Historiador do Futebol – José Augusto de Melo Rocha

Historiador do futebol, José Augusto de Melo Rocha Filho, 28 anos, é Bancário. Em 09 de abril de 2006 passa a colaborar com o Campeões do Futebol, com história de clubes do Amazonas e materias especiais.

email: [email protected]


20/05/2006 ………… (Sábado)

As 32 equipes que irão disputar a Copa da Alemanha já definiram os convocados. Confira abaixo a relação de algumas das seleções, técnicos, jogadores e os clubes onde jogam.

GRUPO A
COSTA RICA: Técnico: Alexandre Guimaraes (Brasil)
Goleiros: Porras, Alfaro e Mesén
Defensores: Drummond, Badilla, Marín, Wallace, Rodríguez, Martínez, Miller, Sequeira, González e Umaña
Meias: Centeno, Bolaños, Azofeifa, Hernández, Solís, Fonseca e Bernard
Atacantes: Gómez, Saborío, Núñez e Wanchope Reservas: Johnson (defensor) e Ruiz (atacante)

EQUADOR: Técnico: Luis Fernando Suárez
Goleiros: Edwin Villafuerte (Deportivo Quito), Cristian Mora (LDU), Damián Lanza (Aucas)
Defensores: Iván Hurtado (Al Arabi-Catar), Geovanni Espinoza (LDU), Ulises de la Cruz (Aston Villa / ING), Paúl Ambrossi (LDU), Néicer Reasco (LDU), Jorge Guagua (El Nacional), José Luis Perlaza (Olmedo)
Meio-campistas: Marlon Ayoví (Deportivo Quito), Edwin Tenorio (Barcelona S.C.), Edison Méndez (LDU), Patricio Urrutia (LDU), Cristian Lara (El Nacional), Segundo Castillo (El Nacional), Luis Antonio Valencia (Recreativo Huelva / Espanha), Luis Fernando Saritama (Deportivo Quito)
Atacantes: Cristian Benítez (El Nacional), Félix Borja (El Nacional), Carlos Tenorio (Al Sadd-Catar), Agustín Delgado (LDU), Iván Kaviedes (Argentinos Juniors / ARG)

GRUPO B
INGLATERRA: Técnico: Sven Goran Eriksson
Goleiros: David James (Manchester City), Robert Green (Norwich City) e Paul Robinson (Tottenham Hotspur)
Defensores: John Terry, Wayne Bridge (ambos do Chelsea), Jamie Carragher (Liverpool), Rio Ferdinand, Gary Neville (ambos do Manchester United), Ashley Cole e Sol Campbell (ambos do Arsenal)
Meio-campistas: Joe Cole, Frank Lampard (ambos do Chelsea), Steven Gerrard (Liverpool), David Beckham (Real Madrid), Michael Carrick, Jermaine Jenas, Aaron Lennon (todos do Tottenham Hotspur), Owen Hargreaves (Bayern de Munique) e Stewart Downing (Middlesbrough)
Atacantes: Peter Crouch (Liverpool), Wayne Rooney (Manchester United), Michael Owen (Newcastle United) e Theo Walcott (Arsenal)
Suplentes: Scott Carson (Liverpool, goleiro), Luke Young (Charlton Athletic, defensor), Nigel Reo-Coker (West Ham, meia), Jermain Defoe (Tottenham H., atacante) e Andy Johnson (Crystal Palace, atacante)

SUECIA: Técnico: Lars Lagerback
Goleiros: Andreas Isaksson (Rennes/FRA), John Alvbage (Viborg/DIN) e Rami Shaaban (Fredrikstad/NOR)
Defensores: Erik Edman (Rennes/FRA), Petter Hansson (Heerenveen/HOL), Teddy Lucic (BK Hacken), Olof Mellberg (Aston Villa/ING), Karl Svensson (IFK Goteborg), Mikael Nilsson (Panathinaikos/GRE) e Fredrik Stenman (Bayer Leverkusen/ALE)
Meio-campistas: Daniel Andersson (Malmo), Niclas Alexandersson (IFK Goteborg), Kim Kallstrom (Rennes/FRA), Tobias Linderoth (FC Kobenhavn/DIN), Christian Wilhelmsson (Anderlecht/BEL), Anders Svensson (Elfsborg) e Fredrik Ljungberg (Arsenal/ING)
Atacantes: Marcus Allback (FC Kobenhavn/DIN), Johan Elmander (Brondby/DIN), Zlatan Ibrahimovic (Juventus/ITA), Mattias Jonson (Djurgarden), Henrik Larsson (Barcelona/ESP) e Markus Rosenberg (Ajax/HOL)

TRINIDAD & TOBAGO: Técnico: Leo Beenhakker
Goleiros: Kelvin Jack (Dundee United-ESC), Shaka Hislop (West Ham-ING), Clayton Ince (Coventry City-ING)
Defensores: Dennis Lawrence (Wrexham-ING), Cyd Gray (CL Financial San Juan Jabloteh), Marvin Andrews (Glasgow Rangers-ESC), Brent Sancho (Gillingham-ING), Ian Cox (Gillingham-ING), Atiba Charles (W Connection), Avery John (New England Revolution-EUA)
Meio-campistas: Silvio Spann (sem clube), Chris Birchall (Port Vale-ING), Aurtis Whitley (CL Financial San Juan Jabloteh), Evans Wise (Waldhof Mannheim), Anthony Wolfe (Jabloteh), Denzill Theobald (Falkirk), Carlos Edwards (Luton Town-ING), Russell Latapy (Falkirk)
Atacantes: Dwight Yorke (Sydney FC-AUS), Stern John (Coventry City-ING), Kenwyne Jones (Southampton-ING), Collin Samuel (Dundee United-ESC), Jason Scotland (St Johnstone-ESC), Cornell Glen (LA Galaxy-EUA)

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Futebol do Paraná – Henrique Jasper

Henrique Jasper é estudante e traz informações sobre os clubes do futebol paranaense de todas as divisões.

Toledo é o primeiro a ser rebaixado!!

O Toledo Colônia Work está de volta a segunda divisão. Depois de uma péssima campanha com apenas duas vitórias e um empate e muitas derrotas o time não conseguiu escapar do rebaixamento nesta quinta feira a noite. O time empatou com o Paranavaí em casa, resultado não suficiente para garantir a vaga na primeira divisão.

Segundona

O Arbitral para definir como será a segundona este ano está marcado para o dia 6 de março. Umas das surpresas do campeonato é o Iguaçu de União da Vitória, que volta a jogar depois de muitos anos e quer uma vaga na elite,o campeonato também pode ter a presença de outros times como Cambé Atlético Clube, Ivaiporã, Ubiratã, Comercial de Cornélio Procópio e Real Brasil.

Cascavel CR

O CCR está treinando para a Copa Tribuna de Juniores que começa no dia 4. O primeiro jogo do Cascavel é fora de casa contra o Cianorte e o outro jogo do grupo é entre Toledo e São Miguel, em Toledo.

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05 de março de 2006…………..04:00h

A noite mais triste da história do Jabaquara AC – 1973

JABAQUARA ATLÉTICO CLUBE
Fundado em 15 de novembro de 1914
Endereço: Av. Francisco Ferreira Canto, 351
Caneleira – Santos/SP CEP 11085-601
Estádio Hespanha, homenagem ao primeiro nome do clube
Site: www.jabaquaraac.com.br

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   O Hespanha FC     |     O Jabaquara AC     |     O Rebaixamento de 1963

Os velhos espanhóis jamais esquecem desta data: 11 de dezembro de 1963, portanto, duas semanas antes do Natal. Eles dizem que foi o dia mais triste da história do Jabaquara. Lembram que “a Cidade inteira chorou” naquela fatídica noite, na Vila Belmiro, quando o Jabaquara foi impiedosamente goleado pelo Santos por 5 a 3 e rebaixado para a 1ª Divisão (atual Série A2 do Paulistão).

Naquela noite fria e chuvosa, a maior parte das 4.583 pessoas que foram ao Estádio Urbano Caldeira torceu pelo Jabuca. Mas foi em vão. Depois de ter obtido maus resultados contra Botafogo, Guarani e Ferroviária, o time do Santos, sem Pelé, mas com Coutinho e Dorval “jogando como nunca”, liquidaram com as pretensões do Jabaquara de ficar na Divisão Especial com dois gols de Coutinho, dois de Rossi e um de Dorval.

Na ocasião, os torcedores do Jabaquara não pouparam críticas severas ao Santos. Afirmaram que o Santos poupou a maioria dos seus titulares nos jogos anteriores para colocá-los “em plena forma” contra o Jabaquara. “O Santos jogou com desinteresse nas partidas contra Botafogo, Guarani e Ferroviária.

Contra o Jabaquara, exclamavam em altos brados jogaram como nunca. Queriam a queda do nosso Jabaquara. O jornalista Ary Fortes, que fez a cobertura do jogo para A Tribuna, esteve no vestiário do Jabaquara ao final da partida. E escreveu: “O ambiente era de tristeza geral. Alguns jogadores e dirigentes não podiam conter as lágrimas, lamentando veementemente o resultado adverso, do efeito tão ingrato. Apesar do desespero nos vestiários, numa comovente demonstração de solidaredade, do lado de fora, torcedores gritavam “Jabaquara, Jabaquara, Jabaquara”. O presidente Rubens Cid Perez dizia: “Tanta luta, tanto esforço para nada. Como é ingrato o futebol”.

O público demorou para sair do estádio. Ficou boa parte do tempo em pé, em silêncio, como se não acreditasse no que acabara de presenciar. Naquela noite o Jabaquara conseguira reunir uma grande torcida, tanto que os gols do Santos quase não foram comemorados. Nas próprias sociais do Santos havia um certo constrangimento.

O Bloco Carnavalesco Agora Vai também compareceu em peso ao estádio e seus componentes, no final do jogo, demoraram para recolher uma faixa que dizia: “O Agora Vai está com o futebol de Santos. Viva o Jabaquara”. O companheiro Ary Fortes, após visitar o vestiário do Santos, escreveu que “havia a costumeira satisfação por mais um triunfo”.

Uma vitória representa, sempre, momento de muita alegria. Somente não gostamos dos gestos de Dorval e Coutinho à torcida, gestos de desprezo, de injustificável sadismo. “Deixaram o campo saudando os espectadores postados na arquibancada ao fundo do gol de entrada “. Ary encerra o comentárío afirmando: “Há muito tempo, por sinal, não se via Dorval e Coutinho jogarem tanto”. O árbitro foi Benedito Francisco, que teve uma arbitragem ruim. Foi o pior Natal do Jabaquara.

Santos jogou com Laércio; Olavo, Maneco e Aparecido; Lima e Joel; Batista, Rossi, Coutinho, Dorval e Pepe.
A equipe do Jabaquara formou com Ronaldo; Neiva, Elísio e Jackson; Carlão e Del Pozzo; Cabrita, Valdir, Chilinho, Buzzone e Elias.

   O Hespanha FC     |     O Jabaquara AC     |     O Rebaixamento de 1963

Fontes: Arquivo www.campeoesdofutebol.com.brwww.atribuna.com.br, acessado em 24 de junho de 2003.
Página adicionada 10 de março de 2013.
Pesquisas de Sidney Barbosa da Silva e Rafael de Paula da Silva

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Curiosidades do Hespanha – Jabaquara

Jabaquara AC de Santos JABAQUARA ATLÉTICO CLUBE
Fundado em 15 de novembro de 1914
Endereço: Av. Francisco Ferreira Canto, 351
Caneleira – Santos/SP CEP 11085-601
Estádio Hespanha, homenagem ao primeiro nome do clube
Site: www.jabaquaraac.com.br
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Na mudança de Espanha F.C. para Jabaquara A.C., no banquete do adeus, no Restaurante “BODEGA”, passaram a chamá-lo de JAC (as letras iniciais do novo nome). Adriano Neiva da Motta e Silva (DE VANEY), premio Charles Miller de literatura esportiva, não gostou, e na página que redigia para o jornal de São Paulo, “O ESPORTE”, chamou-o de JABUCA, mais carinhoso, mais do nosso gosto caiçara: o apelido pegou.

Teve durante 17 anos, como técnico das equipes menores (infantil e juvenil), o maior revelador de craques que a cidade de Santos já conheceu: Arnaldo de Oliveira, o popular PAPA (1940 a 1957).

As vitórias mais marcantes de sua história: vitória de 6 x 4 sobre o Santos Futebol Clube, com Pelé e Cia., na Vila Belmiro, 4ª feira chuvosa, dia 31 de julho de 1957. Wilson Sório (Melão), marcou 4 gols; e vitória por 3 x 2 sobre o Sport Club Corinthians Paulista, com Gilmar, Olavo, Almir e outros, no Parque São Jorge, no início dos anos 60 , quando o seu goleiro Barbosinha foi expulso de campo, e quem terminou a partida atuando no gol foi o centro avante Célio Taveira.

Algumas revelações para o futebol brasileiro: Gilmar, Baltazar e Marcos, para o S.C.Corinthians Paulista; Pagão, Hélio, Feijó, Ramiro e Alvaro (irmãos) para o Santos F.C.; Célio para o Vasco da Gama do Rio de Janeiro; Melão para o futebol italiano (SPAL), Totó para a Espanha, Galindo para a Bélgica, Leonardo, Getúlio, Dinão, Alemãozinho, Brandãozinho e outros.

O maior público que o Estádio Hespanha já recebeu até aqui foi em 12.10.89, em torno de 8.000 pessoas, por ocasião do amistoso com o SC Corinthians Paulista, com Ronaldo, Marcelo, Viola, Neto, João Paulo e outros.

No Ranking Paulista, de 1902 a 1997, o Jabaquara Atlético Clube ocupa o 9° lugar, com 14 pontos.

Interessante ressaltar que, quando de sua fundação, um grande número de associados do Espanha F.C. eram portugueses, tanto que, quando se tratou da escolha das camisas, todos concordaram que fosse vermelha e amarela, cores da bandeira espanhola, mas os portugueses acharam e ninguém discutiu, que a camisa do 2º quadro teria as cores vervelha e verde. E assim foi feito. Em 1917 com a fundação da A.A.Portuguesa, grande número de sócios portugueses passou para o clube da Avenida Pinheiro Machado.

Principais artilheiros em toda a sua história: Chiquinho, Nestor, Bahia, Baltazar, Melão, Célio, Cabrita, Sérgio Miller.

O fato dos auxiliares dos ÁRBITROS, os chamados bandeirinhas, utilizarem bandeiras vermelhas e amarelas,incomoda os torcedores adversários que os chamam de Jabaquarenses.

Fontes: Arquivo www.campeoesdofutebol.com.brwww.atribuna.com.br, acessado em 24 de junho de 2003.
Página adicionada em 10 de março de 2013 – Pesquisas de Sidney Barbosa da Silva.

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Mundial de Clubes da Fifa 2006

Atletas Inscritos

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Sport Club Internacional – (Brasil)

Goleiros: Clemer, Renan e Marcelo
Defensores:  Ceará, Indio, Fabiano Eller, Martin Hidalgo (Peru), Ediglê, Rubens Cardoso e Elder Granja
Atacantes: Fernandão, Iarley, Alexandre Pato, Luiz Adriano, Wason Renteria (Colombia) e Michel
Meias: Wellington Monteiro, Alex, Edinho, Fabinho, Adriano, Fabian Vargas (Colombia) e Perdigão.
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Club América – (México)

Goleiros: Alberto “Becerra”,Armando “Navarrete” e Guillermo “Ochoa”
Defensores: Carlos “Infante”, Diego “Cervantes”, Duilio “Davino”, Ismael “Rodriguez”, Jose Antonio “Castro”, Oscar “Rojas”, Ricardo “Rojas” (Chile) e Raul “Salinas”
Atacantes: Claudio “Lopez” (ARG), Matias “Vuosso” (ARG), Nelson “Cuevas” (PAR) e Salvador “Cabanas” (PAR)
Meias: Alejandro “Arguello” Raul Alvin “Mendoza”, Cuauhtemoc “Blanco”, Fabian “Pena”, Fabiano Pereira (BRA), German “Villa”, Ignacio “Torres” e Juan “Mosqueda”
 
Auckland City FC – (Nova Zelândia)
Goleiros: Ross Nicholson, Richard “Gillespie” e Mark Fulcher (Escocia)
Defensores: Ben Sigmund, Jonathan “Perry”, James “Pritchett”, Cole “Tinkler”, Dean “Gordon” (Inglaterra), Paul “Vodanovich”, Luiz “Del Monte” (BRA), Greg “Uhlmann” e Riki “Van Steeden”
Atacantes: Paul “Urlovic”, Grant Young (RSA), Keryn “Jordan” (RSA)
Meias: Jason “Hayne”, Paul “Seaman” (WAL), Liam “Mulrooney” (ENG), Jonathan “Smith”, Neil “Sykes” (ENG), Teru “Iwamoto” (Japão), Chad “Coombes” e Bryan “Little” (Escócia)
 

Al Ahly Sporting Club – (Egito)
Goleiros: Essam “El Hadarry”, Amir Abdelhamid e Nader El Sayed
Defensores: Islam “El Shater”, Tarek Said, Emad “El Nahas”, Ahmed El Sayed, Wael Gomaa, Mohamed Shady, Ahmed Sedik, Mohamed Abdellah, Ahmed Shadid, Abdellah Galal e Mohamed Sedik
Atacantes: Emad Motaeb, Osama Hosny, Mohamed “Aboutrika” e Flavio (Aagola)
Meias: Wael Riad, Hossam Ashour, Mostafa Hassan, Akwety Mensah (Gana) e Mohamed Shawky.
 
Fútbol Club Barcelona – (Espanha)
Goleiro: Victor Valdes, Jorquera e Ruben
Defensores: Beletti (BRA), Rafael Marquez (MEX), Carlos Puyol, Gianluca “Zambrotta” (ITA), Giovanni “Van Bronckhorst” (HOL), Edmilson (BRA), Silvinho (BRA), Lilian Thuram (FRA) e Oleguer
Atacantes: Eidur “Gudjohnsen” (ISL), Ludovic “Giuly” (FRA), Ronaldinho Gaúcho (BRA), Ezquerro (ESP), Javier “Saviola” (ARG) e Giovani “Dos Santos” (MEX)
Meias: Motta (BRA), Xavi, Deco (BRA/PORT), Iniesta e Marc Crosas.
 
Jeonbuk Hyundai Motors FC – (Coréia)
Goleiro: Lee Kwang Suk, “Kwoun” Sun Tae e Sung Kyung Il
Defensores: Chul Soon Choi, Jin Cheul Choi, Kim Young Sun, Kim Hyun Su, “Wang” Jung Hyun, “Lim” You Hwan, Heo Hoon Goo e Kim In Ho
Atacantes: “Jung” Soo Jong e Zé Carlos (BRA)
Meias: Ji Hyun Jang, Chung Jung Kwan, Han Je Kwang, Botti (BRA), Jeon Kwang Hwan, Shin Sang Hoon, Hyun Seung “Lee”, Kim Young Sin, Jip Kwon e Kim Hyeung Bum.
 
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Campeonato Paranaense 2008 – Gustavo camargo

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02:30   segunda-feira, 11/02/2008

Campeonato paranaense 2008



Após 10 rodadas completas deste campeonato estadual, já conseguimos ter uma idéia do que está por vir para o fim do campeonato, e consequentemente, no resto da temporada.

Dos principais times do campeonato paranaense, com certeza quem vem se destacando, é o Atlético PR.

Com a manutenção da base do ano passado, e um bom trabalho da comissão técnica, liderado por Ney Franco, o furacão vem fazendo uma campanha irretocável, com a incrível marca de 10 vitórias em 10 jogos, vencendo os dois tradicionais clássicos, e apenas 4 gols sofridos. Com um futebol eficiente e conciso, ainda não houve adversários à altura para desbancar o favoritismo atleticano, que fecha essa fase do campeonato com 30 pontos.

No caso do Coritiba, o alviverde, apesar da bela campanha na série B/07, vem trazendo dificuldades ao novo técnico Dorival Júnior, a criar um sistema de jogo. Isso, aliado a eleições e uma nova diretoria, o Time do alto da glória, vem tropeçando contra adversários mais fracos, e demonstrando que precisa de reforços para terminar bem o estadual, e se manter na Elite do campeonato brasileiro deste ano.

Já o Paraná, que caiu para a série B, e depois de Milhares de escândalos, envolvendo sua diretoria, demonstra uma certa reação. Tentando reiniciar com um trabalho sério o Time da Vila, guiado por Paulo Bonamigo, tenta se reabilitar no paranaense e entrar forte na segundona deste ano.

Quanto aos times do interior, finalmente, vemos esquemas táticos sérios, e um futebol de boa qualidade surgindo para, como sempre, desbancar os grandes da capital. Equipes como, Londrina, Iraty, Toledo e Engenheiro Beltrão entraram no campeonato para trazer o caneco para suas cidades.

 

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Gustavo Camargo passa a escrever para o campeões

01:00   Sexta-feira, 11/01/2008

Gustavo Camargo – por Êle mesmo



Sou Gustavo.

Sou brasileiro.

Consequentemente, sou apaixonado por futebol.

Confesso que demorei um certo tempo a gostar do esporte, até os meus 6, 7 anos, era completamente alienado da paixão brasileira.

Nesta época, passei por situações de achar que após o gol, o companheiro do time que estufava a rede de alegria, após a marcação do tento, estaria, sempre, invariavelmente, aumentando o placar para o seu time.

Achava que não valia gol contra. Não entendia as regras. Queria me lascar do que era impedimento. Impedimento. Que piada.

Porém, pouco pela minha família, também pela ânsia de fazer amigos na escola e no prédio que morava, resolvi me entregar, ao que eu chamo de maior e melhor esporte de todos os tempos.

Me achei com a pelota. Peguei o jeito e fiz parte de diversas escolinhas, e times, peladas, e torneios, e campeonatos existentes.

Virei um doente mental. Até hoje não bato bem.

Mas não sou fã de números, por informações, mercado da bola. e Sim pelo JOGO. Pelas figuras.

E, finalmente, pelas características de cada partida. Vou explicar por quê.

Minha paixão se consolidou no 1° jogo de campeonato da minha vida.

Eu fazia escolinha de futsal na Vila Isabel (bairro tradicional aqui de curitiba). Toda quarta e sexta, íamos correr atrás da bola numa molecada gente fina. Adorava tudo e finalmente depois de duas grandes semanas de treino, fomos convidados para esquentar e treinar o time titular da AABB, que estava se preparando para o paranaense pré-mirim.

Fiquei alucinado. Estava louco para jogar minha partida oficial. Fui dormir na minha vó, e junto com um priminho meu, (que hoje já é muito maior que eu) fiz um cartaz escrito gol, para que ele expusesse no momento em que eu marcasse o tento.

Acordei cedo, tomei café, e fui pro jogo. Estava nervoso pra caramba. Era minha primeira partida oficial. Então, cheguei na quadra entreguei minha carteirinha aqueci dei uns chutes cumprimentei a galera desconhecida. falei com o treinador e ele não pensou duas vezes. Me colocou no banco. E fiquei lá. Sentado. Emputecido. Porra! era meu primeiro jogo oficial, e esse F$%# da P*&%% de treinador nem me coloca pra jogar.

Intervalo de jogo. 4×0 pra AABB. Uma piada. minha cabeça já havia parado de xingar o treinador. Estava na verdade agradecido. Pelo menos, não estou passando vergonha, eu pensava.

Começou o 2° tempo. 5 a 0. 6 a 0. 7 a 0. Eu já estava lendo um gibi do cebolinha que tava no bolso do meu casaco, quando o professor Fábio ( o técnico filho de uma … que eu estava xingando ) me chamou pra entrar. Eu queria me esconder. Tá louco? entrar pra isso aí?

Não podia fazer nada. Só sei que entrei. e não lembro de nada fora um lance. UM ÚNICO LANCE.

Eu correndo pela direita, recebo na entrada na área, o goleirão saiu eu “pentchei” a bola pra cima dele. Caiu sentado. Entrei dividindo com o zagueiro. E fiz o Gol. GOOOOLLLL!!!. e ainda por cima meu. olhei pra torcida, o meu cartaz roxo sendo mostrado, saí dançando, fiz um peixinho no chão, virei cambalhota. Pulei de alegria. Era o meu primeiro jogo oficial. 1×0 pra mim. no contexto geral, 8×1 pra eles. Saí feliz da vida. Ganhei um abraço do primo. Um sorvete do pai. Um brinquedo da vó. Um gol e uma ótima lembrança pra casa.

A partir daí, só alegria.

Até hoje o futebol, pra mim é fascinante , pelo simples motivo de trazer consigo peculiaridades e aspectos únicos, em cada partida, cada lance.

Existem milhares de histórias que vivenciei em jogos jogando e torcendo, que deixarei para outras postagens. Me contentei em apenas explicar por que gosto tanto do Esporte.

Afinal, sou brasileiro.

Sou Gustavo.

E sou apaixonado pelo futebol.

Olá Amigos do campeões do futebol!, é com muita honra que a partir de hoje, passo a ser um dos colaboradores de um dos melhores sítios sobre futebol que conheço.Espero dividir notícias e dividir um pouco mais com vocês, leitores, a minha grande paixão, que com certeza é a sua, pois neste momento, você está navegando num sítio campeão.

Este texto foi uma preliminar do que espero dividir com vocês: Emoção, opinião, e, um pouco do futebol paranaense.
 

+ Gustavo Camargo          

Coluna Esportiva – Genildo Oliveira

Genildo Oliveira
 

Polêmico em suas opiniões e provocante quando se fala em Seleção Brasileira, Genildo Oliveira, um Potiguar (diga-se também, torcedor do Potiguar de Mossoró/RN) apaixonado pelo futebol, escreve para o Campeões, sobre atualidades e informações históricas do futebol.

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“Já sei, já sei…..”


Dizem que Opinião é como bunda, cada um tem a sua, e eu não sou diferente, e graças Deus pude assistir parte do jogo do Brasil sem ância de vômito.

Com uma recepção de luxo, e muito dinheiro envolvendo a partida, o Brasil foi buscar milhões para golear a fraca seleção dos emirados árabes.

Na tarde milionária o Brasil deu show no paraíso árabe, foram, 1, 2, 3, 5, 6, 7, 8 a zero para os galácticos mascarados, mas agora pergunto qual a graça nisso?

Qual o moral da história? Sinceramente não entendo onde o torcedor busca tesão para vibrar com um gol contra a fraca seleção dos Emirados árabes, 1×0, 8×0, 10×0, tanto faz, ali era a obrigação do Brasil e ponto.

Sempre tive no meu coração a vontade de torcer pelo mais fraco, acho que foi dai que me despertou para ver que não sou obrigado a torcer pela seleção.

Mas vamos ao que interessa, é difícil você imaginar tantas regalias para uma só partida, e o pior que os verdadeiros mascarados sequer jogaram bola, os reservas que salvaram os milhões recebidos para a CBF.

Que o Brasil é a melhor seleção do mundo todos sabem e será eternamente respeitada, é de uma inferioridade grande o Brasil ser tratados como deuses pelo próprio adversário antes do jogo e não após.

Queria que o técnico dos emirados árabes ou qualquer fraca seleção que o Brasil costuma jogar, juntasse os seus jogadores e ali fizessem ele ver que ali fosse um campo de batalha e que seria dali que eles iam ser visto pelo mundo que são capazes de derrotar qualquer seleção e ao menos ali nos 90 minutos a humildade e respeito pela seleção do Brasil jogasse para o quinto dos infernos, e mesmo sabendo que era extremamente difícil ganhar do Brasil, pensassem que poderiam ganhar do Brasil sim, pois o futebol proporciona isso por tudo ser possível, e ali jogassem como se fosse uma final de copa do mundo, afinal sequer eles vão à copa, ou nunca foram e mesmo fisicamente e tecnicamente fracos.

Tivessem um espírito de luta, fossem aguerridos até o fim. Serei a favor até o fim da vida da equipe entrar em campo pensando que pode ganhar do Brasil, pois dá nojo de ver aquelas entrevistas antes dos jogos do Brasil quando os jogadores ou técnico das fracas seleções dizem que o empate já é bom, ou que o Brasil é isso, ou aquilo… pô então se já entra em campo pensando que vai perder, fica em casa vestindo calcinha!!!

Viram o primeiro tempo dos emirados árabes?
Saiu apenas 1x 0, os emirados até fez um gol que foi anulado, e teve boas chances de fazer gols, e certamente poderia ter ganho a partida ali mesmo no primeiro tempo, pois o Brasil tava com a cabeça nos milhões que lhe foi oferecido.

Sei bem meu amigo que o Brasil é forte e que em campo é outra realidade, só não concordo com esse instinto inferior que as seleções jogam quando enfrentam os galácticos do Brasil, não existe time invencível muito menos partida perdida.

E ali começa aquelas demagogias da imprensa que prefiro mudar de canal ou ir para a esquina ver se alguém me encontra por lá.
O Galvão começa no pedala Robinho, em simples jogadas, dizer que foram gigantes!!! E achar que aquele time é um dream team, coisas que só o torcedor do Brasil agüenta…

Mas e se os emirados ganhasse do Brasil nessa tarde?
Seria interessante ver aquele país que não tem nenhuma referencia no futebol mundial ganhar do país do futebol, acho que tornava o futebol até mais lindo no seu real sentido, pois por mais que o país fosse rico como a seleção dos emirados jamais poderia comprar a vitória verdadeira em campo, mas não falo daquelas que se compra o adversário ou o juiz, falo de uma vitória justa, com conseqüência de seus esforços e luta dentro do campo, e ai sim, eu acharia muito gostoso, pois o próprio adversário do Brasil passaria um exemplo de luta de garra, seria como o Davi e o Golias e talvez até fosse feriado no dia seguinte naquele país, e seria lindo ver tanta comemoração.

Poder ver no rosto do jogador a alegria de comemorar aquilo que para eles seria quase impossível coisa que só o futebol pode quebrar essas barreiras.

Isso falo de uma maneira geral, poderia ser a seleção do Tôgo, da Argélia, da Nova Zelândia, do Iraque, da Finlândia, já pensou?

Enquanto isso, o Brasil insiste em jogar amistosamente contra as fracas seleções. Tava faltando dois amistosos para a copa, e porque não colocou dois testes de fogo para o brasil a exemplo da Argentina que jogou contra a Inglaterra? Tavam com medo de fazer feio?

Ah, havia esquecido, pelo menos nesses dois jogos a grana ta falando mais alto, e no outro jogo será outro show, tudo bem já sei, já sei, muda o disco Galvão, que eu odeio a seleção.

12/11/05…………22:35hs       veja mais »»Todos os colunistas
 

A surpresa contra o tempo – Coluna Esportiva – Genildo Oliveira

Genildo Oliveira
 

Polêmico em suas opiniões e provocante quando se fala em Seleção Brasileira, Genildo Oliveira, um Potiguar (diga-se também, torcedor do Potiguar de Mossoró/RN) apaixonado pelo futebol, escreve para o Campeões, sobre atualidades e informações históricas do futebol.

  genildo_colun2

“A surpresa contra o tempo”


logo_cbf
Brasileiro 2005
Quem leva
o titulo?




corinthians
Corinthians
com a mão
na Taça




fluminense_rj
Fluminense
a equipe esta
fazendo milagres




inter
Internacional
amarela quando
tem que vencer







É chegada a hora de conhecermos o grande campeão, faltando cinco rodadas para o fim do brasileirão, Inter e Fluminense com 68 pontos ainda sonham com o tropeço corintiano que lidera folgado com 74 pontos ganhos.

Inter e Fluminense juntos unem grandes torcidas como santistas, palmeirenses e são paulinos ambos arquiinimigos da fiel e que naturalmente tendem a secar o Corinthians nessa reta final.

Mas que me desculpe a nação colorada, o Inter é um time limitado que infelizmente perde quando tem que ganhar, e esse time aí parece que amarela na hora final, mesmo tendo jogadores espetaculares como o Fernandão, o Tinga e o Sobis a derrota contra o Paraná foi a gota d’água e ainda algumas pessoas do Inter especularam que o Corinthians havia “pagado” ao time paranaense para jogar mais, assim fica difícil!

Acredito que se houver surpresa nessa reta final do brasileirão o Fluminense é a equipe mais preparada para isso, apesar dos matemáticos afirmarem que o Inter com (7,7%) tem um ponto percentual a mais que o tricolor do Rio. Se formos nos basear em campanhas de Inter e Fluminense, o Flu ganha em quesitos importantes para o time colorado, perdeu sete vezes, enquanto o colorado perdeu nove, marcou 75 vezes enquanto o inter 64, e ganha por um gol em saldo de gols.

O Fluminense vai levando vantagem também nos cinco confrontos que restam para os dois clubes, onde enfrentará adversários teoricamente mais fracos que o Internacional, o Flu enfrentará o Vasco fora, o já rebaixado Atlético Mineiro em casa, depois enfrenta o Fortaleza fora, enfrenta o Juventude em casa, e fecha a sua participação com o Palmeiras em São Paulo que se depender desse adversário para tirar o titulo corintiano está mais que ganho para o Fluminense.

Com adversários teoricamente mais fortes, o Inter enfrenta o Santos fora de casa, pega o Brasiliense na Boca do Jacaré, depois pega o Corinthians em São Paulo, depois o Palmeiras em casa e fecha o campeonato com o degolado Coritiba em casa.

O Futebol é aquela caixinha de surpresas, mas o Fluminense vem fazendo milagres virando partidas até então perdidas, desde que ressurgiu na primeira divisão vem salvando o futebol carioca e fazendo campanhas regulares.

Com atuações magníficas do Petkovit é bom o timão não vacilar, pois o Fluminense vem atuando muito bem pelas beiradas.

A verdade é que a vantagem corintiana é muito grande 06 pontos faltando cinco rodadas é uma eternidade, pois cada jogo fecha o cerco para o fim do campeonato, ufa! e que campeonato.

07/11/05…………22:15hs   veja mais »»Todos os colunistas