VICENTE MATHEUS, O PRESIDENTE FANÁTICO

Vicente MatheusVicente Mateos Bathe, conhecido como Vicente Matheus, nasceu em Zamora, na Espanha, em 28 de maio de 1908. Chegou à São Paulo aos seis anos de idade, em 1914. Era o mais velho dos onze filhos de um português casado com uma espanhola.

Naturalizado brasileiro, tornou-se em empresário da construção civil pesada,
mineração de pedreiras (extração de pedras e areia para construção civil).

Foto ao lado: Presidente do Corinthians ajoelhou-se no campo em 1974 na semifinal do Campeonato Paulista.

Vicente Mateos Bathe, conhecido como Vicente Matheus, nasceu em Zamora, na Espanha, em 28 de maio de 1908. Chegou à São Paulo aos seis anos de idade, em 1914. Era o mais velho dos onze filhos de um português casado com uma espanhola.

Naturalizado brasileiro, tornou-se em empresário da construção civil pesada,
mineração de pedreiras (extração de pedras e areia para construção civil).

Tornou-se nacionalmente conhecido como presidente do Sport Club Corinthians Paulista por oito mandatos, além de ter logrado a eleição de sua esposa, Marlene Matheus (1991 a 1993), para sucedê-lo. Era considerado um dirigente à moda antiga, que usava recursos próprios para financiar projetos no timão.

Matheus nunca escondeu seu jeitão simplório. Trocava palavras nas frases (alguns diziam ser proposital, o que não seria difícil de ocorrer) e administrava o clube como se fosse uma microempresa. Não tinha visão estratégica, com idéia de investimentos ou de marketing. Ainda assim, ninguém duvidava de sua honestidade e amor ao clube.

Por isso, Vicente Matheus é lembrado com saudade pelos torcedores. Não apenas os corintianos, mas todos que achavam que diretor de clube que se leva a sério demais não tem graça.

Era uma figura folclórica que produzia máximas (alguns dizem que propositadamente) carregadas de incorreções e divertiam amigos e desafetos. Faleceu em 1997, de câncer, após ficar 14 dias internado no Instituto do Coração. Foi sepultado no cemitério da Quarta Parada em São Paulo.

Foi em sua administração que o Corinthians venceu o famoso campeonato paulista de 1977 e o primeiro Brasileiro em 1990.

Em uma entrevista ao Observatória de Imprensa, em 24 de outubro de 2001, Luiz Carlos Ramos, autor do livro “Vicente Matheus: quem sai na chuva é pra se queimar”, falou um pouco do ex-presidente. Confira:

Vicente Matheus na Conquista do Paulistão de 1977Da relação com a Imprensa

“Vicente Matheus, como tantos dirigentes, queixava-se da mídia. Dizia que muitos repórteres deturpavam o que ele falava. E lamentava que alguns jornalistas chegassem a lhe pedir dinheiro para escrever coisas positivas sobre o Corinthians e sobre sua administração. A mídia, de qualquer modo, foi responsável, em grande parte, pela fama alcançada por Matheus.”

“Matheus não mostrava grande interesse em agradar jornalistas. Basta lembrar que, ao contrário do que acontecia com seu irmão, Isidoro Matheus, que, como vice-presidente de futebol do Corinthians, enviava um litro de uísque para cada jornalista esportivo de São Paulo no fim de cada ano, Vicente Matheus não era de presentear repórteres. E costumava dizer, após a entrevista: “Vê se escreve tudo certinho, heim?!”

Como seria sua administração nos tempos atuais

Hoje, seria difícil Vicente Matheus conviver com esse esquema de patrocinadores e parceiros que acabam influindo muito no clube e chegam até a vender passes de grandes jogadores em pleno campeonato. Matheus resistia até à idéia de a camisa do Corinthians ter o nome do patrocinador. Depois, acabou cedendo. Mas não aceitava palpite de patrocinador. Ele era folclórico e centralizador. Lutava muito pelos interesses do clube. E, verdade seja dita, não usava o Corinthians para ser candidato a algum cargo na política e não roubava dinheiro do clube: ao contrário, chegou a colocar dinheiro do próprio polso para comprar passes de jogadores (Almir, o Pernambuquinho, em 1960, por exemplo).

Trajetória

Em 1934, quando começava a fazer fortuna com uma pedreira, entrou de sócio do clube e comprou, na rua São Jorge, a casa mais próxima da sede do Corinthians. A residência foi desapropriada anos depois, no entanto Matheus nunca mais se mudou das redondezas do Tatuapé.

Foi diretor de futebol do Corinthians em 1954, quando o clube conquistou o título paulista do IV Centenário.

Tem seu primeiro mandato como presidente em 1959 (1959 a 1961). Fato que repetiria nos anos de 1972 a 1981; e 1987 a 1991.


Pesquisas realizadas por Sidney Barbosa da Silva
Fonte: Observatória de Imprensa; e Arquivo www.campeoesdofutebol.com.br.
Página adicionada em 13 de abril de 2010 – revisada em 23/Janeiro/2017.

Coluna Esportiva TIMÃO CAMPEÃO – Genildo Oliveira

Genildo Oliveira
 

Polêmico em suas opiniões e provocante quando se fala em Seleção Brasileira, Genildo Oliveira, um Potiguar (diga-se também, torcedor do Potiguar de Mossoró/RN) apaixonado pelo futebol, escreve para o Campeões, sobre atualidades e informações históricas do futebol.

 

04/Dezembro/2005
“Glória ao Campeão”

Entre os mortos e feridos e para o bem do futebol brasileiro enfim o brasileirão acabou, não terminou como o torcedor esperava, mas sem dúvidas foi um dos mais marcantes da história em todos os sentidos.
Apesar da boa campanha do Inter, apesar de tanta polêmica, de tanta sacanagem, o titulo ficou mesmo com a fiel, e veio como vem desde 1910, na tradicional dificuldade corintiana, todos podem exclamar e dizer que teve marmelada e que foi facilitado, afinal, o torcedor é fantástico é o maior patrimônio do futebol em todo o mundo, e naturalmente tem todo o direito de expressar a sua indignação diante dos acontecimentos, mas agora pergunto a você torcedor de outros times, até que ponto a equipe Corintiana tem contribuído para essa baixa no campeonato? Em nada, simplesmente o Corinthians se beneficiou da crise de identidade que passa a arbitragem brasileira e a realidade é que hoje no Brasil o Corinthians é o time de maior estrutura no nosso futebol, e esse titulo brasileiro veio coroado com grande desempenho de astros como o Roger, o Nilmar, o Carlos Alberto, Fábio Costa por isso não é justo dizer que o timão não tem méritos de campeão, seria injusto dizer isso de um elenco que teve o Tevez como o melhor jogador do campeonato sempre com atuações brilhantes na campanha corintiana, e o timão por sua vez ainda vive uma romântica lua de mel com sua nova parceria que ao menos por enquanto vem dando certo. Pra resumir, o corintiano tem mais é que comemorar, afinal quer queiram quer não ali estava um grupo justo em busca do seu pão que se teve ajuda certamente o time não foi cúmplice.
E de nada adianta chorar por essa repercussão toda no caminhar do campeonato, pois todos nós fomos sofredores de um brasileirão de cão para o futebol brasileiro.
Estávamos todos num barco chamado futebol que veio repentinamente um peso chamado arbitragem que afundou o ano do futebol Brasileiro. Sou suspeito para falar do Corinthians, pois eu amo o Corinthians, que é minha vida, é meu amor, mas eu falo de mim, e apesar da minha paixão, da nossa vibração, do grito de é campeão, a razão às vezes nos obriga a ver o futebol como ele é, e não sou demagogo de dizer que o timão não foi beneficiado, claro que foi, isso foi visível nos onze jogos anulados, nos erros da arbitragem, por isso é uma pena que a arbitragem tenha manchado o titulo, mas era o que eu citava em outra coluna que os árbitros tendem a errar com a obrigação de acertar.
Depois do caso Edilson tudo passou a ser possível, e fala-se muito sobre erros de arbitragem a favor do Corinthians, tudo bem, mas o que presenciamos nessa reta final foi um show de erros de arbitragem para todos os lados inclusive a favor do Inter, erros que beneficiaram e prejudicaram o campeão e o vice. O que dizer do Pênalti mandrak a favor do Inter contra o Palmeiras, logo do Gamarra? no meu futebol ali nunca foi pênalti, e se foi, então o lance do Fábio Costa com o Tinga foi uma tentativa de homicídio e ainda o juiz expulsou o Atleta, uma vergonha. Sem falar quando garfaram o Brasiliense na vitória do Inter, quando o Mossoró fez o gol da vitória e, em conseqüência de um impedimento na jogada.
Enfim erros esses que ficarão sempre na mente do torcedor.
É amigo, esperamos que o melhor esteja por vir, pois esse campeonato foi um tanto cruel para os amantes do futebol, mas para o Corintiano a festa nem tem hora para acabar, e muita gente ainda ta pra chegar!

Clubes com maior numero de titulos internacionais

Loja Campeões do Futebol

1° Al-Ahly – 22 Títulos
1 Copa Afro-Asiática de Clubes 1988
2 Copa dos Campeões da Comunidade Árabe: 1996 e 2003
8 Liga dos Campeões da África: 1982, 1987, 2001, 2005, 2006, 2008, 2012 e 2013
6 Supercopa Africana: 2001, 2005, 2006, 2008, 2012 e 2013
1 Copa de Clubes das Confederações da África: 2014
4 Copa dos Clubes Campeões de Copas (Recopa Africana): 1984, 1985, 1986 e 1993

2° Real Madrid – 20 Títulos
1 Mundial Clubes FIFA: 2014
3 Copa Intercontinental (Euro-América): 1960, 1998 e 2002
1 Copa Ibero-Americana: 1994
11 Liga dos Campeões da UEFA: 1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1966, 1998, 2000, 2002, 2014 e 2016
2 Copa Uefa (Liga Europa): 1985 e 1986
2 Supercopa Europeia: 2002 e 2014

3° Milan – 18 Títulos
1 Mundial Clubes FIFA: 2007
3 Copa Intercontinental (Euro-América): 1969, 1989 e 1990
7 Liga dos Campeões da UEFA: 1963, 1969, 1989, 1990, 1994, 2003 e 2007
2 Recopa Europeia (Taça das Taças): 1968 e 1973
5 Supercopa Europeia: 1989, 1990, 1994, 2003 e 2007

3° Boca Juniors – 18 Títulos
3 Copa Intercontinental (Euro-América): 1977, 2000 e 2003
6 Libertadores: 1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007
2 Copa Sul-Americana: 2004 e 2005
1 Supercopa Libertadores: 1989
4 Recopa Sul-Americana: 1989, 2004, 2005 e 2007
1 Copa Ouro Nicolas Leoz: 1993
1 Copa Master Supercopa: 1992

5° Barcelona – 17 Títulos
3 Mundial Clubes FIFA: 2009, 2011 e 2015
5 Liga dos Campeões da UEFA: 1992, 2006, 2009, 2011 e 2015
4 Recopa Europeia (Taça das Taças): 1979, 1982, 1989 e 1997
5 Supercopa Européia: 1992, 1997, 2009, 2011 e 2015
NOTA: O Barcelona venceu, como clube, a Taça Cidade de Feiras (Fairs Cup) por duas vezes, em 1960 e 1966, que só não faz parte desta lista, porque a competição não estava sob a chancela da UEFA.

6° Independiente – 16 Títulos
2 Copa intercontinental (Euro-America): 1973 e 1984
3 Copa Interamericana: 1972, 1973 e 1975
7 Libertadores: 1964, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984
2 Supercopa Libertadores: 1994 e 1995
1 Recopa Sul-Americana: 1994
1 Copa Sul-Americana: 2010

7° São Paulo – 12 Títulos
1 Mundial Clubes FIFA: 2005
2 Copa Intercontinental: 1992 e 1993
3 Libertadores: 1992, 1993 e 2005
1 Supercopa Libertadores: 1993
1 Copa Conmebol: 1994
2 Recopa Sul-Americana: 1992 e 1993
1 Copa Master Conmebol: 1996
1 Copa Sulamericana: 2012

8° Bayern Munchen – 11 Títulos
1 Mundial Clubes FIFA: 2013
2 Copa Intercontinental (Euro-America): 1976 e 2001
5 Liga dos Campeões da UEFA: 1974, 1975, 1976, 2001 e 2013
1 Copa Uefa (Liga Europa): 1996
1 Recopa Européia (Taça das Taças): 1967
1 Supercopa Européia: 2013

8° Juventus – 11 Títulos
2 Copa Intercontinental (Euro-America): 1985 e 1996
2 Liga dos Campeões da UEFA: 1985 e 1996
3 Copa da Uefa (Liga Europa): 1977, 1990 e 1993
1 Recopa Europeia (Taça das Taças): 1984
2 Supercopa Europeia: 1984 e 1996
1 Taça Intertoto: 1999

8° Liverpool – 11 Títulos
5 Liga dos Campeões da UEFA: 1977, 1978, 1981, 1984 e 2005
3 Copa da Uefa (Liga Europa): 1973, 1976 e 2001
3 Supercopa Europeia: 1977, 2001 e 2005

8° Zamalek – 11 Títulos
2 Copa Afro-Asiatica de Clubes 1987 e 1997
5 Liga dos Campeões da CAF: 1984, 1986, 1993, 1996 e 2002
1 Copa dos Clubes Campeões de Copas (Recopa Africana): 2000
3 Supercopa da Africa: 1993, 1996 e 2002

12° Ajax – 10 Títulos
2 Copa Intercontinental (Euro-America): 1972 e 1995
4 Liga dos Campeões da UEFA: 1971, 1972, 1973 e 1995
1 Copa da Uefa (Liga Europa): 1992
1 Recopa Europeia (Taça das Taças): 1987
2 Supercopa Europeia: 1973 e 1995
NOTA 1: O Ajax venceu a Supercopa Européia em 1972 que só não foi oficializada, pois o Rangers (seu adversário e vencedor da Taça das Taças) estava por cumprir um ano de suspensão em competições européias.
NOTA 2: o clube venceu a Taça Intertoto de 1962, mas só não entrou nesta lista, pois a mesma ainda não estava sob a chancela da UEFA.


Página adicionada em 22 de setembro de 2012 por Rodrigo de Magalhães Oliveira; sendo atualizada e revisada por Sidney Barbosa da Silva a partir de 23/Setembro/2013. Última atualização: 18/Junho/2016.
Fonte: Arquivo www.campeoesdofutebol.com.br.

Campeonato Paranaense 2008 – Gustavo camargo

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02:30   segunda-feira, 11/02/2008

Campeonato paranaense 2008



Após 10 rodadas completas deste campeonato estadual, já conseguimos ter uma idéia do que está por vir para o fim do campeonato, e consequentemente, no resto da temporada.

Dos principais times do campeonato paranaense, com certeza quem vem se destacando, é o Atlético PR.

Com a manutenção da base do ano passado, e um bom trabalho da comissão técnica, liderado por Ney Franco, o furacão vem fazendo uma campanha irretocável, com a incrível marca de 10 vitórias em 10 jogos, vencendo os dois tradicionais clássicos, e apenas 4 gols sofridos. Com um futebol eficiente e conciso, ainda não houve adversários à altura para desbancar o favoritismo atleticano, que fecha essa fase do campeonato com 30 pontos.

No caso do Coritiba, o alviverde, apesar da bela campanha na série B/07, vem trazendo dificuldades ao novo técnico Dorival Júnior, a criar um sistema de jogo. Isso, aliado a eleições e uma nova diretoria, o Time do alto da glória, vem tropeçando contra adversários mais fracos, e demonstrando que precisa de reforços para terminar bem o estadual, e se manter na Elite do campeonato brasileiro deste ano.

Já o Paraná, que caiu para a série B, e depois de Milhares de escândalos, envolvendo sua diretoria, demonstra uma certa reação. Tentando reiniciar com um trabalho sério o Time da Vila, guiado por Paulo Bonamigo, tenta se reabilitar no paranaense e entrar forte na segundona deste ano.

Quanto aos times do interior, finalmente, vemos esquemas táticos sérios, e um futebol de boa qualidade surgindo para, como sempre, desbancar os grandes da capital. Equipes como, Londrina, Iraty, Toledo e Engenheiro Beltrão entraram no campeonato para trazer o caneco para suas cidades.

 

Deixe sua opinião aqui!!!             + Gustavo camargo          

Do jeito que a maré anda… por Thiago Rolisso


Do jeito que a maré anda…



Felizmente para a nação Flamenguista e infelizmente para muitos, os urubus acharam um lixão no fim do tunel e estão se reerguendo.

No terreiro do galo tem galinha cantando mais alto que ele e desse jeito vai cair do puleiro.

O papão da curuzu não voa mais nem na sua propria gaiola, cortaram-lhe as asas e, está ladeira baixo.

O coxa branca foi pra praia e está com uma insolação muito forte, perigo de cancer de pele. Debilitado demais, não aguenta a pressão.

A Figueira, assim como a arvore biblica, está operando um verdadeiro milagre, e vai escapar da degola.

Já o Brasiliense, assim como muitos, está um lixo só, o jacaré foi fortemente atacado pela força do homem e está sendo cotado para entrar em extinção.

Do jeito que a maré anda caem:
Atletico Mineiro, Paysandu (infelizmente), coritiba e Brasiliense.

por Thiago Rolisso


veja tambem: todo noticiario 2005 || Campeões Brasileiros || Tabela atualizada

Potiguar vence o Baraúnas e dança o Créu na maior festa do ano – Genildo Oliveira

23:30   segunda-feira, 25/02/2008

Potiguar vence o Baraúnas e dança o Créu na maior festa do ano



foto da partidaAo som do coro da torcida, que não parava de entoar o “Creu” e “Chupa que é de uva”, sucessos do momento, o Time Macho fez o Baraúnas dançar no Nogueirão, neste sábado (23/2), em mais um clássico Potiba.

Quem pagou para entrar na festa, não se arrependeu.

A “banda” do Time Macho, sob a batuta do maestro Miluir Macedo, impôs seu ritmo logo cedo.

Com um minuto de bola rolando, aproveitando cruzamento da direita, Vaninho, um dos destaques do jogo, mandou para as redes. Eram apenas os primeiros acordes do principal sucesso da noite e que o Nogueirão, em sua maioria de vermelho e branco, cantaria até o fim: créu.

Bem distribuído em campo e mostrando a velha raça de sempre, o Potiguar não mudou o diapasão. Ainda desperdiçou algumas chances, mas logo encontrou o ritmo novamente. Aos 35 minutos, para afastar a fase ruim que o acompanhava, o atacante com nome de cantor, Fagner invadiu a área e soltou o chute para encontrar as redes. Depois, correu para a platéia e soltou a voz: créu, créu.

Nas poucas vezes em que a boa zaga, formada pelo jovem Rumennig e o imponente Paulão, permitiu a entrada do adversário no salão príncipe, Marcos Paulo, um paredão na meta alvirrubra, não desafinou. Pegou todas.

No meio, além da pegada de Wellington e Everton, que fizeram uma partida perfeita, dando segurança a todo setor defensivo, o time ainda tinha a criatividade de Jean e Vaninho, que não possuem grande estatura, mas um futebol gigante, capaz de ser notado a quilômetros de distância, inclusive na estrada de Alagoinha.

No segundo tempo, o Potiguar diminuiu um pouco o ritmo. Foi quase romântico para os convidados. Mas na verdade, estava guardando fôlego para a parte final da festa.

A torcida aproveitou e quis variar um pouco em seu repertório. Passou a cantar o “Chupa que é de uva”, adoçando a boca de toda a platéia.

Aos 35 minutos, Wellington, o verdadeiro e único leão em campo, resolveu dar uma canja na festa. Chutou cruzado da direita, a bola desviou na zaga e encobriu o goleiro adversário, fazendo mais um. E tome créu, créu, créu.

Alguns convidados, mais exaltados, e sem entender o espírito do show, atravessaram no ritmo e acabaram expulsos da festa. De volta, o principal sucesso da noite foi entoado até o final. No apagar das luzes do show, André Borges, o lateral artilheiro, soltou a bomba para fazer o quarto e último gol da noitada.

Na comemoração, os artistas príncipes e principais da festa, agradeceram à presença da platéia apresentando a coreografia do Créu. O povo pediu bis. Todo mundo dançou, inclusive o adversário, que de tão tonto, acabou de quatro: créu, créu, créu, créu.


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Gustavo Camargo passa a escrever para o campeões

01:00   Sexta-feira, 11/01/2008

Gustavo Camargo – por Êle mesmo



Sou Gustavo.

Sou brasileiro.

Consequentemente, sou apaixonado por futebol.

Confesso que demorei um certo tempo a gostar do esporte, até os meus 6, 7 anos, era completamente alienado da paixão brasileira.

Nesta época, passei por situações de achar que após o gol, o companheiro do time que estufava a rede de alegria, após a marcação do tento, estaria, sempre, invariavelmente, aumentando o placar para o seu time.

Achava que não valia gol contra. Não entendia as regras. Queria me lascar do que era impedimento. Impedimento. Que piada.

Porém, pouco pela minha família, também pela ânsia de fazer amigos na escola e no prédio que morava, resolvi me entregar, ao que eu chamo de maior e melhor esporte de todos os tempos.

Me achei com a pelota. Peguei o jeito e fiz parte de diversas escolinhas, e times, peladas, e torneios, e campeonatos existentes.

Virei um doente mental. Até hoje não bato bem.

Mas não sou fã de números, por informações, mercado da bola. e Sim pelo JOGO. Pelas figuras.

E, finalmente, pelas características de cada partida. Vou explicar por quê.

Minha paixão se consolidou no 1° jogo de campeonato da minha vida.

Eu fazia escolinha de futsal na Vila Isabel (bairro tradicional aqui de curitiba). Toda quarta e sexta, íamos correr atrás da bola numa molecada gente fina. Adorava tudo e finalmente depois de duas grandes semanas de treino, fomos convidados para esquentar e treinar o time titular da AABB, que estava se preparando para o paranaense pré-mirim.

Fiquei alucinado. Estava louco para jogar minha partida oficial. Fui dormir na minha vó, e junto com um priminho meu, (que hoje já é muito maior que eu) fiz um cartaz escrito gol, para que ele expusesse no momento em que eu marcasse o tento.

Acordei cedo, tomei café, e fui pro jogo. Estava nervoso pra caramba. Era minha primeira partida oficial. Então, cheguei na quadra entreguei minha carteirinha aqueci dei uns chutes cumprimentei a galera desconhecida. falei com o treinador e ele não pensou duas vezes. Me colocou no banco. E fiquei lá. Sentado. Emputecido. Porra! era meu primeiro jogo oficial, e esse F$%# da P*&%% de treinador nem me coloca pra jogar.

Intervalo de jogo. 4×0 pra AABB. Uma piada. minha cabeça já havia parado de xingar o treinador. Estava na verdade agradecido. Pelo menos, não estou passando vergonha, eu pensava.

Começou o 2° tempo. 5 a 0. 6 a 0. 7 a 0. Eu já estava lendo um gibi do cebolinha que tava no bolso do meu casaco, quando o professor Fábio ( o técnico filho de uma … que eu estava xingando ) me chamou pra entrar. Eu queria me esconder. Tá louco? entrar pra isso aí?

Não podia fazer nada. Só sei que entrei. e não lembro de nada fora um lance. UM ÚNICO LANCE.

Eu correndo pela direita, recebo na entrada na área, o goleirão saiu eu “pentchei” a bola pra cima dele. Caiu sentado. Entrei dividindo com o zagueiro. E fiz o Gol. GOOOOLLLL!!!. e ainda por cima meu. olhei pra torcida, o meu cartaz roxo sendo mostrado, saí dançando, fiz um peixinho no chão, virei cambalhota. Pulei de alegria. Era o meu primeiro jogo oficial. 1×0 pra mim. no contexto geral, 8×1 pra eles. Saí feliz da vida. Ganhei um abraço do primo. Um sorvete do pai. Um brinquedo da vó. Um gol e uma ótima lembrança pra casa.

A partir daí, só alegria.

Até hoje o futebol, pra mim é fascinante , pelo simples motivo de trazer consigo peculiaridades e aspectos únicos, em cada partida, cada lance.

Existem milhares de histórias que vivenciei em jogos jogando e torcendo, que deixarei para outras postagens. Me contentei em apenas explicar por que gosto tanto do Esporte.

Afinal, sou brasileiro.

Sou Gustavo.

E sou apaixonado pelo futebol.

Olá Amigos do campeões do futebol!, é com muita honra que a partir de hoje, passo a ser um dos colaboradores de um dos melhores sítios sobre futebol que conheço.Espero dividir notícias e dividir um pouco mais com vocês, leitores, a minha grande paixão, que com certeza é a sua, pois neste momento, você está navegando num sítio campeão.

Este texto foi uma preliminar do que espero dividir com vocês: Emoção, opinião, e, um pouco do futebol paranaense.
 

+ Gustavo Camargo          

Genildo Olivera

21:45   Quinta-feira, 17/04/2008

O Verdadeiro sentido do futebol


O Ano se afunila e entre muitas zebras e favoritismo os estaduais vão chegando ao fim, nada mais democrático como o estadual pois é onde tudo começa, onde sentimos as primeiras emoções do ano das muitas que virão no decorrer do ano, para muitos a gloria de uma vaga na Copa do Brasil e Serie C, outros apenas agonizam e fecham as portas para retornar no ano vindouro. É daí que chegamos à conclusão que o troféu apenas enferruja, e se não tiver o minimo de estrutura e organização pouco adianta.

E nesse Brasil todo e gostoso de ver tantos gritos de campeão, não há nada mais sublime no futebol que a vitória junto com o grito de “é campeão”, pois não nos limitamos apenas ao passado do nosso clube de coração, pode ter sido campeão uma vez, dez, cem vezes, sempre torcemos intensamente para vermos aqueles onze jogadores triunfar e nos tornarmos campeões novamente.
Emoção essa que é mais que um sonho bom, é uma realidade que podemos passar dias, anos, décadas, mas a esperança nunca deixamos morrer.

Pode ser num estádio, na TV, no radinho, o importante é está ali. É como se fosse o ultimo jogo de nossas vidas, toda final, todo jogo decisivo se torna a partida mais importante para nós torcedores. Queremos colocar aquele grito de liberdade para fora, não importa a “importância do titulo”, é algo que só o verdadeiro torcedor sabe sentir, e em êxtase, gritamos, choramos, rimos.

Nessa hora esquecemos os problemas e então percebemos que ao longo do tempo tudo valeu a pena. Valeu a pena cancelar aquele passeio no domingo, valeu por agüentar a amada que odeia futebol, valeu por aquela bola na trave, por aquele jogo que parecia perdido, por ser vice tantas vezes. Valeu até aquele jogador que foi o pior do time, emfim, nesse momento passa um filme em nossas cabeças, e recordamos daqueles primeiros jogos no qual começamos a torcer, naquele titulo inesquecível que agora passou a ser o presente, recordarmos daquele jogador que ficou eternizado no passado, naqueles que disseram que não seriamos campeões, naquele ente querido que poderia está ali, e ai vem aquela frase que coração nenhum de torcedor se engana, o eu já sabia!

É como se o nosso time fosse invencível, afinal, aquela taça também é nossa, é como se soubéssemos até o seu peso quando o capitão a levanta, parece que estamos ali, passo a passo na volta olímpica. Nessa hora, as unhas são poucas, o sofá já não está mais no seu lugar, o radinho já não é tão importante no estádio, só queremos poder pular, abraçar e gritar é campeão, e nada é mais satisfatória que a sensação de poder amanhecer campeão. O coração aperta para chegarmos ao trabalho, á escola, para emfim fazermos um resumo do que é torcer para aquele time que para nós é o melhor do mundo, e dias depois o quadro está ali na parede do quarto, como símbolo de perseverança, e tudo faz sentido, cada torcedor é único, cada torcedor é uma realidade que não volta atrás, cada um comemora da sua maneira. O torcedor é fantástico, o maior espetáculo do futebol ainda é o torcedor, sem ele o futebol não existe, afinal, somos todos campeões do futebol, somos a razão e o maior bem do Planeta Bola.

Para você que teve a felicidade de ser campeão no seu estado parabéns, comemore muito, caso contrario, é esperar para o próximo onde as esperanças se renovam pois esse é o verdadeiro sentido do Futebol.

Deixe sua opinião aqui!!!             + Genildo Oliveira          

Genildo Olivera

13:40   Segunda-feira, 02/06/2008

Mudança…

É do próprio ser humano a necessidade de mudança, estamos sempre achando que se precisa mudar algo, estamos sempre procurando um culpado para os grandes embates da vida.

E o futebol muitas das vezes imita a vida, as mudanças são constantes e o que mais simboliza mudança principalmente no futebol brasileiro são os treinadores.

Sem dúvidas somos o país que mais demite técnicos, já virou uma espécie de necessidade, os dirigentes muitas das vezes pressionado pela imprensa e a torcida sempre acha que um novo técnico dará vida nova ao time e dará novo brio aquela nova equipe.

Nesses últimos dias tem se falado muito em mudança de técnico, esse ano parece que nosso Brasileirão deve bater o recorde e já são muitos os técnicos que já trocou de equipe por um motivo ou outro.

Pobre dos técnicos, para esses profissionais faz valer de verdade a máxima de que futebol é mesmo resultado, e muitas das vezes encontram no clube jogadores que fazem corpo mole até tirar seu emprego ficando impossível o tão sonhado resultado.

Poucos têm a chance de dar continuidade ao seu trabalho, e para os menos conhecidos no cenário a situação ainda é mais difícil.

Mas a dura realidade é que a mudança de técnico é uma porta de saída para os maus resultados, a própria mudança já dá um clima de mudança, e por sua vez o trabalho é renovado e os jogadores titulares e reservas ganham o impacto de um novo comando e acho que isso sempre faz a diferença no clube.

É como se trabalhássemos numa grande empresa e muda-se de patrão, teríamos que mostrar trabalho, afinal não importa a nossa posição ou conhecimento, a pratica é o que valerá daqui pra frente.

A gente que vive o futebol sabemos que nem sempre essa é a saída, muitas das vezes o problema está no elenco que é fraco etc., mas de uma coisa podemos ter a certeza, é mais fácil trocar o técnico do que os jogadores.

Sou a favor da mudança de técnico, com raras exceções daqueles que já são gigantes e que todos já conhecem a sua a capacidade.

No mais, pouca coisa irá mudar, pois já faz parte da cultura do nosso futebol, ainda acho que a Imprensa e o torcedor são os maiores responsáveis por essa cultura no nosso futebol, ambos arrastam um contra o outro e a competência do técnico acaba ficando esquecida.

O Futebol é coisa de louco mesmo, pouca coisa muda, mas os técnicos…

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