iate Clube do Rio de Janeiro, da Av. Pasteur, 333, em Botafogo, foi fundado com o nome de Fluminense Yacht Club (FYC), em 25 de março de 1920, na sede do Fluminense Foot-ball Club (FFC), na Rua Álvaro Chaves, por 28 sócios deste clube que, liderados por Arnaldo Guinle, queriam uma entidade para práticas náuticas.

Por que fundaram novo clube em vez de o Fluminense estender suas modalidades esportivas? A explicação está em carta de 02.04.1943, assinada por Arnaldo Guinle, então Comodoro (presidente) do FYC, na qual conta que:

“De acordo com a ata de fundação do Fluminense Yacht Club (…), o Fluminense Foot-ball Club, ao fundar o Fluminense Yacht Club, o fez com a intenção de criar um departamento de esporte no mar e se desde logo não o integrou em sua organização de esporte terrestre, foi devido unicamente ao fato de que necessitando ainda de grandes somas para executar o seu programa de construção e aparelhamento esportivo, julgava impossível atingir esse objetivo procurando fundos também para uma larga organização dos esportes do mar. Achei, portanto, de melhor alvitre conservar este departamento independente dirigido por aficcionados desse esporte que mais facilmente levantariam as somas indispensáveis à execução do seu programa construtivo.”

O FFC tinha uma concessão do Ministério da Guerra para instalar uma seção náutica na área da “Bateria do Morro da Viúva”. Em vez de utilizá-la, pelos motivos acima, acabou cedendo-a ao FYC, mas sob as seguintes condições: os sócios do FFC teriam isenção de jóias de entrada, o FYC adotaria as mesmas cores do FFC e os dois clubes teriam que fazer a fusão, quando o FFC julgasse conveniente.

Com a perda da área do Morro da Viúva, a partir de 1926 o FYC obteve diretamente do governo (e não por meio do FFC) as cartas de aforamento de um novo terreno, na então Praia da Saudade, que depois foi aterrada e onde se localiza sua atual sede.

Em 1943, com a já citada carta, enviada aos sócios do FYC, Arnaldo Guinle procura executar a projetada fusão. Com a fusão, seria mantido o nome Fluminense e alterada apenas a designação (Foot-ball Club e Yacht Club), que ainda seria objeto de deliberação.

Arnaldo Guinle
Arnaldo Guinle

Iate Clube do Rio de Janeiro
Escudo do Iate Clube em 2012 

Ocorre que o FYC já não dependia do FFC para a concessão de cartas de aforamento, já que lhe foram concedidas diretamente. Além disso, os novos sócios do FYC não tinham vínculo com o FFC, sentiam-se responsáveis pelas benfeitorias implementadas no novo clube e temiam a superlotação de sua sede pelos sócios do FFC.

Diante das grandes resistências do quadro social do FYC, o FFC liberou o FYC do compromisso de fusão. A título de compensação “moral”, o FFC solicitou por ofício – e o FYC aprovou por unanimidade, em 25.06.1943 – “a garantia de que, se, porventura, os sócios do Fluminense Yacht Club vierem a modificar a sua atual orientação de princípio, não realizarão fusão alguma com outra sociedade de finalidade esportiva especializada diferente da do Fluminense Yacht Club, a não ser com o Fluminense Foot-ball Club”.

No mesmo ofício, o FFC também liberou o FYC para, querendo, mudar seu nome e/ou suas cores, que “o Fluminense Foot-ball Club não considerará ato de descortesia ou de deselegância para com ele, qualquer medida nesse sentido”.

Em 23.07.1943, o FYC mudou de nome para o atual – Iate Clube do Rio de Janeiro. Magoado com tudo isso, em 27.09.1943, Arnaldo Guinle renunciou à Comodoria (presidência) e, em dezembro de 1943, reassumiu a presidência do seu querido Fluminense Foot-ball Club.

Patrono do FFC desde 17.07.1920, Patrono do FYC desde 24.09.1929, Presidente do FFC de 1916 a 1931 e de 1943 a 1946, Presidente do FYC da fundação até 1943, Arnaldo Guinle morreu em 1963, sem testemunhar a tão sonhada fusão que, na opinião de Paulo Coelho Netto, resultaria na “maior organização esportiva do mundo” da época.


Pesquisas de Laércio Becker – Fontes: BARROSO, Helio. Na Praia da Saudade: a história do Iate Clube do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005. COELHO NETTO, Paulo. História do Fluminense: 1902-2002. 2ª ed. Rio de Janeiro: Pluri, 2002.
Página adicionada em 17 de julho de 2010.

TÍTULOS DA AE GUARIROBA

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Principais conquistas no futebol

Campeão Regional de 1970

Campeonato Municipal de Taquaritinga 1969 e 2006

Abaixo foto da galeria com mais de 270 troféus (conquistados em Torneios e Premiações recebidas).

Galeria de Troféus da AE Guariroba

Títulos em outras modalidades

Campeão do Campeonato de Mini-Campo do Lions Club de Taquaritinga em 2001 (equipe de atletas da A.E.G.)

Bi-Campeão do Campeonato de Futsal Alzino Micali em Guariroba 2007/2008 (equipe de atletas da A.E.G.)

Campeão do Campeonato de Futsal dos Comerciários de Taquaritinga em 2009 (equipe de atletas da A.E.G.)


Fonte: Arquivo de Rodrigo Micali ( [email protected] ), historiador da Associação Esportiva Guariroba
Publicado no www.campeoesdofutebol.com.br com autorização.
Página adicionada em 30 de julho de 2011.

Antigos Campos e Estádios do Futebol Amazonense

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Os Primeiros Campos e Estádios

Campos e Estádios
No início, os campos oficiais de futebol da cidade de Manaus eram praticamente o do General Carneiro e General Osório, além de alguns campos de várzea, que no decorrer do ano, ficavam impossibilitados de se jogar devido às enchentes no meio do ano, mais precisamente entre os meses de maio e julho. Bem mais tarde foi construído o Parque Amazonense, como também, o Estádio Ismael Benigno, popularmente conhecido como Estádio da Colina, além do Estádio
Vivaldo Lima.

O Estádio Parque Amazonense
Foi muito utilizado pela população de Manaus e era localizado no Beco do Macedo, ficando numa vasta área do bairro da Vila Municipal, hoje Adrianópolis, com entrada principal pela rua Belém. Mais tarde parte dessa área foi ocupada e transformada em bairro.

O terreno pertenceu a um cidadão português e depois foi doado à Maçonaria, que voltou a por em funcionamento um hipódromo e um campo de futebol, onde ocorriam os grandes clássicos do futebol Amazonense, tais como : Rio Negro e Nacional, Rodoviário e Américo, Nacional e Fast Clube e Auto Sporte e Olímpico Clube.

Segundo Zamith, “A partir de 1918, no Parque Amazonense, foi disputado o campeonato
amazonense amador. Em seguida, também foi construído o Campo do Luso, também conhecido como Prado, havia corridas de cavalo com regularidade aos domingos e boa organização, pelo menos até o final de 1930. A largada das corridas era em frente às arquibancadas do estádio e tinha um percurso que formava toda a área do hoje bairro N.S. das Graças, antigo Beco do Macedo”.

Até o ano de 1976, o estádio “PARQUE AMAZONENSE” situado a 1KM do centro de Manaus, na rua Belém, era o mais antigo estádio da cidade de Manaus, porém foi derrubado. Sua capacidade era de 10.000 pessoas.

A revista Esporte Em Revista, edição número 7, do dia 10 de outubro de 1967, que circulava quando o futebol amazonense estava em plena evo­lução, publica uma declaração de Walter Rayol, antigo cronista, conhecido por Zé do Parque e político atuante, sobre o Parque Amazonense. O Parque começou a existir nos idos de 1906. Foi no Govêrno do então coronel Antônio Constantino Nery, sendo Prefeito Municipal de Manaus o coronel Adolpho.

Parque AmazonenseGuilherme de M. Lisboa que com uma Lei da Intendência autorizou fosse concedida a um cidadão uma área de terras no antigo bairro do Mocó, para ali ser construído um Hipódromo. O Hipódromo foi instalado e funcionou normalmente até 1912 quando a crise da borracha motivou o seu fechamento. Voltou a funcionar a sua pista de corrida somente em 1918, graças aos esforços de Alfredo Costa, Lazar Klein, Manuel Marques, o lusitano Maximino e outros proprietários de coudelarias. Já nessa época havia, simultaneamente, partidas de futebol e corridas de cavalos porque o Dispensário Maçônico, que recebera o antigo Hipódromo, por doação, ali fizera um estádio para a prática do esporte-rei, cuja inauguração verificou-se em 1918, quando aqui esteve pela primeira vez, um combinado cearense. A partir daí, no Parque foram disputados os campeonatos de futebol amazonense. Em seguida, também foi construído o campo do Luso, nos Bilhares onde eram disputados jogos oficiais, de acordo com os interesses da FADA e dos clubes.

No dia 3 de outubro de 1942, foram inaugurados os refletores do Parque para jogos noturnos. Nesse dia foi disputado um amistoso entre Fast e Olympico, em beneficio da Cruz Vermelha Brasileira. O ato foi presidido pelo Interventor Alvaro Maia, Prefeito Antóvila Mourão Vieira, Coronel Gentil Barbato e pelo Dr. Manoel Barbuda. O Fast promovia a estréia de alguns jogadores vindos do futebol paraense, como Luizinho, Zé Luiz, Fedegundes e Chinelo. Venceu a partida por 8 a 1. Um dos estreantes, Zé Luiz, fez quatro gols. O Fast formou com Raul, Adauto e Canhão; Valdemir, Gioia e Chinelo; Cabral, Fedegundes, Zé Luiz, Luizinho e Paulo Batata.

Em 1946, o Parque foi arrendado à Federação Amazonense de Desportos Atléticos (FADA), então sob a direção do Dr. Menandro Tapajós, presidente; Walter Rayol, vice; Mansueto Queirós, secretário; tenente Waldir Martins, tesoureiro e Antônio Dias dos Santos, adjunto. Na época era Interventor Federal, o dr. Júlio da Silva Nery, que auxiliou financeiramente a entidade dos desportos, e esta, com a ajuda do comércio, mandou murar todo o estádio, construindo as gerais de concreto, tendo estas recebido o nome de Júlio Nery.

O América futebol Clube, dos irmãos Teixeira (Artur e Amadeu), tornou-se arrendatário do Parque a partir da década de 60 e assim ficou até pouco depois da inauguração do estádio Vivaldo Lima. Pagava mensalmente certa importância à Maçonaria pelo locação do imóvel mas, com a abertura do novo estádio, os jogos foram saindo do Parque e, sem poder cumprir seus compromissos por falta de recursos, o jeito foi entregá-lo ao legítimo proprietário.

Na administração do América, quando Flaviano Limongi estava à frente da FAF, fundada em 1966, o Parque recebeu vários melhoramentos, visando a dar maior comodidade ao torcedor. A entidade custeou a construção de duas pequenas gerais de madeira atrás das metas, aumentando um pouco mais o espaço para os torcedores. Renovou por completo a velha arquibancada, também aumentando a sua capacidade.

No dia 21 de maio de 1967, quando jogavam Rio Negro e São Raimundo, pelo campeonato de 1966, pouco faltava para a conclusão dos trabalhos que estavam sendo feitos na arquibancada. O público pagante era de 5.881. Ao término do jogo, quando os torcedores procuravam o caminho para deixar esse setor, algumas tábuas que serviam como uma espécie de passarela, deslizaram e muita gente caiu de uma altura de aproximadamente três metros. Houve grande tumulto, várias pessoas feridas e um cidadão saiu com ferimentos graves. Foi internado e assistido sob às expensas da entidade, mas infelizmente veio a falecer quase um mês depois devido a outras complicações.

Venda do Estádio e Destruição
O Parque foi vendido em 1976 a uma firma da Zona Franca de Manaus, a Florida, do comerciante Francisco (Dinor) Castelo Branco que alguns anos depois a repassou para uma empresa de construção. Correu que a idéia inicial era a de construir um conjunto habitacional no local. Logo que o novo proprietário tomou posse do imóvel, de imediato foi demolida a arquibancada de estrutura de ferro, coberta com telhas de barro de fabricação portuguesa e a geral de cimento, cujo material foi todo amontoado no campo de jogo.

A cabine da crônica esportiva, que tinha a denominação de Pavilhão Gilberto Mestrinho, construído no seu primeiro governo em área que não pertencia ao Parque, também foi demolida sem que qualquer membro da ACLEA tomasse uma decisão para reaver o prejuízo causado ao seu patrimônio.
A área do Parque foi vendida por Um milhão e Trezentos Mil Cruzeiros. O Prefeito Jorge Teixeira ainda tentou devolver ao nosso futebol o velho estádio.

O último jogo
O último jogo disputado oficialmente no campo do Parque, valeu pelo campeonato de profissionais, no dia 8 de julho de 1973. Nesse dia o torcedor jamais acreditaria que Rio Negro e Rodoviária estivessem fechando os portões de ferro do velho campo da então rua Belém, também chamado de campo da linha circular, por ser aquela artéria um dos itinerários dos bondes de duas lanças que faziam a linha Circular-Cachoeirinha.

O Rio Negro venceu por 3 a 1 e o atacante Osmar; que viera do futebol paraense, foi o autor dos três tentos, todos no primeiro tempo. Sudaco, que havia jogado no Fluminense do Rio e no futebol paraense, marcou o tento da Rodoviária no segundo tempo.

RIO NEGRO : aovis, Pedro Hamiltom, Casemiro, Biluca e Nonato, Denilson e Jorge Cuíca; Rolinha (Orange), Osmar (Almir), Zé Cláudio e Sardo.

RODOVIÁRIA: Iane, Mesquita, Joaquim, Valter Costa e Téo; Tadeu (Jarlito) e Sudaco; Zezé (Laércio),Wiison Lopes, Roberto e Julião.

A renda foi de Cr$ 21.286,00, para um público pagante de 4.459. Zé Cláudio, do Rio Negro e Julião, da Rodoviária, foram os últimos jogadores profissionais expulsos no campo do Parque Amazonense.


Pesquisas de Sidney Barbosa da Silva e Rafael de Paula da Silva.
Fontes consultadas: Livro Baú Velho, de Carlos Zamith, Jornal A Crítica (AM), Futebol Amazonense, Site do Nacional (AM), Convibra, Blog do Rocha; Blog História do Futebol; e Arquivo www.campeoesdofutebol.com.br.
Página adicionada em 11/Fevereiro/2009 – revisada em 05/Abril/2022.

Maiores Públicos do Palmeiras

Loja Campeões do Futebol

* All attendances, in São Paulo (SP), at least 90.000.
Todos os públicos em São Paulo (SP), acima de 90.000.

** Excepting the matches with both present and paid attendances, the others mention only the paid attendance.
Exceto os jogos onde constam as informações dos públicos presente e pagante, todos os outros referem-se aos públicos pagantes.

1) 15/08/78- 127.723- Palmeiras 2-0 Santos, C.Paulista, Morumbi [123.318p]
2) 22/12/74- 120.902- Palmeiras 1-0 Corinthians, C.Paulista, Morumbi [120.522p]
3) 17/06/79- 119.113- Palmeiras 0-0 São Paulo, C.Paulista, Morumbi [112.016p]
4) 27/06/71- 115.435- Palmeiras 0-1 São Paulo, C.Paulista, Morumbi [103.887p]
5) 01/12/91- 112.031- Palmeiras 0-0 São Paulo, C.Paulista, Morumbi [110.915p]
6) 20/12/92- 110.887- Palmeiras 1-2 São Paulo, C.Paulista, Morumbi
7) 10/08/78- 104.526- Palmeiras 0-1 Guarani , C.Brasileiro, Morumbi [99.829p]
8) 12/06/93- 104.401- Palmeiras 4-0 Corinthians, C.Paulista, Morumbi [99.929p] (*)
9) 31/08/86- 104.135- Palmeiras 0-0 Inter (SP), C.Paulista, Morumbi
10) 16/04/89- 102.987- Palmeiras 2-0 Corinthians, C.Paulista, Morumbi [102.167p]
11) 31/08/77- 102.939- Palmeiras 0-1 Corinthians, C.Paulista, Morumbi [98.059p]

12) 18/02/79- 99.967- Palmeiras 0-0 Corinthians, C.Paulista, Morumbi [94.852p]
13) 12/11/78- 97.927- Palmeiras 0-3 Corinthians, C.Paulista, Morumbi [94.872p]
14) 08/05/77- 97.321- Palmeiras 0-0 Corinthians, C.Paulista, Morumbi [91.795p]
15) 14/03/93- 97.210- Palmeiras 0-0 São Paulo , C.Paulista, Morumbi [96.340p]
16) 20/05/79- 97.179- Palmeiras 2-0 Corinthians, C.Paulista, Morumbi [91.193p]
17) 04/12/83- 95.871- Palmeiras 1-1 Corinthians, C.Paulista, Morumbi [91.461p]
18) 08/12/83- 95.784- Palmeiras 0-1 Corinthians, C.Paulista, Morumbi
19) 24/08/86- 95.759- Palmeiras 1-0 Corinthians, C.Paulista, Morumbi
20) 06/06/93- 93.736- Palmeiras 0-1 Corinthians, C.Paulista, Morumbi
21) 27/08/86- 92.982- Palmeiras 3-0 Corinthians, C.Paulista, Morumbi
22) 06/05/73- 92.443- Palmeiras 1-1 Santos, C.Paulista, Morumbi
23) 27/04/80- 92.248- Palmeiras 2-2 Flamengo-RJ, C.Brasileiro, Morumbi [86.883p]
24) 05/08/84- 91.697- Palmeiras 1-1 Santos , C.Paulista, Morumbi [85.556p]

25) 07/11/76- 91.293- Palmeiras 0-0 Corinthians, C.Brasileiro, Morumbi [86.013p]
26) 05/12/92- 91.257- Palmeiras 2-4 São Paulo , C.Paulista, Morumbi [90.688p]

27) 02/05/93- 90.357 Palmeiras 0-3 Corinthians C.Brasileiro Morumbi [89.326p]

28) 27/01/80- 90.000 Palmeiras 1-1 Corinhians C.Brasileiro Morumbi [87.185p]

(*) 3X0 in normal time; 1×0 in extra time.
3×0 no tempo normal; 1×0 na prorrogação.

– ISSUES :

23/08/87 Palmeiras 1-3 São Paulo C.Paulista Morumbi [89.531p]
19/12/93 Palmeiras 2-0 Vitória-BA C.Brasileiro Morumbi [88.644p]
30/01/80 Palmeiras 0-1 Corinthians C.Paulista Morumbi [87.212p]

– MORE THAN 90.000 ATTENDANCES BY MATCH :

1) Corinthians : 16
2) São Paulo : 6
3) Santos : 3
4) Flamengo, Guarani e Internacional de Limeira : 1

– COMPETITIONS :

1) Campeonato Paulista : 23
2) Campeonato Brasileiro : 5

– MORE THAN 90.000 ATTENDANCES BY DECADE

1) 1971 – 1980 : 14
2) 1981 – 1990 : 7
3) 1991 – 2000 : 7

– BEST ATTENDANCES IN CAMPEONATO BRASILEIRO :

1) 10/08/78 104.526 Palmeiras 0-1 Guarani C.Brasileiro Morumbi [99.829p]
2) 27/04/80 92.248 Palmeiras 2-2 Flamengo-RJ C.Brasileiro Morumbi [86.883p]
3) 07/11/76 91.293 Palmeiras 0-0 Corinthians C.Brasileiro Morumbi [86.013p]
4) 19/12/93 88.644 Palmeiras 2-0 Vitória-BA C.Brasileiro Morumbi
5) 20/04/83 80.584 Palmeiras 2-2 Santos C.Paulista Morumbi [76.215p]
6) 30/04/83 76.965 Palmeiras 0-0 Vasco-RJ C.Brasileiro Morumbi

– Best attendance in Copa Rio 1951 (in Rio) : Palmeiras 2-2 Juventus-ITA, 100.093, 04/08/52, Maracanã [82.892p.]
– Best attendance in Copa Rio 1951 : Palmeiras 0-4 Juventus-ITA, 40.000, 08/07/51, Pacaembu (estimated)
– Best attendance in Copa Libertadores da América : Palmeiras 0-0 Boca Juniors-ARG, 75.000, 21/06/2000, Morumbi [69.195p]
– Best attendance in Torneio Rio-São Paulo : Palmeiras 0-1 Corinthians, 65.243, 13/04/60, Pacaembu
– Best attendance in Torneio Roberto Gomes Pedrosa : Palmeiras 1-0 Corinthians, 55.992, 04/06/67, Pacaembu [40.032p]
– Best attendance in Taça Brasil : Palmeiras 8-2 Fortaleza-CE, 40.000, 28/12/60, Pacaembu (estimated)
– Best attendance in Copa do Brasil : Palmeiras 2-0 Cruzeiro-MG, 45.237, 30/05/98, Morumbi
– Best attendance against Portuguesa de Desportos : Palmeiras 2-1 Portuguesa, 53.363, 02/11/47, Pacaembu
– Best attendance against Ponte Preta : Palmeiras 2-1 Ponte Preta, 46.646, 07/10/78, Pacaembu [42.331p]
– Best attendance in Palestra Itália Stadium : Palmeiras 1-0 XV de Piracicaba, 40.283, 18/08/76 [35.913p]


Tudo sobre o Palmeiras


História Títulos Estádios + Palmeiras   + Clubes

Alexandre Magno Barreto Berwanger

Página adicionada em 31 Julho 2011 – atualizada em 21 Setembro 2020. Fontes: – Archive : Alexandre Magno Barreto Berwanger ( [email protected] )
– Attendances in Copa Rio 1951 : http://www.rsssfbrasil.com/miscellaneous/attcrio51.htm
– Best Attendances in Brazil : http://www.rsssfbrasil.com/miscellaneous/attendances.htm
– Best Attendances in Campeonato Paulista : http://www.rsssfbrasil.com/miscellaneous/attendsp.htm
– Best Attendances in matches of Santos : http://www.rsssfbrasil.com/miscellaneous/attsantos.htm
– Book : Anuário PLACAR 2003.
– CD Rom : História do Brasileirão de 1971 a 2001 – Revista PLACAR.
– Newspapers : Folha de São Paulo and Jornal do Brasil
– , https://acervo.oglobo.globo.com

– SEE ALSO:

– Best Attendances in Pacaembu Era ( 1940/1969 ) : http://www.rsssfbrasil.com/miscellaneous/attpacaembu.htm

Semifinal da Libertadores reafirma rivalidade entre Brasil e Argentina

O confronto entre Brasil e Argentina dispensa apresentações. A rivalidade centenária ultrapassa a barreira das quatro linhas. A verdade é que os dois países sulamericanos competem em tudo: quem tem a melhor economia, a melhor política, as melhores atrações turísticas e até o melhor churrasco. Tudo é motivo para competir!

No futebol, não poderia ser diferente. Nesta temporada, a semifinal da Libertadores da América colocará em campo dois confrontos gigantes, com quatro equipes que dispensam apresentação e com muita tradição em seus países. É Brasil x Argentina, é rivalidade à flor da pele. De um lado, o atual campeão Grêmio encara a força do River Plate. No outro, o Palmeiras busca voltar a uma final do torneio ddiante o sempre perigoso Boca Juniors. É só jogão! O Tricolor gaúcho abre a fase diante do River no próximo dia 23, às 19h30, no Monumental de Núñes. O Verdão joga um dia depois, dia 24, às 21h45, contra o Boca, na La Bombonera.

Entre os semifinalistas, todos já foram campeões da América. O maior é o Boca Juniors, com seis canecos conquistados. O River Plate também tem tradição na competição, com três torneios faturados. O Grêmio, atual campeão, também já venceu a Libertadores em três oportunidades. Se vencer o torneio em 2018, se torna o clube brasileiro com mais títulos continentais (hoje o time gaúcho está empatado com São Paulo e Santos). O Palmeiras busca o bicampeonato. Quem será que vence a competição em 2018?

As apostas na semifinal da Libertadores já estão abertas.
As semifinais da Libertadores da América marcam o reencontro de quatro potências do futebol sul-americano.

Palmeiras enfrenta Boca Juniors para voltar à final
De um lado, Palmeiras x Boca Juniors, que já fizeram confrontos memoráveis pela competição continental. O jogo que mais repercutiu foi na semifinal da Libertadores de 2001, com certeza. Depois de 17 anos, o duelo ainda dá o que falar. Nesse ano, a equipe argentina levou a melhor. Foram dois empates em 2 a 2 — na Bombonera e no Palestra Itália — e a classificação do Boca garantida nas cobranças de pênaltis, graças ao talento do meia Juan Román Riquelme. No entanto, o primeiro jogo, em Buenos Aires, entrou para a história do futebol sul-americano pela polêmica arbitragem do paraguaio Ubaldo Aquino. Ele marcou um pênalti inexistente do zagueiro brasileiro Alexandre sobre o atacante argentino ainda no primeiro tempo e depois deixou de marcar uma penalidade sobre o volante Fernando, quando a partida estava 2 a 2.

Na história geral dos duelos, Palmeiras x Boca se enfrentaram 23 vezes. Foram 8 vitórias do Palmeiras, 3 do Boca Juniors e 12 empates. As duas equipes também se enfrentaram este ano, na fase classificatória. Nos dois jogos disputados na primeira fase, as duas equipes empataram em um gol no Aliance Parque e o Palmeiras venceu o confronto na Bombonera, por 2 a 0. O Verdão foi o quinto clube brasileiro a vencer os argentinos em Buenos Aires. Também foi o primeiro a ganhar por dois gols de diferença na casa dos hemanos.

O Palmeiras vive um grande momento neste segundo semestre de 2018. Depois de um primeiro semestre conturbado, o Verdão parece que encontrou o caminho da felicidade com o técnico Luiz Felipe Scolari. Depois da volta do comandante, o time embalou uma sequência positiva que o garantiu na liderança isolada do Brasileirão e também na semifinal da Libertadores da América.

Os números impressionam e empolgam o torcedor que espera as duas conquistas nesta temporada. O Palmeiras de Felipão já fez 18 jogos e conquistou 13 vitórias até agora. Foram quatro empates e apenas uma derrota. Os setores do time também impressionam. A defesa é a menos vazada do país com apenas quatro gols sofridos em 18 partidas. O ataque é um dos mais positivos: 51 gols marcados em 18 partidas, uma média de 2,83 gols por partida.

Grêmio defende o título contra o perigoso River
Atual campeão da Libertadores, o Grêmio defende o título e a temporada diante do River Plate. Isso porque o Tricolor Gaúcho já foi eliminado da Copa do Brasil e está cada vez mais distante dos líderes do Brasileirão. As apostas estão todas no bicampeonato da América.

O técnico Renato Gaúcho nunca escondeu o desejo de vencer a Libertadores pela segunda vez, mas nunca deixou de lado as outras competições. Para chegar a mais uma decisão e continuar sonhando com o bi. Para isso, terá que passar pelo River Plate. O confronto é marcado pelo equilíbrio com uma leve vantagem brasileira. Foram 17 partidas até agora com 9 vitórias gremistas, 6 argentinas e dois empates.

Vale lembrar que as duas equipes já se enfrentaram pelas oitavas de final da Libertadores de 2002 e o Grêmio levou a melhor. No Monumental de Nunes, o time gaúcho venceu os argentinos por 2 a 1. Na volta, no estádio Olímpico, a equipe gaúcha aplicou uma goleada por 4 a 0 e avançou na competição.

Semifinal da Libertadores em probabilidades
As semifinais da Libertadores da América estão agitando as cassas de apostas. Muitas pessoas estão escolhendo os seus favoritos e entrando na disputa da maior competição de futebol de clubes da América. Quem vai levar a melhor nesta fase decisiva?

Nos sites de apostas online, o confronto Boca Juniors x Palmeiras é o mais equilibrado. Por enquanto, a vitória do time argentino paga 2.13 das apostas, enquanto vitória do Verdão paga 3.75, com 3,07 para o empate.

Na outra semifinal, o River Plate é o favorito com Odds de 1.95 das apostas até agora. O Grêmio está com 4.36 e o empate, 3.11

Nos próximos dias mais um capítulo desse enfrentamento entre Brasil e Argentina que já dura mais de um século no futebol.