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Letra do Hino

"O Hino do Rio Branco FC, verdadeira marcha esportiva, foi escrito pelo poeta Grijalva Antony e musicado por Adolfo Silva e José Trindade", anotou o fundador e primeiro historiador do clube, o falecido delegado Francisco Lima e Silva. Deve-se a ele, portanto, o resgate da história musical estrelada, hoje em disco mandado mandado gravar em 1976 pelo presidente Sebastião Melo de Alencar, juntamente com a belíssima Marchina do Estrelão, letra e música do desembargador Jader Barros Elias, selo da Madrigal, com o cantor Jeffersom Ribeiro e coro, compacto, 33 1/3 RPM, no Rio de Janeiro, 300 discos prensados, ao custo, à época, de Cr$ 11.150,00.

A letra original, durante a gravação, foi mudada e incluída repetição da frase; na primeira estrofe "O Rio Branco é o primeiro/ Sangue novo e varonil/ O seu time é altaneiro/ Nesses longes do Brasil", o cantor , ou quem lhe entregou a letra de Grijalva Antony, trocou "Sangue"por "Clube". No disco, "O seu time é altaneiro" é repetido sem razão de ser.

Letra Original Letra com Alteração
O Rio Branco é o primeiro
Sangue novo e varonil
O seu time é altaneiro
Nesses longes do Brasil

Já tão cheio de vitórias
O Alvi-rubro pavilhão
Rio Branco entre glórias
Serás sempre o campeão
O Rio Branco é o primeiro
Clube forte e varonil
O seu time é altaneiro
Nesses longes do Brasil

Já tão cheio de vitórias
O Alvi-rubro pavilhão
Rio Branco entre glórias
Serás sempre o campeão

Em 1973, o Rio Branco Futebol Clube conquistou a láurea de o Clube Mais Querido do Estado do Acre, no concurso nacional promovido pela revista Placar, da editora Abril, quando a manifestação dos fãs, simpatizantes e torcedores, inclusive até do Peru e da Bolívia, votaram no clube vovô, registrando-se 23.660 votos pró-RBFC, 12.053 para o Juventus e 1.291 para o Independência. Era presidente o advogado Edmir Borges Gadelha. Eufórico com o título inédito, em 1976, o empresário Sebastião Melo de Alencar pediu ao jurista, poeta e músico, desembargador Jader Barros Elias - tendo como mote o concurso de Placar - a criação da marchinha. O Poeta, inspirado, correspondeu com a belíssima e empolgante marchinha.

Marchinha do Estrelão

Ele é o mais querido, ninguem pode contestar
Foi por nois escolhido na eleição que fez Placar
Rio Branco querido, minha glória e meu Prazer
Por você tenho sofrido, pra ganhar ou pra perder.

Ele é o mais querido, ninguem pode contestar
Foi por nós escolhido na eleição que fez Placar
Seu Passado de Glórias não pode olvidar
Foram tantas as vitórias que lhe dão o seu lugar.

Rio Branco querido, minha glória e meu Prazer
Por você tenho sofrido, pra ganhar ou pra perder
Ele é o mais querido, ninguem pode contestar
Foi por nós escolhido na eleição que fez Placar

Obs.: Para gravar o Hino do Rio Branco, o presidente Sebastião Melo de Alencar levou Francisco Lima e Silva a um músico da Polícia Militar que colocou o rítmo na pauta e, mais tarde, executou-o pela banda da Polícia Militar. Gravado em fita, tornou-se fácil ao cantor Jeffersom Ribeiro sua execussão para o disco.


Pesquisas realizadas por Sidney Barbosa da SilvaSidney Barbosa da Silva.
Fontes: Revista do Estrelão de 1993 e Arquivo www.campeoesdofutebol.com.br.
Página adicionada em 27/Outubro/2009 - revisada em 15/Novembro/2018.