Como participar de corridas e maratonas locais no Brasil

A busca pelo wellness e pela vida fitness tem feito com que a população busque ainda mais por movimento. Dentro das diversas opções de atividades físicas encontradas, aqui no Brasil vemos a corrida se destacar.

Um esporte democrático, que não requer aquisição de aparelhos, nem espaço próprio para acontecer, a corrida pode ser praticada por quase todo mundo. Sendo assim, o número de corredores tem aumentado consideravelmente e, por conta disso, o número de competições.

Aqui, você irá saber um pouco mais sobre essa modalidade tão cativante, além de descobrir qual caminho traçar desde o primeiro passo até a primeira prova oficial. Amarre os tênis e vamos nessa!

Primeiros passos: do alongamento à linha de chegada

Se você está começando agora, a primeira dica é lembrar de ir devagar. O ideal é iniciar com pequenas caminhadas e aumentar gradativamente até chegar no trote. Após essa etapa, intercale corridas leves para que seu corpo comece a se acostumar com o novo ritmo.

O grande segredo é compreender que a corrida, por mais simples que seja, também é uma construção. Começar dando grandes tiros de forma não organizada poderá levá-lo a lesões que o tirarão das pistas.

Intercale os treinos de maneira que a sua musculatura possa descansar. Mais importante do que treinar todos os dias é ter uma planilha que o leve à constância. Pratique de 2 a 3 vezes por semana e sinta os benefícios de inserir a atividade física na sua vida.

Treino: alimentação, descanso e cuca fresca

Muito se engana que para correr, basta sair na rua e começar. Há uma série de outros cuidados que fazem a diferença e ajudam a construir o atleta presente em cada um. Veja alguns dos principais pilares disso:

1. Alimentação: optar por comidas leves faz toda a diferença. A corrida fica mais tranquila quando o estômago não está em meio a um trabalho difícil de digestão. Já na chegada, foque em nutrir-se de maneira adequada: inclua proteína adequada, carboidrato e muita água.
2. Descanso: apesar de ser muito desvalorizado, o descanso tem um papel importante antes e depois da corrida. Para percorrer a prova com dinamismo, é necessário estar bem. Já após o percurso, o corpo precisa de um tempo para se regenerar. Não abdique do tempo de descanso – o cumpra com todas as partes do processo.
3. Preparo da mente: a sua mente tem um poder tão grande quanto os seus pés durante a corrida. Ela é quem consegue jogá-lo adiante, mesmo quando o seu corpo acredita que não dá mais. Manter o corredor positivo, esperançoso e apto para seguir é uma tarefa que só o cérebro é capaz de desenvolver.

Ingressando no mundo das provas

Com o ritmo engrenado, você estará apto para participar de competições oficiais. Não há necessidade de alto desempenho para isso, basta conseguir completar a quilometragem determinada.

Existem diversos tipos de competições quando o assunto é corrida. Elas permitem que iniciantes e veteranos encontrem seu grupo e fiquem confortáveis dentro do trecho apresentado. A mobilização é tanta que já há provas que entram até no guia de apostas, como é possível observar no Vie.bet.

Conheça algumas das corridas mais praticadas aqui e no mundo:

Corridas de rua (5K e 10K): este é o espaço perfeito para os iniciantes. Corridas de curta e média distâncias que acontecem, em geral, no perímetro urbano. Fica mais fácil reconhecer o território antes da prova e se preparar de maneira mais assertiva.
Meia Maratona (21K): para fechar essa corrida, não é possível ser um iniciante. O preparo para a Meia é intenso e exige muito do físico e da mente do corredor. É um bom desafio para quem já corre, mas quer se superar ainda mais.
Maratonas (42K): a prova que só os realmente profissionais no assunto devem encarar. Correr ininterruptamente por 42km é algo que exige dedicação total e domínio extremo da mente.
Corridas temáticas: apesar de serem, sim, oficiais, as provas temáticas trazem consigo uma pitada a mais de entretenimento. Já tivemos aqui no Brasil corridas noturnas, em trilha, em prol de causas sociais. Há versões mais inusitadas como a dos Smurfs, da Mulher Maravilha, do Halloween e até o circuito que promove corridas na pista de decolagem dos aeroportos.

Há uma variedade tão ampla que promove o cenário perfeito: o de total inclusão. Não há dúvidas de que será possível achar um tipo de prova que seja ideal para o seu estilo e intenção.

Como encontrar competições locais

Se você já ficou interessado e deseja descobrir quais corridas acontecem perto de onde você está, aqui vão umas dicas de onde procurar:

Sites especializados
Existe uma boa gama de páginas que divulgam todas as provas que acontecem no Brasil e até no mundo. Nelas você pode filtrar as corridas por data, localização e até tema.

Grupos de corridas
Outra boa forma de estar por dentro dos campeonatos é fazer parte de um grupo de corrida. Neles, os corredores sempre trocam informações sobre competições que estão para acontecer.

Redes sociais
Se você segue inspirações, corredores entusiastas ou mesmo profissionais, pode conseguir bons dados sobre o calendário de corridas. Muitos divulgam com frequência e podem até mesmo proporcionar descontos na inscrição.

Lojas esportivas, prefeituras e secretarias do esporte também podem trazer bons dados sobre esse tipo de evento. Comunicar-se é o melhor canal.

Conclusão

A corrida é um esporte muito democrático, que pode ser praticado por praticamente qualquer pessoa. Os seus requisitos são poucos, o que a torna uma atividade que não precisa de tantos equipamentos para que se inicie. Com essa vantagem, a corrida acabou por trazer consigo uma legião de atletas.

O surgimento dessa quantidade de corredores fez com que o mundo fitness compreendesse que a presença de provas de competição precisava existir. Diante disso, surgiram centenas de possibilidades que hoje podem ser facilmente encontradas em sites, redes sociais e grupos de treino.

A intenção é reunir os adeptos da modalidade para confraternizarem fazendo o que mais gostam: correr. Seja por hobby ou profissionalmente, a aventura é sempre muito gratificante. Encontre a prova mais perto de você e prepare-se para se divertir muito. Tenho certeza de que você não irá se arrepender!

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RESENHA DO LIVRO “QUANDO O FUTEBOL ANDAVA DE TREM”, DE ERNANI BUCHMANN

Ei, quantos times de nome Ferroviário ou Ferroviária você se lembra, assim, sem pesquisar? Vou-lhe dar um parágrafo para puxar pela memória.

Pronto? E aí, quantos? Se você costuma acompanhar o campeonato paulista, deve ter-se lembrado da Ferroviária de Araraquara. Se você joga loteria esportiva há muito tempo, provavelmente se lembrou do Ferroviário cearense – o querido Ferrim ou o temido Ferrão, dependendo da situação. Se você gosta de ler notícias sobre os campeonatos estaduais, talvez se lembre da Desportiva Ferroviária e do Operário Ferroviário.

Se você gosta de catálogos de escudos de clubes, possivelmente se lembre do Ferroviário de Recife, do de Serra Talhada (aí bate aquela dúvida se seriam um só) e, se tiver sorte (ou um mapa do Brasil), dos Ferroviários de Porto Velho e São Luís. Se você assistiu, nos anos 80, a uma matéria no Globo Esporte (ou Esporte Espetacular) sobre a situação de penúria que enfrentava o Ferroviário de Maceió, pode contar mais um. Ou seja, uns oito ou nove clubes, certo?

Pois bem, no livro Quando o futebol andava de trem: memória dos times ferroviários brasileiros, o publicitário e advogado Ernani Buchmann contabilizou nada menos que 82 times que tiveram ou têm “Ferroviário” ou “Ferroviária” no nome. Alguns deles você até já conhecia, mas esqueceu quando lhe perguntei. P.ex., o Ferroviário de Tubarão, o Pery Ferroviário, as Ferroviárias de Assis e Botucatu, o Ferroviário do Cabo e assim por diante. Mas você chegaria a 82 times?

Se não bastasse isso, ele também esmiuçou outros 51 times de origens ferroviárias, mas que não têm “Ferroviário” ou “Ferroviária” no nome. P.ex., o Nacional de São Paulo (antigo SPR, da São Paulo Railway), o Ituano (que já se chamou Ferroviário), o Paulista de Jundiaí, o Noroeste de Bauru, o América de São José do Rio Preto (o único América ferroviário), o Botafogo de Ribeirão Preto, o Valeriodoce, o ASA de Arapiraca e, é claro, o Trem, do Amapá (que, neste momento, apita na sua memória esportiva: “puxa, é mesmo, como fui me esquecer do Trem”).

Se você for exigente, certamente há de perguntar: tudo bem, esses são os times dos ferroviários, mas e os times do pessoal dos bondes? Ernani não os esqueceu. Estão lá o Tramway Cantareira de São Paulo, o Energia Circular de Salvador, o Sul América de Manaus e os Tramways de Recife e Fortaleza.

Detalhe: toda essa quantidade de times não está simplesmente relacionada, só nome, escudo e alguns dados sumários, como se fosse um catálogo, planilha ou banco de dados. Nada disso. O Ernani entrevistou inúmeras pessoas, muitas ligadas a esses clubes, além de pesquisadores do futebol e das ferrovias. Obteve, com isso, dados que você não encontra em livros, nem na internet, porque foram obtidos diretamente das fontes. São registros da história oral que, se não fossem por esse livro, provavelmente se perderiam em alguns anos.

Mas tudo bem, se você gosta de escudos, os que ele conseguiu estão publicados. E, se você gosta de datas de fundação, também. Informações preciosas misturadas a outras tantas, todas vazadas num estilo de crônica, texto agradável que se lê como literatura, sem o mofo acadêmico e sem a aridez da objetividade pura, dura e seca.

Só que, ao contrário do que se supõe a partir da enganosa informalidade estrutural das crônicas, o livro não é construído aleatoriamente. Ele tem uma rota muito clara: conduz o leitor-passageiro, do sul ao norte, estado por estado, seguindo uma imaginária viagem pelas linhas de trem. O autor-maquinista tem experiência, já que foi presidente do Paraná Clube, que tem origens em vários clubes, sendo dois com DNA ferroviário: Britânia e Ferroviário, do qual foi torcedor.

O único pecado a lamentar é que esse impecável livro só teve duas edições (2002 e 2004). Bem que uma nova tiragem podia sair da gare, com seu quilométrico comboio de informações sobre os times ferroviários do Brasil. Em bom mineirês, seria um “trem bom”!


Página adicionada em 22/Janeiro/2017.
Resenha do Livro “Quando o futebol andava de Trem”, enviada por Laércio Becker.

TABELA OLIMPIADAS 2012

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FINAL
11/08 México 2 x 1 Brasil Londres
Local: Estádio Wembley, em Londres (ING) – 11/8/2012 – 11h (de Brasília)
Árbitro: Mark Clattenburg (ING) – Auxiliares: Stephen Child (ING) e Simon Back (ING)
Cartões amarelos: Marcelo e Leandro Damião (BRA); Reyes, Israel Jiménez e Vidrio (MEX)
Gols: Peralta, aos 29 segundos/1ºT e Peralta 29’/2ºT; e Hulk 45/2ºT

MÉXICO: Corona; Israel Jimenez (Vidrio 35’/2ºT), Salcido, Mier e Chavez; Reyes, Enriquez, Herrera e Fabián; Aquino (Ponce 11’/2ºT) e Peralta (Raul Jiménez 40’/2ºT) – Técnico: Luis Fernando Tena.

BRASIL: Gabriel, Rafael (Lucas 39’/2ºT), Thiago Silva, Juan e Marcelo; Sandro (Alexandre Pato 25’/2ºT), Rômulo, Alex Sandro (Hulk 31’/1ºT) e Oscar; Neymar e Leandro Damião – Técnico: Mano Menezes.
3° LUGAR
10/08 Japão 0 x 2 Coréia do Sul Cardiff
SEMIFINAL
07/08 México 3 x 1 Japão Londres
07/08 Coréia do Sul 0 x 3 Brasil Manchester
QUARTAS-DE-FINAL
04/08 Japão 3 x 0 Egito Manchester
04/08 México 4 x 2 Senegal Londres
No tempo normal 2×2; prorrogação México 2×0.
04/08 Brasil 3 x 2 Honduras Newcastle
04/08 Grã-Bretanha 1 x 1 Coréia do Sul Cardiff
Nos penais, Coréia do Sul 5×4.
PRIMEIRA FASE – GRUPOS
GRUPO A
26/07 Emirados Arabes 1 x 2 Uruguai Manchester
26/07 Grã-Bretanha 1 x 1 Senegal Manchester
29/07 Senegal 2 x 0 Uruguai Londres
29/07 Grã-Bretanha 3 x 1 Emirados Árabes Londres
01/08 Senegal 1 x 1 Emirados Árabes Coventry
01/08 Grã-Bretanha 1 x 0 Uruguai Cardiff
CLASSIFICAÇÃO PG J V E D GM GS SG
01- Grã-Bretanha 7 3 2 1 0 5 2 3
02- Senegal 5 3 1 2 0 4 2 2
03- Uruguai 3 2 1 0 2 2 4 -2
04- Emirados Árabes Unidos 1 3 0 1 2 3 6 -3
GRUPO B
26/07 Gabão 1 x 1 Suiça Newcastle
26/07 México 0 x 0 Coréia do Sul Newcastle
29/07 México 2 x 0 Gabão Coventry
29/07 Coréia do Sul 2 x 1 Suiça Coventry
01/08 México 1 x 0 Suiça Cardiff
01/08 Coréia do Sul 0 x 0 Gabão Londres
CLASSIFICAÇÃO PG J V E D GM GS SG
01- México 7 3 2 1 0 3 0 3
02- Coréia do Sul 5 3 1 2 0 2 1 1
03- Gabão 2 3 0 2 1 1 3 -2
04- Suíça 1 3 0 1 2 2 4 -2
GRUPO C
26/07 Bielorrússia 1 x 0 Nova Zelândia Coventry
26/07 Brasil 3 x 2 Egito Cardiff
29/07 Brasil 3 x 1 Bielorrússia Manchester
29/07 Egito 1 x 1 Nova Zelândia Manchester
01/08 Brasil 3 x 0 Nova Zelândia Newcastle
01/08 Egito 3 x 1 Bielorrússia Glasgow
CLASSIFICAÇÃO PG J V E D GM GS SG
01- Brasil 9 3 3 0 0 9 3 6
02- Egito 4 3 1 1 1 6 5 1
03- Bielorrússia 3 3 1 0 2 3 6 -3
04- Nova Zelândia 1 3 0 1 2 1 5 -4
GRUPO D
26/07 Espanha 0 x 1 Japão Glasgow
26/07 Honduras 2 x 2 Marrocos Glasgow
29/07 Espanha 0 x 1 Honduras Newcastle
29/07 Japão 1 x 0 Marrocos Newcastle
01/08 Japão 0 x 0 Honduras Coventry
01/08 Espanha 0 x 0 Marrocos Manchester
CLASSIFICAÇÃO PG J V E D GM GS SG
01- Japão 7 3 2 1 0 2 0 2
02- Honduras 5 3 1 2 0 3 2 1
03- Marrocos 2 3 0 2 1 2 3 -1
04- Espanha 1 3 0 1 2 0 2 -2
Sobre os locais das partidas: Newcastle, Coventry, Londres e Manchester, na Inglaterra; Glasgow, na Escócia; e Cardiff, no País de Gales.
A Grã-Bretanha é a seleção que une jogadores de Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.
Passam à próxima fase os dois melhores colocados de cada grupo.
 
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A PONTE PRETA EM CASTANHAL

Em 1955, a Ponte Preta fez uma vitoriosa excursão por cidades do Norte e Nordeste: 14 vitórias, 3 empates, 2 derrotas, 61 gols a favor, 22 contra. Segundo Sérgio Rossi, foi “considerada a maior campanha desenvolvida por um clube no Norte-Nordeste e Extremo Norte”.

Nessa excursão, o quinto jogo foi em Castanhal (PA), contra o Castanhal Esporte Clube. A Ponte escalada com Friaça, craque da Copa de 1950. Foi um acontecimento na cidade! Segundo relato do jornalista Sérgio José Salvucci ao historiador José Moraes dos Santos Neto (citado no livro Sempre Ponte Preta), o prefeito local simplesmente “decretou feriado municipal assim que a Ponte Preta entrou na cidade”. Mais: “além de decretar feriado em pleno dia de semana, transformou o jogo no acontecimento do século em Castanhal”.

Gostei da história e resolvi buscar mais detalhes. Não porque duvidasse do jornalista e do historiador, longe disso, mas porque acho muito interessantes essas homenagens que cidades distantes prestam à Ponte Preta. Porque fazer festa para um Flamengo ou um Corinthians deve ser mais fácil e corriqueiro. O que explica as homenagens à Macaca? P.ex., em 24.06.2004, a Prefeitura de Arceburgo (MG), a cerca de 30km de Mococa (SP), convidou quem para a festa de aniversário de emancipação política? A Macaca, que enviou quatro times: Fraldinha, Mirim, Juvenil e Juniores. Outra cidade que fez algo semelhante foi Penápolis, cidade paulista entre Araçatuba e São José do Rio Preto. Segundo o departamento de futebol amador da Ponte, esses convites são freqüentes, o que revela o carinho e o reconhecimento à Veterana.

No caso de Castanhal, o jornalista Amilcar Carneiro, por e-mail, fez o seguinte relato (em 24.05.2004):

“Não queira saber o quanto aquele jogo mexeu com nossa cidade. Eu tinha seis anos mas me lembro do campo lotado. Digo campo, porque não era estádio, mesmo sendo fechado, não tinha arquibancadas nem alambrado. A delegação da Ponte foi homenageada com um almoço (na casa do Tabelião local) e saudada com um discurso proferido por um jornalista vindo de Belém, mandado pelo jornal O Estado do Pará. Foram confeccionados bonés com as cores de nossa equipe (preto e amarelo). Imagine naquele tempo mandar fazer bonés. Acho que eram de brim, feitos por costureiras. Meu pai era dono do cinema (Cine Argus, fundado em 1940) e pouquíssimas coisas o faziam cancelar uma sessão cinematográfica. Pois nesse dia não houve matinê…”

Na coluna “Linha de Fundo”, que publica no jornal local, Amilcar confirma a grandiosidade do evento: “Foi um grande acontecimento na cidade, o comércio fechou, e à tarde toda a população estava lá no Campo de Castanhal para o grande jogo.”

Mas afinal de contas, foi decretado feriado municipal? Escrevi ao Secretário de Administração da Prefeitura de Castanhal, Sr. Jucivaldo Ferreira do Nascimento. Após minuciosa pesquisa nos arquivos da Prefeitura, ele descobriu que o único feriado da municipal de Castanhal é 19 de março, consagrado a São José Operário, o Padroeiro da cidade, conforme a Lei n. 17, de 14.05.1949 (informação prestada no Ofício n. 10, de 26.02.2004).

Amilcar Carneiro, na citada coluna, tira a conclusão: “O fato é que, com ou sem decreto [de feriado], a cidade realmente parou para receber a equipe paulista. Deve ter sido ponto facultativo decretado sem formalidades, atitude simpática do prefeito Vicente Lima, que inverteria a importância do evento, deixando para os pontepretanos a glória de ter vindo aqui e não aos castanhalenses a de recebê-los. É por essas e por outras que Castanhal tem história.”

Detalhe: o Castanhal, fundado em 07.09.1924, também é conhecido como Japim ou Japiim, um pássaro de penas pretas e amarelas, que são as cores do clube. Segundo Amilcar Carneiro, em e-mail de 31.05.2004, correm boatos de que a escolha de um animal foi influência da Macaca.

Esclarecidas as circunstâncias do jogo, vamos finalmente à ficha do jogo, registrada na obra de Sérgio Rossi:
CASTANHAL 1 x 6 PONTE PRETA
Data: 18.03.1955
Local: campo do Castanhal
Castanhal: Pará; Fogão e J. Alves; Melo, Peroba e Zadir; Waldir, Bigode, Brito (1), Carlito e Barbadinho.
Ponte Preta: Ciasca; Bruninho e Waldir; Albano, Joel e Carlinhos; Oscarlina (1), Paulinho (2), Jansen (1), Bibe e Friaça. Entraram depois: Andu, Derem, Homero, Pitico, Noca, Baltazar (1) e Nininho. Treinador: Moacyr de Moraes.
Árbitro: José Pinto Coelho.
Renda: Cr$ 21.000,00 – recorde na cidade

Na Copa do Brasil de 2001, os times voltaram a se encontrar na cidade, em 14.03.2001, vitória da Ponte por 1×0 (gol de Alex Oliveira), que passaria adiante com nova vitória, em Campinas, por 8×1 (4 gols de Washington, 3 de Macedo e 1 de Piá). Só que, dessa vez, segundo Amilcar Carneiro (na citada coluna), nenhum jornal ou rádio local fez menção ao histórico encontro de 1955.


Página adicionada em 12/Abril/2011.
Fontes de pesquisas utilizadas pelo autor (Laércio Becker):

Prêmio The Best FIFA – Melhor jogador do ano no mundo

O prêmio FIFA de melhor jogador do mundo foi Instituido em 1991.

Em 2010, uma pequena revolução no mundo do futebol acabou por unir o prêmio de Jogador do Ano da FIFA à Bola de Ouro da revista France Football. O presidente da FIFA, Joseph S. Blatter, e a presidente do grupo que edita a publicação, Marie-Odile Amaury, assinaram um acordo para esse efeito no dia 5 de julho de 2010, passando a se chamar Bola de Ouro FIFA.

A Bola de Ouro da France Football era entregue desde 1956. Até 1994 era concedida ao melhor jogador europeu que atuasse em um campeonato do Velho Continente. Entre 1995 e 2006 os candidatos não precisavam mais ter nascido na Europa, porém deviam jogar lá. A partir de 1997, a distinção de nacionalidade e clube foi extinta. Esses últimos critérios são os mesmos adotados pelo Jogador do Ano da FIFA desde a sua criação, em 1991.

Vale lembrar que desde 2005 o vencedor das duas premiações tem sido sempre o mesmo: Ronaldinho (2005), Fabio Cannavaro (2006), Kaká (2007), Cristiano Ronaldo (2008) e Lionel Messi (2009). Na prática, a fusão também teve efeito na maneira de se eleger o vencedor da Bola de Ouro FIFA.

Os votos virão tanto dos treinadores e capitães das seleções, como era o caso do Jogador do Ano da FIFA, como dos membros da imprensa, tradicionais jurados da Bola de Ouro da France Football.

O argentino Lionel Messi é o recordista da premiação, com oito conquistas. Messi, depois de vencer por quatro vezes consecutivas, de 2009 a 2012, conquistou a quinta Bola de Ouro em 2015, depois em 2019, novamente em 2022, e a última em 2023 – Cristiano Ronaldo, o segundo maior vencedor, conquistou pela primeira vez em 2008, quando atuava pelo Manchester United.

A premiação unificada terminou em 2015 e a Fifa criou o troféu “The Best” para o jogador mais votado entre capitães e treinadores das seleções nacionais filiadas à entidade, jornalistas e o público. FIFA e Revista France Football agora, e novamente, cada um tem sua propria premiação. 2016 foi o primeiro ano de entrega do prêmio “The Best”. Antes, a Fifa dava o prêmio, chamado “Bola de Ouro”, ao melhor do mundo em parceria com a revista France Football.

Nota: Em 2023 houve empate entre Messi e Haarling. A decisão do desempate foi pelo critério em que “o prêmio seria dado ao jogador que for escolhido mais vezes como “primeiro lugar” na votação.

Prêmio The Best FIFA
Ano Pos./Pts. Atleta/País Clube
2024 1° (48) Viniciu Junior (Brasil) Real Madrid/ESP
  2° (43) Rodri (Espanha) Manchester City/ING
  3° (37) Jude Bellingham (Inglaterra) Real Madrid/ESP
2023 1° (48) Lionel Messi (Argentina) Paris Saint-German/FRA
  2° (48) Erling Haaland (Noruega) Manchester City/ING
  3° (35) Kylian Mbappé (França) Paris Saint-German/FRA
2022 1° (52) Lionel Messi (Argentina) Paris Saint-German/FRA
  2° (44) Kylian Mbappé (França) Paris Saint-German/FRA
  3° (34) Karim Benzema (França) Real Madrid/ESP
2021 1° (48) Robert Lewandowski (Polonia) Bayern Munique/ALE
  2° (44) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  3° (39) Mohamed Salah (Egito) Liverpool/ING
2020 1° (52) Robert Lewandowski (Polonia) Bayern Munique/ALE
  2° (38) Cristiano Ronaldo (Portugal) Juventus/ITA
  3° (35) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
2019 1° (46 pts.) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  2° (38 pts.) Virgil Van Dijk (Holanda) Liverpool/ING
  3° (36 pts.) Cristiano Ronaldo (Portugal) Juventus/ITA
2018 1° (29,05%) Luka Modric (Croácia) Real Madrid/ESP
  2° (19,08%) Cristiano Ronaldo (Portugal) Real Madrid/ESP
  3° (11,23%) Mohamed Sala (Egito) Liverpool/ING
2017 1° (43,16%) Cristiano Ronaldo (Portugal) Real Madrid/ESP
  2° (19,25%) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  3° (6,97%) Neymar (Brasil) Barcelona/ESP
2016 1° (34,54%) Cristiano Ronaldo (Portugal) Real Madrid/ESP
  2° (26,42%) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  3° (7,53%) Antoine Griezmann (França) Atlético de Madrid/ESP
Prêmio Bola de Ouro Unificado FIFA / France Football
2015 1° (41,33%) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  2° (27,76%) Cristiano Ronaldo (Portugal) Real Madrid/ESP
  3° (7,86%) Neymar (Brasil) Barcelona/ESP
2014 1° (37,66%) Cristiano Ronaldo (Portugal) Real Madrid/ESP
  2° (15,76%) Leonel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  3° (15,72%) Manuel Neuer (Alemanha) Bayern Munchen/ALE
2013 1° (27,99%) Cristiano Ronaldo (Portugal) Real Madrid/ESP
  2° (24,72%) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  3° (23,36%) Franck Ribéry (França) Bayern Munchen/ALE
2012 1° (41,6%) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  2° (23,68%) Cristiano Ronaldo (Portugal) Real Madrid/ESP
  3° (10,91%) Andrés Iniesta (Espanha) Barcelona/ESP
2011 1° (47,88%) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  2° (21,60%) Cristiano Ronaldo (Portugal) Real Madrid/ESP
  3° (9,23%) Xavi Hernández (Espanha)( Barcelona/ESP
2010 (22,65%) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  2° (17,36%) Andrés Iniesta Barcelona/ESP
  3° (16,48%) Xavi Hernández (Espanha) Barcelona/ESP
Prêmio Bola de Ouro da FIFA
2009 1° (1073) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  2° (352) Cristiano Ronaldo (Portugal) Real Madrid
  3° (196) Xavi Hernández (Espanha) Barcelona/ESP
2008 1° (935) Cristiano Ronaldo (Portugal) Manchester United/ING
  2° (678) Lionel Messi (Argentina) Barcelona
  3° (203) Fernando Torres Liverpool
2007 1° (1047) Kaká (Brasil) Milan/ITA
  2° (504) Lionel Messi (Argentina) Barcelona/ESP
  3° (426) Cristiano Ronaldo (Portugal) Manchester United/ING
2006 1° (498) Fabio Cannavaro (Italia) Juventus e Real Madrid
  2° (454) Zinedine Zidane (França) Real Madrid/ESP
  3° (380) Ronaldinho Gaúcho (Brasil) Barcelona/ESP
2005 1° (956) Ronaldinho Gaúcho (Brasil) Barcelona/ESP
  2° (306) Frank Lampard (Inglaterra) Chelsea/ING
  3° (190) Samuel Eto’o (Camarões) Barcelona/ESP
2004 1° (620) Ronaldinho Gaúcho (Brasil) Barcelona/ESP
  2° (552) Thierry Henry (França) Arsenal/ING
  3° (253) Andriy Shevchenko (UCR) Milan/ITA
2003 1° (264) Zinedine Zidane (França) Real Madrid/ESP
  2° (186) Thierry Henry (França) Arsenal/ING
  3° (176) Ronaldo (Brasil) Real Madrid/ESP
2002 1° (387) Ronaldo (Brasil) Inter Milão e Real Madrid
  2° (171) Oliver Khan (Alemanha) Bayern Munchen/ALE
  3° (148) Zinedine Zidane (França) Real Madrid/ESP
2001 1° (250) Luis Figo (Portugal) Real Madrid/ESP
  2° (238) David Beckham (Inglaterra) Manchester United/ING
  3° (96) Raúl (Espanha) Real Madrid/ESP
2000 1° (370) Zinedine Zidane (França) Juventus/ITA
  2° (329) Luis Figo (Portugal) Real Madrid/ESP
  3° (263) Rivaldo (Brasil) Barcelona/ESP
1999 1° (538) Rivaldo (Brasil) Barcelona/ESP
  2° (194) David Beckham (Inglaterra) Manchester United/ING
  3° (79) Gabriel Batistuta (ARG) Fiorentina/ITA
1998 1° (518) Zinedine Zidane (França) Juventus/ITA
  2° (164) Ronaldo (Brasil) Inter Milão/ITA
  3° (108) Davor Suker (Croácia) Real Madrid/ESP
1997 1° (480) Ronaldo (Brasil) Inter Milão/ITA
  2° (85) Roberto Carlos (Brasil) Real Madrid/ESP
  3° (62) Dennis Bergkamp (HOL) Arsenal/ING
  3° (62) Zinene Zidane (França) Juventus/ITA
1996 1° (329) Ronaldo (Brasil) Barcelona/ESP
  2° (140) George Weah (Libéria) Milan/ITA
  3° (123) Alan Shearer (Inglaterra) Newcastle/ING
1995 1° (170) George Weah (Libéria) Milan/ITA
  2° (80) Paulo Maldini (Itália) >Milan/ITA
  3° (58) Jurgen Klinsmann (ALE) Bayern Munchen/ALE
1994 1° (346) Romário (Brasil) Barcelona/ESP
  2° (100) Hristo Stoichkov (Bulgária) Barcelona/ESP
  3° (80) Roberto Baggio (Itália) Juventus/ITA
1993 1° (152) Roberto Baggio (Itália) Juventus/ITA
  2° (84) Romário (Brasil) Barcelona/ESP
  3° (58) Dennis Bergkamp (HOL) Ajax Amsterdam/HOL
1992 1° (161) Marco Van Basten (Holanda) Milan/ITA
  2° (88) Hristo Stoichkov (Bulgária) Barcelona/ESP
  3° (61) Thomas Hassler (ALE) Roma/ITA
1991 1° (128) Lothar Matthaus (ALE) Inter Milão/ITA
  2° (113) Jean Pierre Papin (França) Olimpique Marseille/FRA
  3° (40) Gary Lineker (Inglaterra) Tottenham Hotspur/ING


Veja também:


Vencedores da France Football

Prêmio Rey de America

Treinador do ano da FIFA

+ Premiações

Pesquisas realizadas por Sidney Barbosa da Silva. Fonte: FIFA.com
Página adicionada em 11 abril 2008; atualizada em 18 Dezembro 2024.

LISTAGEM COM TODOS OS GOLS DE ROGÉRIO CENI

Rogério Ceni é o maior goleiro artilheiro da história do futebol, seguido por Chilavert (Paraguai) com 62, Ivankov (Bulgaria) com 42, Higuita (Colombia) com 41 e Campos (Mexico) com 40. Em toda sua carreira fez um total de 132 gols, sendo 129 reconhecidos pela FIFA, dois não oficiais (partidas amistosas) e um em jogo festivo de encerramento de carreira.

Contando todos os gols, o de número 100 foi feito no maior adversário do tricolor, o Corinthians. Em jogos oficiais o de número 100 foi em jogo contra do EC Bahia.

GOLS RECONHECIDOS PELA FIFA
Gol Data Placar Adversário Foi de: Estadio e Local Campeonato
01 15/02/97 2 x 0 União São João falta Herminio Ometto/SP Paulista
02 13/09/97 2 x 2 Botafogo/RJ falta Morumbi/SP Brasileiro
03 09/11/97 4 x 4 Paraná Clube falta Morumbi/SP Brasileiro
04 28/03/98 2 x 1 Santos falta Morumbi/SP Paulista
05 12/04/98 6 x 1 São José falta Morumbi/SP Paulista
06 18/04/99 4 x 4 Palmeiras pênalti Morumbi/SP Paulista
07
08
25/04/99
»
2 x 1
»
Inter de Limeira
»
falta
pênalti
Major Levi Sobrinho/SP Paulista
 
09 25/08/99 4 x 1 San Lorenzo/ARG falta Morumbi/SP Copa Mercosul
10 03/11/99 1 x 0 Ponte Preta falta Morumbi/SP Brasileiro
11 01/04/00 3 x 2 Guarani falta Brinco de Ouro/SP Paulista
12 09/04/00 4 x 2 Portuguesa Santista falta Morumbi/SP Paulista
13 24/05/00 3 x 1 America/RN falta Machadão/RN Copa do Brasil
14 18/06/00 2 x 2 Santos falta Morumbi/SP Paulista
15 17/09/00 2 x 0 Portuguesa pênalti Morumbi/SP Brasileiro
16 04/10/00 1 x 1 Grêmio/RS falta Morumbi/SP Brasileiro
17 17/10/00 1 x 1 Internacional/RS falta Morumbi/SP Brasileiro
18 17/03/01 4 x 4 Portuguesa Santista falta Ulrico Mursa/SP Paulista
19 30/06/01 2 x 0 Coritiba/PR falta Almeidão/PB C. dos Campeões
20 30/01/02 3 x 2 Guarani falta Brinco de Ouro/SP Torneio Rio-SP
21 03/02/02 4 x 3 Fluminense falta Morumbi/SP Torneio Rio-SP
22 03/04/02 6 x 1 Figueirense falta Morumbi/SP Copa do Brasil
23 27/04/02 2 x 2 Palmeiras falta Morumbi/SP Torneio Rio-SP
24 26/10/02 3 x 1 Portuguesa falta Canindé/SP Brasileiro
25 20/04/03 3 x 1 Vasco da Gama falta Morumbi/SP Brasileiro
26 21/09/03 2 x 2 Atletico/MG falta Morumbi/SP Brasileiro
27 11/02/04 2 x 1 Alianza Lima/PER falta Est. Nacional/PER Libertadores
28 16/05/04 2 x 2 Paraná Clube falta Morumbi/SP Brasileiro
29 19/05/04 3 x 0 Dep. Tachira/VEN falta Morumbi/SP Libertadores
30
31
17/07/04
»
2 x 1
»
Figueirense
»
falta
pênalti
Morumbi/SP
 
Brasileiro
 
32 23/01/05 4 x 2 America/SP falta Benedito Teixeira/SP Paulista
33 20/02/05 3 x 0 Palmeiras falta Morumbi/SP Paulista
34 09/03/05 4 x 2 Univ. de Chile/CHI falta Morumbi/SP Libertadores
35 12/03/05 1 x 0 Rio Branco penalti Morumbi/SP Paulista
36 19/03/05 6 x 0 Marilia falta Morumbi/SP Paulista
37 26/03/05 3 x 1 Santo André pênalti Morumbi/SP Paulista
38 08/05/05 5 x 1 Corinthians penalti Pacaembu/SP Brasileiro
39 25/05/05 2 x 0 Palmeiras pênalti Morumbi/SP Libertadores
40 28/05/05 1 x 1 Cruzeiro penalti Morumbi/SP Brasileiro
41
42
01/06/05
»
4 x 0
»
Tigres/MEX
»
falta
falta
Morumbi/SP
 
Libertadores
 
43 12/06/05 2 x 2 Paysandu falta Mangueirão/PA Brasileiro
44 22/06/05 2 x 0 River Plate/ARG pênalti Morumbi/SP Libertadores
45 20/07/05 3 x 3 Brasiliense falta Boca do Jacaré/DF Brasilia
46 28/08/05 4 x 0 Paraná Clube falta Willie Davids/PR Brasileiro
47 11/09/05 4 x 1 Coritiba/PR penalti Couto Pereira/PR Brasileiro
48 18/09/05 4 x 2 Vasco da Gama penalti Morumbi/SP Brasileiro
49 21/09/05 3 x 2 Cruzeiro pênalti Mineirão/MG Brasileiro
50 02/11/05 2 x 2 Atletico/MG falta Morumbi/SP Brasileiro
51 04/12/05 3 x 1 Atlético/PR falta Morumbi/SP Brasileiro
52 14/12/05 3 x 2 Al Ittihad (AR.SAUD.) pênalti Toquio/JAP Mundial de Clubes
53 18/02/06 5 x 1 Paulista pênalti Pacaembu/SP Paulista
54 22/02/06 3 x 0 Mogi Mirim penalti A. Campanela/SP Paulista
55 26/03/06 4 x 2 Rio Branco penalti Décio Vitta/SP Paulista
56 02/04/06 3 x 1 Santos pênalti Morumbi/SP Paulista
57 09/04/06 2 x 0 Ituano falta João Paulo II/SP Paulista
58 16/04/06 1 x 0 Flamengo penalti Morumbi/SP Brasileiro
59 20/04/06 2 x 0 Caracas/VEN penalti Morumbi/SP Libertadores
60 29/04/06 4 x 0 Santa Cruz/PE falta Morumbi/SP Brasileiro
61 03/05/06 2 x 1 Palmeiras pênalti Morumbi/SP Libertadores
62 26/07/06 1 x 0 Chivas Guadalajara penalti Est. Jalisco/MEX Libertadores
63
64
20/08/06
»
2 x 2
»
Cruzeiro/MG
»
falta
pênalti
Mineirão/MG
 
Brasileiro
 
65 03/09/06 3 x 1 Santa Cruz falta Arruda/PE Brasileiro
66 04/10/06 5 x 1 Vasco da Gama falta Morumbi/SP Brasileiro
67 02/11/06 1 x 1 Ponte Preta penalti Morumbi/SP Brasileiro
68 26/11/06 2 x 0 Cruzeiro falta Morumbi/SP Brasileiro
69 11/02/07 3 x 1 Corinthians penalti Morumbi/SP Paulista
70 01/04/07 3 x 1 Palmeiras penalti Morumbi/SP Paulista
71 12/05/07 2 x 0 Goiás penalti Morumbi/SP Brasileiro
72 03/06/07 1 x 0 Paraná Clube penalti Durival de Brito/PR Brasileiro
73 03/07/07 1 x 0 Internacional/RS penalti Morumbi/SP Brasileiro
74 26/07/07 3 x 1 Sport Recife falta Morumbi/SP Brasileiro
75 15/08/07 2 x 2 Figueirense penalti Orlando Scarpelli/SC Sulamericana
76 26/08/07 5 x 0 Náutico penalti Morumbi/SP Brasileiro
77 28/10/07 2 x 1 Sport Recife falta Ilha do Retiro/PE Brasileiro
78 11/11/07 1 x 0 Grêmio penalti Morumbi/SP Brasileiro
79 06/04/08 3 x 1 Juventus penalti Morumbi/SP Paulista
80 20/07/08 2 x 1 Botafogo/RJ penalti Morumbi/SP Brasileiro
81
82 »
03/08/08
»
4 x 0
»
Vasco da Gama
 
falta
penalti
Morumbi/SP
 
Brasileiro
 
83 19/10/08 2 x 2 Palmeiras penalti Pq. Antártica/SP Brasileiro
84 25/10/09 4 x 3 Santos falta Urbano Caldeira/SP Brasileiro
85 06/12/09 4 x 0 Sport falta Morumbi/SP Brasileiro
86 23/01/10 3 x 0 Rio Claro penalti Morumbi/SP Paulista
87 13/02/10 1 x 0 Ituano penalti Novelli Jr./SP Paulista
88 25/02/10 1 x 2 Once Caldas falta Est. Palogrande/COL Libertadores
89 21/03/10 3 x 0 Mogi Mirim penalti Morumbi/SP Paulista
90 29/08/10 2 x 2 Fluminense falta Maracanã/RJ Brasileiro
91 29/09/10 2 x 4 Grêmio/RS penalti Olimpico/RS Brasileiro
92 03/11/10 2 x 0 Cruzeiro penalti João Havelange/MG Brasileiro
93 28/11/10 1 x 1 Atletico-GO penalti Serra Dourada/GO Brasileiro
94 16/01/11 2 x 0 Mogi Mirim penalti Romildo Gomes/SP Paulista
95 03/02/11 3 x 2 Linense falta Morumbi/SP Paulista
96 13/02/11 3 x 2 Portuguesa falta Canindé/SP Paulista
97 23/03/11 2 x 3 Paulista penalti Jayme Cintra/SP Paulista
98 27/03/11 2 x 1 Corinthians falta Arena Barueri/SP Paulista
99 10/04/11 4 x 1 Noroeste penalti Alfredo Castilho/SP Paulista
100 04/08/11 4 x 0 Bahia penalti Morumbi/SP Brasileiro
101 31/08/11 1 x 2 Fluminense penalti Morumbi/SP Brasileiro
102 01/08/12 2 x 0 Bahia falta Roberto Santos/BA Sulamericana
103 18/08/12 3 x 0 Ponte Preta penalti Morumbi/SP Brasileiro
104 11/11/12 1 x 2 Grêmio penalti Olimpico/RS Brasileiro
105 18/11/12 2 x 1 Náutico penalti Morumbi/SP Brasileiro
106 23/01/13 5 x 0 Bolivar/BOL penalti Morumbi/SP Libertadores
107 09/02/13 2 x 1 Guarani falta Brinco de Ouro/SP Paulista
108 04/04/13 1 x 2 The Strongest/BOL penalti Hernano Siles/BOL Libertadores
109 18/04/13 2 x 0 Atlético-MG penalti Morumbi/SP Libertadores
110 14/07/13 2 x 3 Vitória falta Manoel Barradas/BA Brasileiro
111 13/11/13 2 x 0 Flamengo penalti Novelli Jr./SP Brasileiro
112 09/02/14 1 x 2 Ponte Preta penalti Moisés Lucarelli/SP Paulista
113 07/05/14 3 x 0 CRB penalti Pacaembu/SP Copa do Brasil
114 21/05/14 2 x 5 Fluminense penalti Maracanã/RJ Brasileiro
115 28/05/14 2 x 2 Atletico-PR penalti Parque do Sabiá/MG Brasileiro
116 16/07/14 2 x 0 Bahia penalti Fonte Nova/BA Brasileiro
117 31/08/14 1 x 1 Figueirense penalti Orlando Scarpelli/SC Brasileiro
118 14/09/14 2 x 0 Cruzeiro penalti Morumbi/SP Brasileiro
119 24/09/14 2 x 2 Flamengo penalti Morumbi/SP Brasileiro
120 04/10/14 1 x 0 Grêmio penalti Arena Grêmio/RS Brasileiro
121 18/10/14 2 x 1 Bahia falta Morumbi/SP Brasileiro
122 07/02/15 2 x 0 XV de Piracicaba penalti Pacaembu/SP Paulista
123 12/03/15 1 x 0 São Bento penalti Morumbi/SP Paulista
124 29/03/15 3 x 0 Linense falta Morumbi/SP Paulista
125 11/04/15 3 x 0 Red Bull Brasil falta Morumbi/SP Paulista
126 03/06/15 3 x 2 Santos penalti Morumbi/SP Brasileiro
127 06/06/15 2 x 0 Grêmio penalti Morumbi/SP Brasileiro
128 12/08/15 2 x 0 Figueirense penalti Orlando Scarpelli/SC Brasileiro
129 26/08/15 3 x 0 Ceará penalti Arena Castelão/CE Brasileiro
GOLS NÃO OFICIAIS
01 25/01/98 1 x 1 Combinado Rio-SP falta Morumbi/SP Amistoso
02 17/01/00 5 x 1 Uralan/RUS falta Morumbi/SP Costantino Cury
JOGO FESTIVO (ver obs.)
01 11/12/15 5 x 3 São Paulo 92/93/05 penalti Morumbi/SP Jogo Festivo
OBS.: Ídolo do São Paulo reúne campeões mundiais de 1992, 1993 e 2005 em jogo histórico de despedida. Emocionado, Mito joga no gol, na linha e se arrisca na música. O resultado da partida foi São Paulo de 2005 – 5 x 3 – São Paulo de 1992/1993.

* Rogério Ceni fez outros sete gols (até Mar/2013), um por jogo, em decisões por penais contra Grêmio, Corinthians, River Plate/ARG, Rosario Central/ARG, São Caetano e Estudiantes/ARG – esses jogos no Morumbi; Fluminense em jogo no Maracanã.
Pesquisas realizadas por Sidney Barbosa da Silva
Fontes: Arquivo www.campeoesdofutebol.com.br; e www.rogerioceni.com.br
Página adicionada em 03 de setembro de 2006 – atualizada em 23/Janeiro/2017.

A Mística do Futebol Brasileiro: Lendas e Histórias

Pelé: O Rei do Futebol

Não há como falar de futebol brasileiro sem mencionar Pelé. Considerado por muitos como o maior jogador de todos os tempos, ele encantou o mundo com seu talento e carisma. Pelé transcendeu o esporte, tornando-se um ícone cultural e uma lenda viva. Sua habilidade com a bola, inteligência em campo e capacidade de fazer gols incríveis são lembradas até hoje. Os brasileiros continuam a se orgulhar de suas conquistas e sua influência no esporte é evidente em cada geração de novos jogadores.

Garrincha e a Magia das Pernas Tortas

Outro mito do futebol brasileiro é Garrincha, conhecido por sua habilidade incrível de driblar adversários com suas “pernas tortas”. Ele trouxe alegria aos campos de futebol e conquistou os corações dos torcedores. Sua carreira foi marcada por momentos brilhantes e histórias inesquecíveis. Garrincha é uma prova de que o talento pode superar qualquer adversidade, e sua trajetória continua a inspirar jogadores e fãs de futebol ao redor do mundo.

A Lenda do Maracanazo

O Maracanazo é um dos episódios mais dolorosos da história do futebol brasileiro. A derrota inesperada para o Uruguai na final da Copa do Mundo de 1950, no Maracanã, deixou cicatrizes profundas na memória dos torcedores. No entanto, esse momento também se tornou parte da rica tapeçaria do futebol brasileiro. A resiliência demonstrada após essa derrota ajudou a moldar a mentalidade vencedora do Brasil nas décadas seguintes, levando ao surgimento de equipes lendárias que dominaram o cenário mundial.

Leia também: O Brasil Mítico: Criaturas Fantásticas e o Imaginário Nacional

Zico: O Maestro do Flamengo

Zico, conhecido como “o Galinho de Quintino”, é outra figura emblemática do futebol brasileiro. Sua técnica apurada, visão de jogo e precisão nos chutes livres lhe renderam o status de ídolo eterno do Flamengo e da seleção brasileira. Zico nunca conquistou uma Copa do Mundo, mas seu legado vai além de troféus. Ele é reverenciado por sua dedicação ao esporte, e seu impacto no futebol é sentido até hoje.

A Mística da Camisa 10

A camisa 10 se tornou um símbolo do futebol arte no Brasil, imortalizada por grandes nomes como Pelé, Zico e mais recentemente, Neymar. Vestir essa camisa é carregar uma responsabilidade e uma tradição de excelência. Os jogadores que a usam são esperados para liderar suas equipes e inspirar seus companheiros. A mística da camisa 10 continua a seduzir jovens talentos que sonham em se tornar a próxima lenda do futebol brasileiro.

Rivalidades e Clássicos: Mais que um Jogo

O futebol brasileiro é recheado de rivalidades acirradas e clássicos emocionantes. Confrontos como Fla-Flu, Corinthians e Palmeiras ou Gre-Nal são eventos que param o país. Essas partidas não são apenas sobre o resultado no placar, mas sim sobre história, paixão e identidade cultural. Elas capturam a essência do futebol brasileiro, onde cada jogada é carregada de emoção e significado.

Neymar: O Futuro e o Presente

Neymar Jr. é um dos principais representantes do futebol brasileiro na atualidade. Com seu estilo de jogo ousado e criativo, ele continua a encantar plateias ao redor do mundo. Neymar carrega em seus ombros a expectativa de dar continuidade à tradição de grandes craques brasileiros. Além disso, sua presença nas apostas esportivas é significativa – VBET Apostas Esportivas frequentemente destaca suas performances em suas análises e previsões.

A Influência do Futebol de Rua

O futebol de rua desempenhou um papel crucial na formação de muitos dos grandes jogadores do Brasil. É nas ruas e campos improvisados que muitos jovens aprendem a driblar, dominar a bola e desenvolver a criatividade. Esse ambiente informal e desafiador contribui para o surgimento de jogadores habilidosos e com uma visão de jogo diferenciada. A cultura do futebol de rua é parte essencial do imaginário nacional e continua a influenciar a maneira como o futebol é jogado no Brasil.

O futebol brasileiro é mais do que um esporte – é uma paixão que une o país, atravessando gerações e fronteiras. Suas lendas, histórias e mitos fazem parte do folclore nacional, mantendo viva a essência de um dos esportes mais amados do mundo.

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Brasília entre a seca e a chuva no Planalto Central

O clima em Brasília tem uma personalidade própria. É um daqueles casos em que o céu e o solo parecem combinar um pacto de contrastes. Metade do ano, tudo é sol, ar seco e horizontes limpos. Na outra metade, o céu se enche de nuvens e desaba em chuvas de verão quase diárias. É um ciclo previsível, mas nunca monótono.

A cidade vive sob um clima tropical de altitude, o que significa calor moderado e noites que pedem uma manta leve. A mais de 1.100 metros do nível do mar, o Planalto Central suaviza os excessos. Brasília não tem frio rigoroso nem calor sufocante, mas sente, intensamente, o peso da seca e o alívio da chuva.

Quem vive aqui aprende rápido: quando o verde se apaga e a poeira sobe, é sinal de que a chuva ainda está longe. Quando os trovões voltam, o ar parece renascer.

Estação das chuvas verão úmido e quente

A temperatura agora pode até enganar, mas basta olhar o céu para entender em que parte do ciclo Brasília está. De outubro a abril, a cidade se veste de nuvens. É o tempo da umidade alta, do ar pesado e dos trovões que anunciam pancadas de fim de tarde.

Dezembro e janeiro são os campeões da chuva, com cerca de 24 dias molhados por mês. As manhãs nascem ensolaradas, mas logo o ar esquenta e as nuvens se acumulam. Em poucas horas, o céu desaba em tempestades rápidas e intensas. Quando a chuva passa, o cheiro de terra molhada invade tudo, e a cidade respira outra vez.

As temperaturas raramente saem da faixa dos 26 a 28 graus. À noite, caem para algo em torno de 18. O calor é suportável porque as nuvens filtram o sol, e a brisa que sopra das chapadas vizinhas refresca. É uma estação de energia viva, com o Cerrado pulsando verde e as cachoeiras cheias.

Estação seca inverno claro e árido

A partir de maio, o céu muda de humor. As nuvens somem, o ar seca e o sol ganha protagonismo absoluto. Julho, o mês mais árido, às vezes passa inteiro sem uma gota de chuva. O ar fica tão seco que, à tarde, a umidade pode cair abaixo de 20%.

As madrugadas são frescas, em torno de 12 a 14 graus, e as tardes, quentes e luminosas. A amplitude térmica é enorme: quem sai cedo de casa sente frio, mas à tarde o calor exige sombra e água. O pôr do sol, com aquele tom alaranjado que parece pintado à mão, é o espetáculo diário da seca.

É também o período das queimadas e da poeira, quando o Cerrado adormece. A beleza, no entanto, está no contraste: o céu de julho tem um azul tão intenso que parece inventado. A cidade vive nesse clima paradoxal, seco e vibrante, belo e severo ao mesmo tempo.

Características especiais altitude e ventos

A altitude dá a Brasília um equilíbrio raro. Mesmo sob sol forte, dificilmente o termômetro ultrapassa 32 graus. As noites são quase sempre agradáveis, e quando o ar polar chega, em junho ou julho, há quem precise de um casaco mais pesado.

Os ventos constantes aliviam o calor e limpam o ar. Na seca, eles carregam poeira; nas chuvas, espalham o cheiro da terra úmida. Quando as primeiras pancadas da primavera caem, o alívio é imediato. O som da chuva batendo no telhado parece devolver vida ao Cerrado.

Há ainda um detalhe que poucos lembram: por estar em altitude elevada e perto do Trópico de Capricórnio, Brasília recebe sol forte o ano todo. O índice de radiação UV é altíssimo, até nos dias de céu encoberto. Protetor solar e chapéu são tão necessários quanto o guarda-chuva.

Dicas climáticas para Brasília

Quem visita a capital deve se preparar conforme o humor do céu. Durante a seca, a hidratação é vital. Água, soro nasal e umidificador viram aliados silenciosos. A época é perfeita para explorar a arquitetura da cidade, o céu limpo e o horizonte sem limites.

Na estação das chuvas, a cidade ganha outra beleza. As árvores florescem, os parques se tornam verdes intensos e as cachoeiras da Chapada dos Veadeiros ou de Pirenópolis ficam cheias. É preciso apenas aceitar as pancadas de verão e planejar o dia entre o sol da manhã e a chuva da tarde.

A melhor época para visitar? Talvez setembro. O ar ainda é seco, o céu começa a mudar, e as primeiras chuvas pintam o verde de volta. Brasília é assim: meio deserto, meio floresta. Um lugar onde o tempo dita o ritmo da vida, com uma precisão quase poética.

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Os Desafios do Streaming Esportivo no Smartphone

Muita gente imagina que basta abrir o celular no dia do jogo e pronto. Só que Assistir esportes no celular com VPN se tornou quase uma necessidade para quem vive em viagem, está fora da área de transmissão ou simplesmente quer ver o time do coração sem dor de cabeça. Quem nunca tentou assistir a um jogo e recebeu a mensagem de que o conteúdo não está disponível na sua região. É frustrante. E pior, sem aviso prévio.

Esses bloqueios não surgem do nada. Eles existem por causa dos direitos de transmissão, que limitam onde cada partida pode ser exibida. Um jogo pode estar liberado no país de origem, mas completamente bloqueado em outra região. E tem os famigerados blackouts, quando até quem mora no país certo é impedido de assistir caso esteja fora da área licenciada. Nessas horas, torcedores começam a caçar transmissões clandestinas, o que abre espaço para riscos sérios: sites com anúncios maliciosos, coleta de dados escondida e aquele velho perigo do malware que se esconde atrás de um simples clique.

Ninguém quer ter o celular invadido só para ver futebol. Nem correr risco legal por acessar plataformas piratas. O objetivo aqui é evitar bloqueios de maneira inteligente e protegida. Porque ver o jogo deve ser um prazer. Nunca um prejuízo.

Prefira Fontes Oficiais e Aplicativos Confiáveis

Antes de qualquer truque mais avançado, vale olhar o básico. Muitos campeonatos e emissoras têm seus próprios aplicativos com transmissão oficial e qualidade impecável. Em geral, esses apps oferecem segurança, suporte e legalidade. É aquele velho ditado: o barato demais pode sair bem caro.

Se o jogo que você quer assistir não está liberado gratuitamente, considerar uma assinatura faz sentido. Aplicativos oficiais são revisados pelas lojas Google Play e App Store, o que já elimina grande parte dos riscos. Diferente dos APKs aleatórios que prometem “stream grátis” e escondem armadilhas. Nessas versões clandestinas, pode haver espionagem, roubo de senhas e a ameaça constante de travamentos e anúncios perigosos.

Também vale verificar se a liga ou o time possui um streaming próprio. Times grandes já entenderam a importância do torcedor conectado e disponibilizam jogos ao vivo ou conteúdo exclusivo. No fim das contas, sua segurança e sua privacidade valem mais do que um link duvidoso encontrado na pressa.

Use uma VPN para Driblar Restrições com Segurança

Agora vem o segredo que muitos torcedores já descobriram. Uma VPN confiável permite que você assista aos jogos como se estivesse em outro lugar. Basta mudar virtualmente sua localização e o bloqueio deixa de existir. Quer acessar uma transmissão que só funciona em outro país. Conecte a um servidor de lá e aproveite.

Mas a vantagem da VPN vai além da liberdade de assistir ao jogo. Ela criptografa o tráfego do smartphone, impedindo que terceiros espionem sua conexão. Isso faz toda diferença quando a partida pega fogo e você está no Wi Fi público de um aeroporto ou bar. Em vez de deixar seus dados circulando por aí, tudo fica protegido de olhares maliciosos.

É liberdade e segurança no mesmo pacote. Só tem um ponto importante. Use a VPN junto de serviços oficiais. Assim você mantém a legalidade e garante qualidade na transmissão. Claro, escolha uma VPN com velocidade alta e servidores estáveis. Futebol travando ninguém merece.

Boas Práticas ao Assistir Jogos no Celular

Mesmo com tudo configurado corretamente, vale manter alguns hábitos de proteção. Sistema desatualizado vira porta aberta para ataque. Então deixe o celular sempre com updates em dia. Um aplicativo de segurança pode avisar caso algo estranho tente se instalar durante a navegação.

Evite clicar em pop ups que piscam como neon. Sites piratas adoram encher a tela com falsas mensagens que prometem liberar o jogo com um clique. Muitas dessas janelas escondem golpes que coletam senhas ou instalam adware no dispositivo. Caso você esteja em ambiente público, fones de ouvido ajudam na privacidade e evitam olhares curiosos tentando descobrir sua senha pela tela.

E por favor, não forneça dados pessoais em sites desconhecidos que exigem login para liberar o jogo. Quando algo soa errado, quase sempre está.

Ver o seu time jogar no celular deveria ser simples. Com boas escolhas, um toque de cuidado e as ferramentas certas, você pode acompanhar cada lance com tranquilidade. Sem bloqueios incômodos. Sem riscos desnecessários. Só você, seu smartphone e o espetáculo que acontece dentro de campo.

Artigos   Notícias

Análise de Dados no Desporto Moderno: Estratégia, Performance e Inovação

A análise de dados transformou profundamente o desporto moderno. Clubes, treinadores e atletas utilizam métricas avançadas para otimizar desempenho, prevenir lesões e tomar decisões estratégicas mais assertivas. Hoje, o sucesso em campo não depende apenas de talento, mas também da capacidade de interpretar números e transformar informação em vantagem competitiva.

O Papel da Tecnologia na Evolução do Desporto

Com o avanço de sensores, softwares de rastreamento e inteligência artificial, tornou-se possível monitorar praticamente todos os aspectos do jogo. Desde a distância percorrida por um atleta até a velocidade média de passes, cada detalhe pode ser registrado e analisado.

Monitoramento de Performance

Ferramentas modernas permitem avaliar:

● Frequência cardíaca e nível de fadiga
● Índice de aceleração e desaceleração
● Precisão de passes e finalizações
● Padrões táticos durante a partida

Esses dados ajudam treinadores a ajustar estratégias em tempo real, além de planejar treinos personalizados para cada jogador.

Prevenção de Lesões

A análise preditiva também é essencial para identificar riscos físicos antes que se tornem problemas graves. Com base em dados históricos, é possível detectar padrões que indicam sobrecarga muscular ou queda de rendimento, reduzindo significativamente o tempo de afastamento dos atletas.

Big Data e Tomada de Decisão Estratégica

No futebol, basquete, tênis e até nos eSports, o Big Data já é parte integrante do planejamento estratégico. A análise estatística detalhada permite estudar adversários, identificar pontos fracos e explorar oportunidades táticas.

Scouting Baseado em Dados

O recrutamento de atletas evoluiu consideravelmente. Em vez de depender apenas de observação subjetiva, clubes utilizam algoritmos para comparar desempenhos em diferentes ligas e contextos competitivos. Isso reduz riscos financeiros e aumenta as chances de sucesso nas contratações.

Curiosamente, essa lógica analítica também está presente em outros setores digitais, como no entretenimento online. Plataformas digitais utilizam dados comportamentais para entender preferências dos usuários, algo comum tanto em serviços de streaming quanto em ambientes como cassino online, onde algoritmos analisam padrões de interação para oferecer experiências personalizadas.

Inteligência Artificial e Modelos Preditivos

A inteligência artificial desempenha um papel central na análise de dados desportivos. Modelos preditivos conseguem simular cenários de jogo, estimar probabilidades de vitória e até sugerir substituições estratégicas.

Análise em Tempo Real

Durante partidas transmitidas ao vivo, equipes técnicas recebem relatórios instantâneos com indicadores de desempenho. Isso permite mudanças rápidas na formação ou na abordagem tática.

Além disso, a análise de dados melhora a experiência do torcedor. Aplicativos esportivos fornecem estatísticas detalhadas em tempo real, criando uma nova dimensão de engajamento.

A Cultura Orientada por Dados no Desporto

A implementação eficaz da análise de dados exige mudança cultural dentro das organizações esportivas. Não basta ter acesso às métricas; é preciso saber interpretá-las corretamente.

Integração entre Analistas e Comissão Técnica

O sucesso depende da colaboração entre:

● Cientistas de dados
● Preparadores físicos
● Treinadores
● Departamento médico

Essa integração garante que os números sejam traduzidos em ações práticas no campo.

Expansão da Análise para Outros Setores

O uso estratégico de dados não se limita ao desporto profissional. Diversos segmentos digitais utilizam análises avançadas para melhorar desempenho e resultados. No setor de entretenimento online, por exemplo, plataformas analisam métricas de comportamento para otimizar usabilidade e retenção de usuários.

Em contextos variados, inclusive em ambientes de cassino online grátis, a coleta e interpretação de dados são fundamentais para compreender preferências e aprimorar a experiência digital.

Da mesma forma, empresas de diferentes áreas investem em tecnologia e informação para fortalecer sua presença online e oferecer conteúdo de qualidade, como é possível observar em iniciativas digitais como a cassino online grátis, que demonstra como a estruturação estratégica de plataformas na internet exige planejamento, organização de dados e foco na experiência do usuário.

O Futuro da Análise de Dados no Desporto

O futuro aponta para uma integração ainda maior entre tecnologia e performance esportiva. Com o avanço da computação em nuvem e da inteligência artificial, será possível desenvolver modelos cada vez mais precisos e personalizados.

A análise de dados já não é um diferencial — tornou-se uma necessidade competitiva. Organizações que dominam essa área conseguem otimizar recursos, melhorar resultados e se adaptar rapidamente às mudanças do cenário esportivo global.

No desporto moderno, vencer significa interpretar dados com inteligência e transformá-los em estratégia.

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