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| O Grande Ídolo |
 Franco Baresi Único clube de sua carreira, ele vestiu a camisa "rossonera" pela primeira vez em 1977 e só largou em 1995. Fez 470 jogos e marcou 12 gols. Baresi foi o grande líder da equipe que, em 1992, faturaria o "scudetto" sem perder uma partida sequer, fato ocorrido uma única vez na história do campeonato italiano. |
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MILAN ASSOCIAZIONE CALCIO s.p.a Fundado em 16/Dezembro/1899 End.: Via Filippo Turati, 3 - 20121 - Milano/ITALIA Estádio Municipal Giuseppe Meazza (San Siro) capacidade: 85.700 pessoas Site: www.acmilan.it |
| HISTÓRIA |
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» Em 16 de dezembro de 1899, um grupo de torcedores esportivos, reunidos em um quarto do Hotel Du Nord, resolveram discutir suas preferências esportivas e em conseqüência fundar oficialmente o MILAN FUTEBOL & CRICKET CLUB. A primeira sede oficial do Clube era junto à Fiascheteria Toscana, na Via Berchet, em Milão. Naquele momento iniciou-se a gloriosa história do MILAN, que escreveu páginas memoráveis na história do futebol, vindo a constituir-se - especialmente nos últimos 15 anos - em um dos clubes mais fortes e famosos do mundo. O passado "rubronegro" tornou-se uma lenda, como legendários tornaram-se os homens que escreveram sua história: presidentes, treinadores e jogadores. Nomes de importantes personalidades esportivas se impuseram durante o curso da história Milanesa, desde o inglês Alfred Edwards, que dois anos após a fundação conquistou o primeiro troféu rubronegro, até Sílvio Berlusconi, o presidente que mais vitórias obteve.
Uma grande sociedade se reconhece pelas estratégias de atuação e pela escolha dos seus dirigentes, dentre os quais exercem papel determinante os Treinadores; a história dos sucessos do MILAN é especialmente ligada ao banco dos treinadores, sobre os quais sentaram-se os maiores técnicos do futebol italiano, como Gipo Viani, Nereo Rocco e Nils Liedholm, os mestres dos anos 60, dos quais Arrigo Sacchi e Fabio Capello receberam a herança, baseando sua filosofia tática e estratégica em um futebol moderno, brilhante e espetacular. Porém o clube viveu período de dificuldades no início dos anos 80, chegando à beira da falência após ser rebaixado para a segunda divisão do campeonato italiano. Após voltar à elite, em 1983, o rubro-negro cai novamente para a segundona. A sorte do clube começou a mudar quando o magnata das telecomunicações Silvio Berlusconi, o sétimo homem mais rico da Europa, assumiu a direção do clube em 1986, injetando muito dinheiro para grandes contratações. Nos anos da gestão de Silvio Berlusconi, Sacchi e Capello venceram, triunfaram, presenteando estupendas emoções. Com Sacchi, o MILAN venceu em 4 temporadas 1 "scudetto" (Campeonato Nacional), duas Copas dos Campeões, duas Supercopas Européias e duas Copas Intercontinentais consecutivas. Com Capello, 4 "scudetto", uma Supercopa Européia e uma Copa dos Campeões, em cinco temporadas. Nos anos recentes, após a conquista do Scudetto por Alberto Zaccheroni em sua primeira temporada como Rubronegro, e a breve participação do técnico turco Fatih Terim, a direção técnica passou para Carlo Ancelotti: o grato retorno de um dos "invencíveis" à grande família rubronegra. O Milan tornou-se um time vencedor na Itália e em todo o mundo graças também aos seus campeões, jogadores cobiçados por todos os clubes futebolísticos: Gunnar Gren, Gunnar Nordahl, Nils Liedholm (o trio sueco do mítico Gre-No-Li), o uruguaio Juan Alberto Schiaffino, o brasileiro José Altafini "Mazzola" que vestiu a camisa rubro-negra por sete anos (1958-1965) e jogou 205 partidas e marcou 120 gols (sendo o segundo maior goleador estrangeiro do clube). A seguir Gianni Rivera, ainda hoje considerado um dos melhores jogadores italianos de todos os tempos, acompanhado nas suas extraordinárias jogadas por Cudicini, Anquiletti, Trapattoni, Lodetti, Prati e o brasileiro Sormani que atuou 134 partidas e fez 45 gols, em cinco anos (1965-1970) de clube. Mas o nome de Rivera está ligado também ao de um outro grande jogador. De fato, quando Rivera conquista o Scudetto da Estrela, joga na defesa um jovem de talento promissor, Franco Baresi, que assimilando os ideais de Rivera, por vinte anos tornar-se-á o símbolo e a bandeira do Milan dos Recordes, merecendo no final da carreira o prestigioso reconhecimento como "Milanista do Século" em uma pesquisa junto à torcida. Este Milan será lembrado como o time dos "invencíveis". No Milan do Capitão Baresi jogam e alternam-se atletas formidáveis como Marco Van Basten, Ruud Gullit e Frank Rijkaard, que formam o inigualável trio holandês. Com o passar do tempo afirmam-se ainda outros "fora-de-série", como o genial montenegrino Dejan Savicevic, o liberiano George Weah, o croata Zvonimir Boban, o francês Marcel Desailly, para citar somente alguns. Naquelas formações é fortíssimo e determinante também a contribuição oferecida por campeões italianos do calibre de Carlo Ancelotti, Paolo Maldini, Mauro Tassotti, Daniele Massaro, Alessandro Costacurta, Alberigo Evani, Roberto Donadoni, Filippo Galli, Demetrio Albertini, Roberto Baggi, Sebastiano Rossi.
O Milan vive um presente rico de valores herdados e posiciona-se para enfrentar o futuro com objetivos ambiciosos. O time apresenta-se ao seu público com uma tradição futebolística de mais de 100 anos vividos com empenho e dedicação, seja sobre os gramados, seja longe desses, pronta para começar uma nova temporada plena de compromissos prestigiosos e novos compromissos empolgantes. |
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Estádio Municipal Giuseppe Meazza
Conhecido popularmente como Estádio San Siro, leva oficialmente o nome de um dos maiores jogadores do futebol italiano, que disputou e venceu duas copas do mundo - 1934 e 1938, nesta última era o capitão da Seleção Italiana - e atuou pelos dois "grandes clubes" de milão - Milan e Internazionale. |
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Fonte: Arquivo e acmilan.it - 18/Março/2006 atualizado em Agosto/2007 |
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